Sexo é vida. Esta lição o ser humano levou cerca de 2 mil anos para aprender.
O amor e sua finalidade não estão escamoteados por preconceitos e muito menos por conceitos pequenos burgueses opressores, sufocantes, que sempre levam homens e mulheres à angústia essencial: a angústia do ser.
Ninguém vive um momento de plenitude que seja em toda a sua existência se não viveu nenhum momento de plenitude sexual. E a razão disso é muito simples: só quando se expressa sexualmente o ser humano expressa sua capacidade de ser LIVRE. É por isso que todo sistema totalitário - seja religioso, social e político - assenta suas baterias de repressão e censura primeiramente contra os atos do sexo. Porque sexo é LIBERDADE!
Acontece, todavia, que os seres humanos não conseguem, no geral (pois só os privilegiados o fazem) libertar-se dos condicionamentos da educação, da formação familiar, que é uma extensão do poder opressor das garras das autoridades (religiosas e/ou políticas) que precisam limitar as potencialidades da liberdade humana para continuar o poder uns poucos sobre todos.
Por isso, mal-informados, negativamente condicionados, muitos já entram nas veredas da liberdade sexual carregando a sina do pecado e do erro, o que se impede de ver a luz brilhando, fulgurante e livre de serem simplesmente o que são no usufruto do seu mais subjetivo valor: o valor sexual. Quem não atingir a própria liberdade de usar o seu corpo e de suas potencialidades erógenas, será sempre um ser faminto de sexo. E sem sexo, sabe-se, simplesmente não há VIDA!
E-mail do cronista: adinho.gaucho@gmail.com
quinta-feira, 23 de março de 2017
terça-feira, 21 de março de 2017
O SEGREDO DA (boa) SODOMIA
A maioria das mulheres tem curiosidade a respeito do assunto. Mas praticar, jamais. Primeiro a intransigência: “Nem pensar, nunca!” Tudo por medo, por receio de que possa doer, de que é nojento. Afinal, são tantos os preconceitos...
Mas é frequente ouvir uma dizer que já tentou, pelo menos uma vez, mas sofreu muito. Para alguns homens a sodomia (sexo anal) é uma obsessão, um desejo louco e incontrolável: o recôndito de prazer perdido nas maçãs carnudas tanto prazer proporciona!... Por isso esses homens, os sodomitas, gostam de beijar bundas, chupar cuzinhos, forçar a ponta da língua no anel anal que, com isso, normalmente abre-se. Desta forma, o homem que tiver competência e paciência para relaxar e estimular a mucosa anal com jeitinho e muito carinho, quem sabe não apenas consiga que elas cedam, mas que passem a implorar para ser penetradas pelo ânus...
Portanto, com jeito, paciência e muita cortesia, qualquer esfíncter se abre para o prazer. Mas, importante: o sodomita nunca deve pedir e/ou forçar a barra. O especialista em cuzinho tem que esperar ser “convidado”. Mais que isso: tem que provocar um tesão tal na região anal, tem que deixar a mulher tão enlouquecida de tesão para que ela implore para ser penetrada pelo ânus. Somente assim a mulher tomará no cu sem sentir dor e, mais do que isso, passará a ter prazer, muito mais do que teria apenas na boceta, ou seja, conhecerá o orgasmo múltiplo.
Sem ser forçada, e adequadamente preparada, a mulher pode, finalmente, entregar-se e experimentar um prazer inigualável. E só aí o sodomita pode agarrar firme os quadris e começar a penetração. Mas tem que ser devagar, devagarzinho: primeiro coloca-se apenas a glande; depois, como a dor inicial vai passando e transformando-se em prazer, então se pode continuar a penetração do tronco; por fim, como terá passado a dor, então se pode penetrar profundamente até o colo chocar-se agradavelmente com as nádegas. E só aí ela vai implorar para que o desejo e o prazer nunca parem...
E depois que uma fêmea conhecer o prazer do orgasmo anal, não haverá apenas a primeira vez. Porque ninguém come bem um cu impunemente...
SODOMIA vem de SODOMA, uma cidade da antiguidade onde seus habitantes gostavam e praticavam o sexo anal. Como essa cidade foi extinta, essa prática perdeu-se no tempo e permanece cercada de preconceitos, repulsa, e é encarada como nojenta e dolorida. Mas felizmente atualmente é só um preconceito...
E-mail do cronista: gaucho.comecuzinho@gtmail.com
Mas é frequente ouvir uma dizer que já tentou, pelo menos uma vez, mas sofreu muito. Para alguns homens a sodomia (sexo anal) é uma obsessão, um desejo louco e incontrolável: o recôndito de prazer perdido nas maçãs carnudas tanto prazer proporciona!... Por isso esses homens, os sodomitas, gostam de beijar bundas, chupar cuzinhos, forçar a ponta da língua no anel anal que, com isso, normalmente abre-se. Desta forma, o homem que tiver competência e paciência para relaxar e estimular a mucosa anal com jeitinho e muito carinho, quem sabe não apenas consiga que elas cedam, mas que passem a implorar para ser penetradas pelo ânus...
Portanto, com jeito, paciência e muita cortesia, qualquer esfíncter se abre para o prazer. Mas, importante: o sodomita nunca deve pedir e/ou forçar a barra. O especialista em cuzinho tem que esperar ser “convidado”. Mais que isso: tem que provocar um tesão tal na região anal, tem que deixar a mulher tão enlouquecida de tesão para que ela implore para ser penetrada pelo ânus. Somente assim a mulher tomará no cu sem sentir dor e, mais do que isso, passará a ter prazer, muito mais do que teria apenas na boceta, ou seja, conhecerá o orgasmo múltiplo.
Sem ser forçada, e adequadamente preparada, a mulher pode, finalmente, entregar-se e experimentar um prazer inigualável. E só aí o sodomita pode agarrar firme os quadris e começar a penetração. Mas tem que ser devagar, devagarzinho: primeiro coloca-se apenas a glande; depois, como a dor inicial vai passando e transformando-se em prazer, então se pode continuar a penetração do tronco; por fim, como terá passado a dor, então se pode penetrar profundamente até o colo chocar-se agradavelmente com as nádegas. E só aí ela vai implorar para que o desejo e o prazer nunca parem...
E depois que uma fêmea conhecer o prazer do orgasmo anal, não haverá apenas a primeira vez. Porque ninguém come bem um cu impunemente...
SODOMIA vem de SODOMA, uma cidade da antiguidade onde seus habitantes gostavam e praticavam o sexo anal. Como essa cidade foi extinta, essa prática perdeu-se no tempo e permanece cercada de preconceitos, repulsa, e é encarada como nojenta e dolorida. Mas felizmente atualmente é só um preconceito...
E-mail do cronista: gaucho.comecuzinho@gtmail.com
segunda-feira, 20 de março de 2017
A COSTUREIRA INSACIÁVEL
Esta história aconteceu na era pré-internet, antes do ano 2000, em meados da década de 1990. Naquela época não havia internet popular e seus desdobramentos, as redes sociais. Foi antes mesmo do Par Perfeito... Então para novos contatos imediatos só se fôssemos à caça. Então a solução era recorrer às formas de comunicação da época. Já separado, coloquei um anúncio nos classificados de um grande jornal que era mais ou menos assim: "Atenção mal-amadas, casadas ou não! Se quiser orgasmos múltiplos é só enviar contato para a caixa postal do amante não-profissional, sem envolvimentos emocionais e financeiros".
Recebi apenas algumas respostas. Uma delas foi de uma negra casada, de 39 anos. Após algumas trocas de telefonemas quentes (convencionais, porque à época os celulares eram caros e raros) marcamos para nos conhecermos na tarde de um sábado. Eu trabalhava até às 14h e morava sozinho. Encontramo-nos no Centro da Capital gaúcha e seguimos de lotação até meu apartamento. Era uma negra opulenta e bem fornida de bunda e coxas. Estava vestida apenas com um vestido longo e colado ao corpão todo torneado. Eu estava de abrigo esportivo e uma camiseta simples. Como não uso cueca quando está quente, estávamos "prontos para o crime", porque ela estava sem nada por baixo do vestido fino. Embarcamos para uma lotação que nos largaria bem em frente ao meu prédio. Como era uma tarde de sábado, a lotação estava quase vazia [apenas uma ou duas senhoras bem à frente]. Fomos direto para a parte traseira do veículo, à esquerda, eu no lugar da janela e ela do meu lado. Os bancos à frente nos encobriam e em pouco tempo já estávamos nos atracando ali mesmo, com amassos e beijos ardentes. Enfiei minhas mãozinhas impacientes por dentro do vestido e acariciei os seios pequenas, mas duros & firmes como de uma adolescente. Ela retribui enfiando a mão dentro da minha calça de abrigo, para segurar minha piça já duríssima. Abaixei a alça do vestido e mamei gostoso, sempre de olho no espelho retrovisor para monitorar possíveis olhares indiscretos do motorista. Depois ela se recompôs cobriu os seios, mas abaixou-se e abocanhou minha piça. Chupou com muita voracidade e sedenta de leite. Não me segurei e esporrei gostoso na boca dela, que engoliu tudinho.
Alguns minutos depois desembarcamos em frente ao meu prédio e subimos os quatro lances de escada nos agarrando, eu abraçando-a por trás, para sentir aquele bundão colossal junto ao meu corpinho de toureiro. Mal entramos no apartamento e já nos atracamos furiosamente. Levantei o vestido e caí de boca naquela xana kente de xocolate, totalmente karekinha, toda meladinha. Com meu linguão fi-la gozar abundantemente e sorvi cada gota daquele néctar de chocolate... À essas alturas minha piça já estava com 100% de ereção e ela em transe de orgasmos múltiplos, virou-se de costas para mim. Não vacilei e lambi bem aquele cuzinho marrom, deixando-o bem molhado com a minha saliva. Então ela implorou: "Ai, Adinho, come meu cuzinho, vai, soca essa piça gostosa... come meu cu, me enraba gostoso. O corno do meu marido não gosta de cu... ele diz que é pecado, que é errado, que é o esgoto do corpo..." Não me fiz de rogado e cravei minha piça dura naquele cuzão de chocolate. Ela gemia e se contorcia em cima da cama e eu socava sem dó naquele bundão colossal de 120cm. "Isso, assim, me come, me fode, vai... soca essa piça gostosa no meu cu... me come... me fode... me enraba, coloca tudo neste cuzinho... vai... assim... gostoso, tesudo, tarado... ahhhhh... vou gozar de novo..." e dedilhando a boceta ela gozou de novo com meu pau no cu dela. Então ela desabou na cama e eu enchi o cu dela de porra. Ficamos até umas 18h metendo até que ela teve de ir embora, para que o marido "não desconfiasse". Nos sábados seguintes repetimos a dose. Nosso envolvimento durou uns três meses, porque o marido passou a desconfiar das "visitas" dela a clientes nas tardes de sábados. Como ela morava uma outra cidade da Região Metropolitana Gaúcha, não nos vimos mais. Até porque não tínhamos celular e eu não iria ligar para a residência de uma "senhora casada"...
Gostaram? Comentem.
Mais um conto do Marquesinho Gaúcho.
quinta-feira, 24 de novembro de 2016
UMA LOIRA BEM SAFADA
> Meus leitores sabem que prefiro as bem fornidas, opulentas, tipo PCB, de preferência da cor do pecado, sabor de chocolate... etc. Mas a Daphne atraiu-me não pela opulência das formas corporais, tipo mulherão, e sim pelo envolvimento tal qual uma aranha faz com sua teia. Tímida, mas inteligente e envolvente, essa loirinha bem safadinha sabe usar as palavras para envolver. Ou seja, provei do meu próprio veneno. Após trocarmos muitas letrinhas, começas a ficar íntimos e o tesão virtual chegou a um nível de desejo incontrolável.
Então marcamos de nos conhecer pessoalmente. Ela é discreta, elegante, educada, de alto nível pessoal. Creio que discrição é sua maior característica. Sem maiores delongas fugimos para um lugar para ficarmos à sós entre quatro paredes. Então vi a transformação que os britânicos recomendam. A dama em sociedade virou uma devassa na intimidade. Atracou-se num beijo de tirar o fôlego, com nossas línguas se digladiando dentro de nossas bocas locas, ávidas de desejo e tesão...
As roupas ficaram ali, espalhadas pelo chão e nos atracamos num oral "interminal". Nossa, que baixinha boa de boquete; quase me tirou todo o leitinho de imediato, tive de me segurar.
Tipo mignon, toda torneadinha, com seios de menina e pequinha carequinha e bonitinha, apertadinha. Fi-la gozar com meu linguão e depois ela pediu vagar no momento de penetrar... Fodemos loucamente até meu primeiro gozo. Após o orgasmo mútuo, fomos para o chuveiro e ela me pagou o segundo boquete. Então fodemos sob a água quente e a bundinha durinha ensaboada. Ela não tardou a gozar de novo e foi minha vez de gozar de novo, desta vez na boquinha dela. Engoliu tudinho. Que loirinha bem safadinha, que adora beber leitinho. Agora falta completarmos nossa foda total, ou seja, com um bom e inédito (para ela) anal. Mas isso fica para o próximo conto...
Mais um conto proibido do Marquesinho de Sade Gaúcho.
Tipo mignon, toda torneadinha, com seios de menina e pequinha carequinha e bonitinha, apertadinha. Fi-la gozar com meu linguão e depois ela pediu vagar no momento de penetrar... Fodemos loucamente até meu primeiro gozo. Após o orgasmo mútuo, fomos para o chuveiro e ela me pagou o segundo boquete. Então fodemos sob a água quente e a bundinha durinha ensaboada. Ela não tardou a gozar de novo e foi minha vez de gozar de novo, desta vez na boquinha dela. Engoliu tudinho. Que loirinha bem safadinha, que adora beber leitinho. Agora falta completarmos nossa foda total, ou seja, com um bom e inédito (para ela) anal. Mas isso fica para o próximo conto...
Mais um conto proibido do Marquesinho de Sade Gaúcho.
terça-feira, 18 de janeiro de 2011
A MULATA DOS SONHOS
Sempre tive verdadeiro desejo incontrolável por mulatas & negras. De preferência PCBs (Peitudas, Coxudas e Bundudas). Por isso quando vi casualmente o perfil da Paola no Orkut pirei. Ela é, além de linda, maravilhosa e com um corpaço de atrair até puto.
Ela também é completinha, pois adora exatamente aquilo que eu mais gosto: sodomia. Adicionei-a aos meus amigos, ela aceitou, mas no começo foi pouco receptiva. Em seu perfil constava seu e-mail de acesso ao MSN Messenger. Trocamos algumas letrinhas, mas ela sempre dando pouco retorno. Eu era apenas um macho a mais no pé...
Mas aí ela engravidou e teve que se voltar quase que exclusivamente a gravidez, deixando de lado os relacionamentos. Até porque o pai da criança tinha ido embora para outra cidade. Eu sempre insisti para conhecê-la pessoalmente. Contei minhas viagens, e as vantagens que tinha... Desnudei-me de corpo & alma até que ela entendeu que sou um carinha legal, socialmente correto, ou seja, um devasso na intimidade, mas um lorde na sociedade. Por isso aceitou apenas conhecer-me.
Então em uma tórrida tarde de primavera ela aceitou-se que eu a acompanhasse no trajeto de seu trabalho até o Centro, de onde seguiria de ônibus até sua residência. Adorei o que vi: um rosto lindo e um sorriso encantador, uma grávida linda e feliz. O trajeto até o Centro durou menos de meia-hora. Sentamo-nos em uma Lotação e conversamos animadamente como velhos bons amigos.
Nunca mais nos vimos. O tempo passou, ela teve de entrar em licença maternidade e nesse período eu procurava telefonar periodicamente para saber como ela estava. Então nasceu sua linda filha. Eu sempre me preocupando com o estado de ambas. E assim foi até ela retornar ao trabalho e ao mundinho fashion virtual da Web.
Retomamos o contato pelo Messenger, mas ela mostrava-se arredia ao meu assédio. Então desisti e teclávamos apenas assuntos de amigos. Até o dia que ela postou fotos sensuais. Então confessei que era louco por ela, o que gerou sua revolta. Retomei minha atitude de amigo ideal, etc. e tal. Sempre queria saber notícias dela e da filhinha. Ajudava-a como amigo, na medida do possível. Até que um dia, após uma ajuda considerável, ela enviou-me um torpedo revelando que queria ver-me e me ter por inteiro.
Marcamos o encontro em um local adequado. Endoidei quando vi, pela primeira vez, seu belíssimo corpo nu ao vivo ali, tão perto, tão real e não mais distante. Abracei-a, beijei-a, lambia-a todinha e a chupei como um lobinho cansado e faminto.
Linda, simpática, maravilhosa, com o par de coxas mais apetitosos que já vi, um bundão colossal que eu mesmo medi: 121cm. E a bocetinha de chocolate bem carequinha, como eu prefiro. Chupei-a até ela gozar na minha boca. Ela retribuiu com um perfeito boquete, o qual não resisti e inundei sua bela boca com minha porra quente e viscosa.
A partir desse primeiro encontro tornarmo-nos amigos-amantes. Num próximo encontro finalmente penetrei-a maravilhosamente. Que boceta gostosa, quente, molhada! Deliciosa. Não resisti o calor daquele corpão e gozei gostoso.
Mas ainda faltava o prato principal. Adoro enrabar um bundão de chocolatão. E ela adora tomar no cuzinho. Então em nosso terceiro encontro, finalmente ganhei as profundezas daquele belo rabo. Em uma tarde com mais tempo, após a primeira gozada na boquinha, nos recompomos após um bom banho e partimos para um gosto 69. Minha piça endureceu novamente com aquela chupeta deliciosa e ela se virou de quatro em cima da cama, implorando para que eu a enrabasse. Beijei, lambi e chupei aquele bundão lindão com cor e sabor de chocolate e lubrifiquei bem seu cuzinho gostoso com meu linguão colossal, descomunal, fantástico... Então com ele piscando e ela rebolando, comecei a penetração. Primeiro a cabeçorra avermelhada, inchada... Seu cuzinho se abriu receptivo e ela pediu mais, mais: “Isso, assim, seu safadinho, taradinho, vai, mete mais, soca tudo no meu cuzinho. Ai, adoro tomar no cu... me enraba... me come... me come... todinha. Não para, continua, mete forte, fode gostoso esse cu que tu sempre sonhou... come esse bundão que tu sempre quis... agora ele é teu, todo teu. Esse rabo é só teu”. Respondi que minha piça é só dela.
Não me fiz de rogado e comi. Enrabei gostoso a mulata dos meus sonhos e não resisti muito tempo. Enchi o cuzinho de porra. Desde então, continuamos como amigos e amantes que se amam. Meu pau é só dela e aquele rabo é só meu. [E-mail do contista: comicuzinho_RS@hotmail.com]
Ela também é completinha, pois adora exatamente aquilo que eu mais gosto: sodomia. Adicionei-a aos meus amigos, ela aceitou, mas no começo foi pouco receptiva. Em seu perfil constava seu e-mail de acesso ao MSN Messenger. Trocamos algumas letrinhas, mas ela sempre dando pouco retorno. Eu era apenas um macho a mais no pé...
Mas aí ela engravidou e teve que se voltar quase que exclusivamente a gravidez, deixando de lado os relacionamentos. Até porque o pai da criança tinha ido embora para outra cidade. Eu sempre insisti para conhecê-la pessoalmente. Contei minhas viagens, e as vantagens que tinha... Desnudei-me de corpo & alma até que ela entendeu que sou um carinha legal, socialmente correto, ou seja, um devasso na intimidade, mas um lorde na sociedade. Por isso aceitou apenas conhecer-me.
Então em uma tórrida tarde de primavera ela aceitou-se que eu a acompanhasse no trajeto de seu trabalho até o Centro, de onde seguiria de ônibus até sua residência. Adorei o que vi: um rosto lindo e um sorriso encantador, uma grávida linda e feliz. O trajeto até o Centro durou menos de meia-hora. Sentamo-nos em uma Lotação e conversamos animadamente como velhos bons amigos.
Nunca mais nos vimos. O tempo passou, ela teve de entrar em licença maternidade e nesse período eu procurava telefonar periodicamente para saber como ela estava. Então nasceu sua linda filha. Eu sempre me preocupando com o estado de ambas. E assim foi até ela retornar ao trabalho e ao mundinho fashion virtual da Web.
Retomamos o contato pelo Messenger, mas ela mostrava-se arredia ao meu assédio. Então desisti e teclávamos apenas assuntos de amigos. Até o dia que ela postou fotos sensuais. Então confessei que era louco por ela, o que gerou sua revolta. Retomei minha atitude de amigo ideal, etc. e tal. Sempre queria saber notícias dela e da filhinha. Ajudava-a como amigo, na medida do possível. Até que um dia, após uma ajuda considerável, ela enviou-me um torpedo revelando que queria ver-me e me ter por inteiro.
Marcamos o encontro em um local adequado. Endoidei quando vi, pela primeira vez, seu belíssimo corpo nu ao vivo ali, tão perto, tão real e não mais distante. Abracei-a, beijei-a, lambia-a todinha e a chupei como um lobinho cansado e faminto.
Linda, simpática, maravilhosa, com o par de coxas mais apetitosos que já vi, um bundão colossal que eu mesmo medi: 121cm. E a bocetinha de chocolate bem carequinha, como eu prefiro. Chupei-a até ela gozar na minha boca. Ela retribuiu com um perfeito boquete, o qual não resisti e inundei sua bela boca com minha porra quente e viscosa.
A partir desse primeiro encontro tornarmo-nos amigos-amantes. Num próximo encontro finalmente penetrei-a maravilhosamente. Que boceta gostosa, quente, molhada! Deliciosa. Não resisti o calor daquele corpão e gozei gostoso.
Mas ainda faltava o prato principal. Adoro enrabar um bundão de chocolatão. E ela adora tomar no cuzinho. Então em nosso terceiro encontro, finalmente ganhei as profundezas daquele belo rabo. Em uma tarde com mais tempo, após a primeira gozada na boquinha, nos recompomos após um bom banho e partimos para um gosto 69. Minha piça endureceu novamente com aquela chupeta deliciosa e ela se virou de quatro em cima da cama, implorando para que eu a enrabasse. Beijei, lambi e chupei aquele bundão lindão com cor e sabor de chocolate e lubrifiquei bem seu cuzinho gostoso com meu linguão colossal, descomunal, fantástico... Então com ele piscando e ela rebolando, comecei a penetração. Primeiro a cabeçorra avermelhada, inchada... Seu cuzinho se abriu receptivo e ela pediu mais, mais: “Isso, assim, seu safadinho, taradinho, vai, mete mais, soca tudo no meu cuzinho. Ai, adoro tomar no cu... me enraba... me come... me come... todinha. Não para, continua, mete forte, fode gostoso esse cu que tu sempre sonhou... come esse bundão que tu sempre quis... agora ele é teu, todo teu. Esse rabo é só teu”. Respondi que minha piça é só dela.
Não me fiz de rogado e comi. Enrabei gostoso a mulata dos meus sonhos e não resisti muito tempo. Enchi o cuzinho de porra. Desde então, continuamos como amigos e amantes que se amam. Meu pau é só dela e aquele rabo é só meu. [E-mail do contista: comicuzinho_RS@hotmail.com]
AS TRÊS IRMÃS
Imagino que a maioria dos homens tem a fantasia de comer a cunhada. Mas agora pensem em comer três irmãs! No meu caso, não foi exatamente a cunhada e nem as cunhadas, pois não tinha compromisso com nenhuma delas. Eram irmãs e diferentes fisicamente, mas com algo em comum: gostavam de uma boa sacanagem.
A primeira conheci casualmente. Era amiga da bundudinha que adorava leitinho com chocolate (confira o meu conto com ela). Vi-as no Centro da Capital. A bundudinha, que já me conhecia, parou para cumprimentar-me e apresentou a amiga. Apesar de casa, era bem safada. Na época era ruiva e relativamente magra, com curvas escondidas por roupas bem comportadas. Como o marido estava carente e eu morando sozinho, acabamos na minha cama, na alcova do lobinho. Era muito faminta por sexo e me devorava todo, me chupando e dando o cuzinho bem gostosinho. Numa de suas visitas ao meu ap levou a irmã morena clara (cabelos castanhos bem claros, quase loiros) que também era casada. Um pouco mais corpulenta, com seios médios e firmes, coxas roliças e bumbum arrebitado. Estava de saia ou vestido (nunca sei reparar muito bem nisso). Então enquanto a irmã aguardava-me no meu quarto, flagrei-a no banheiro com a porta entreaberta. Entrei e vi sua bela bunda, a qual elogiei. Com direito a passar a mão e dar uma lambida nas polpas. Ela ficou arrepiadinha e resmungou que “sou casada, não posso permitir isso. Além do mais, minha irmã ta ali na cama esperando”.
Fui pro quarto e descarreguei meu tesão na maninha casadinha e safadinha. A outra na sala, vendo TV, pacientemente aguardando a mama ser devorada pelo lobinho safadinho e taradinho por cuzinho.
Ao se despedirem, a irmã mais recatada piscou o olho e demonstrou um olhar carente de sexo e todo o desejo despertado pela boa foda que a mana ganhou no quarto. Como tinha meu número, claro, ligou-me e perguntou se poderia visitar-me sozinha. Claro que concordei. Então no dia combinado ela chegou toda tímida, linda e cheirosa. Nos atracamos num abraço apertado e trocamos um beijo linguado e bem molhado. Desnudei-a e beijei-a todinha, lambi todo aquele belíssimo corpo de jovem senhora carente e mal comida, chupei a bocetinha bem depiladinha, fazendo com que tivesse o primeiro orgasmo. Depois ela retribuiu me chupando timidamente. Por fim penetrei-a com carinho, com o cuidado de “plastificar” o brutinho, para não corrermos nenhum risco de uma gravidez indesejada. Trepamos em todas as posições conhecidas, mas ela não cedeu o cuzinho. Não quis tomar no cu em hipótese alguma!
Foi a única vez que a comi. Talvez culpada pela traição ao marido, nunca mais quis fornecer pra mim. Foi então que conheci a terceira irmã, a qual a primeira tecia rasgados elogios. “Vais adorar a M., pois ela é bem como tu gostas: alta, bonita, corpulenta, PCB (Peituda, Coxuda e Bunduda)”, detalhou a ruiva.
Então, depois de muita insistência marcamos um encontro no centro histórico da capital mais meridional deste nosso país tropical. Ela estava altiva e elegante, de óculos de grau, parecendo uma advogada ou empresária. Fomos direto para meu apartamento e conversamos animadamente por horas e horas. Nem percebemos a tarde cair e a noite chegar. Então ela alegou que tinha de ir embora. O desejo era indisfarçável, mas nenhum dos dois tomou a iniciativa de fazer o que ambos queríamos: foder.
O tempo passou e não conseguíamos nunca marcar um encontro. O destino conspirou contra nós e ela nunca estava disponível. Nesse período de quase meia década só falávamos por telefone. E sempre trocando conversas, mensagens e fotos quentes. Até que finalmente o dia chegou. Ela me pegou de carro no Centro e nos tocamos para um motelzinho mais próximo. Tínhamos pouco tempo. Ela estava mais linda do que nunca, bronzeadíssima, com belos cabelos loiros emoldurando aquela escultura de corpo. Alta, Bonita, Charmosa, Desejável, Fantástica, Gostosa, Irresitível... Era uma tarde quente e estávamos suados. Trocamos um beijo ardente, represado por mais de cinco anos. Mas ela quis primeiro tomar uma ducha. Voltou nua e linda. Eu esperando-a na cama, peladinho e com a piça duríssima. Ela caiu de boca e chupou vorazmente. Retribui chupando aquela boceta carequinha, gostosinha. Até que gozou na minha boca. Virei-a de quatro e beijei e lambi aquele bundão descomunal de 112cm. Detive-me no cuzinho e chupei gostoso. Então enfiei meu caralho naquela boceta deliciosa. Mas não consegui segurar para comer aquele cuzinho apetitoso e inundei suas costas com minha porra apressada. Depois disso ela se casou e nunca mais nos vimos. Mas ficou o prazer de ter comido três irmãs. Vós também quereis?
by Condinho tarAdinho de satoleP.


A primeira conheci casualmente. Era amiga da bundudinha que adorava leitinho com chocolate (confira o meu conto com ela). Vi-as no Centro da Capital. A bundudinha, que já me conhecia, parou para cumprimentar-me e apresentou a amiga. Apesar de casa, era bem safada. Na época era ruiva e relativamente magra, com curvas escondidas por roupas bem comportadas. Como o marido estava carente e eu morando sozinho, acabamos na minha cama, na alcova do lobinho. Era muito faminta por sexo e me devorava todo, me chupando e dando o cuzinho bem gostosinho. Numa de suas visitas ao meu ap levou a irmã morena clara (cabelos castanhos bem claros, quase loiros) que também era casada. Um pouco mais corpulenta, com seios médios e firmes, coxas roliças e bumbum arrebitado. Estava de saia ou vestido (nunca sei reparar muito bem nisso). Então enquanto a irmã aguardava-me no meu quarto, flagrei-a no banheiro com a porta entreaberta. Entrei e vi sua bela bunda, a qual elogiei. Com direito a passar a mão e dar uma lambida nas polpas. Ela ficou arrepiadinha e resmungou que “sou casada, não posso permitir isso. Além do mais, minha irmã ta ali na cama esperando”.
Fui pro quarto e descarreguei meu tesão na maninha casadinha e safadinha. A outra na sala, vendo TV, pacientemente aguardando a mama ser devorada pelo lobinho safadinho e taradinho por cuzinho.
Ao se despedirem, a irmã mais recatada piscou o olho e demonstrou um olhar carente de sexo e todo o desejo despertado pela boa foda que a mana ganhou no quarto. Como tinha meu número, claro, ligou-me e perguntou se poderia visitar-me sozinha. Claro que concordei. Então no dia combinado ela chegou toda tímida, linda e cheirosa. Nos atracamos num abraço apertado e trocamos um beijo linguado e bem molhado. Desnudei-a e beijei-a todinha, lambi todo aquele belíssimo corpo de jovem senhora carente e mal comida, chupei a bocetinha bem depiladinha, fazendo com que tivesse o primeiro orgasmo. Depois ela retribuiu me chupando timidamente. Por fim penetrei-a com carinho, com o cuidado de “plastificar” o brutinho, para não corrermos nenhum risco de uma gravidez indesejada. Trepamos em todas as posições conhecidas, mas ela não cedeu o cuzinho. Não quis tomar no cu em hipótese alguma!
Foi a única vez que a comi. Talvez culpada pela traição ao marido, nunca mais quis fornecer pra mim. Foi então que conheci a terceira irmã, a qual a primeira tecia rasgados elogios. “Vais adorar a M., pois ela é bem como tu gostas: alta, bonita, corpulenta, PCB (Peituda, Coxuda e Bunduda)”, detalhou a ruiva.
Então, depois de muita insistência marcamos um encontro no centro histórico da capital mais meridional deste nosso país tropical. Ela estava altiva e elegante, de óculos de grau, parecendo uma advogada ou empresária. Fomos direto para meu apartamento e conversamos animadamente por horas e horas. Nem percebemos a tarde cair e a noite chegar. Então ela alegou que tinha de ir embora. O desejo era indisfarçável, mas nenhum dos dois tomou a iniciativa de fazer o que ambos queríamos: foder.
O tempo passou e não conseguíamos nunca marcar um encontro. O destino conspirou contra nós e ela nunca estava disponível. Nesse período de quase meia década só falávamos por telefone. E sempre trocando conversas, mensagens e fotos quentes. Até que finalmente o dia chegou. Ela me pegou de carro no Centro e nos tocamos para um motelzinho mais próximo. Tínhamos pouco tempo. Ela estava mais linda do que nunca, bronzeadíssima, com belos cabelos loiros emoldurando aquela escultura de corpo. Alta, Bonita, Charmosa, Desejável, Fantástica, Gostosa, Irresitível... Era uma tarde quente e estávamos suados. Trocamos um beijo ardente, represado por mais de cinco anos. Mas ela quis primeiro tomar uma ducha. Voltou nua e linda. Eu esperando-a na cama, peladinho e com a piça duríssima. Ela caiu de boca e chupou vorazmente. Retribui chupando aquela boceta carequinha, gostosinha. Até que gozou na minha boca. Virei-a de quatro e beijei e lambi aquele bundão descomunal de 112cm. Detive-me no cuzinho e chupei gostoso. Então enfiei meu caralho naquela boceta deliciosa. Mas não consegui segurar para comer aquele cuzinho apetitoso e inundei suas costas com minha porra apressada. Depois disso ela se casou e nunca mais nos vimos. Mas ficou o prazer de ter comido três irmãs. Vós também quereis?
by Condinho tarAdinho de satoleP.


A VIZINHA "PROFI$$IONAL"
Quem não sonha em comer as vizinhas gostosas? Ainda mais quando são lindas e maravilhosas, plenas e absolutas, simplesmente irresistíveis? Pois eu sempre tive vizinhas assim, mas com esta minha carinha e corpinho de pedir desculpas é claro que nunca logrei êxito. Até que conheci Lena, a deusa morena de longas melenas. Era um sonho: altura mediana, rosto belíssimo, lindos lábios que eram verdadeiros contornos de uma apetitosa boca. Cabelos longos e lisos, pretos como a asa da graúna. Coxas grossas e roliças, bem torneadas... E um bundão colossal, que ela nunca deixou eu medir, mas que deveria ter uns 117 cm. Os seios eram pequenos, mas firmes, durinhos e empinados como de uma púbere, apesar de já beirar o quarto de século de idade.
Ela morava no prédio ao lado do meu, mas no mesmo quarto andar. As janelas do meu quarto e da minha área de serviço ficavam bem em frente ao dormitório dela. Chegávamos em nossos apartamentos mais ou menos nos mesmos horários, ou seja, sempre após a meia-noite. Às vezes ela chegava antes, às vezes eu... O boxe do carro dela era pertinho do meu prédio. Então sempre ouvia o sinal do alarme de seu Corsinha quando ela chegava. Então eu apagava as luzes e a espiava. Ela normalmente andava de saia ou vestido curto, com os coxões bronzeadas de fora. Puta que pariu, como era coxuda! E bunduda! Muito tesuda!
O tempo passava e eu não tinha a menor chance de abordá-la, até porque era muito séria e de pouco papo com vizinhos. Ninguém sabia nada a respeito dela. Eu imaginava que fosse enfermeira, pois nunca trabalhava pelas manhãs e sempre chegava tarde... Numa das noites quentes espiei-a subir... A janela de seu quarto estava aberta. Ela entrou, acendeu a luz e sumiu. Minutos depois voltou nua, com a toalha enrolada nos longos e lindos cabelos negros. Deparei-me com um dos corpos mais lindos que já vi. Tudo como descrevi antes. Os peitinhos eram muito lindinhos, com os biquinhos bem salientes. E ralos pelos pubianos muito bem aparados. E os coxões, e o bundão? Indescritíveis.
Até que um dia comentei sobre minha misteriosa vizinha com uma amiga “profissional” — uma mulatinha PCB que me fazia visitinhas. Descrevi a minha musa e ela perguntou: “Ela não tem um Corsa azul esverdeado, com placas de SC?” Respondi que sim ela, então matou a charada: “Ah, então é a Lena. Ela trabalha em uma sauna que eu vou de vez em quando”. Bah, tchê, pois combinei com minha amiguinha de irmos à referida sauna no sábado seguinte para que ele me apresentasse minha musa. Lá nos encontramos em uma sábado particularmente quente. Minha amiga chamou-a e me apresentou. Ela não me reconheceu (ou fez de conta que não) e agiu profissionalmente, toda simpática e solícita. Nos afastamos do grupo e fomos para a sauna a vapor. Eficientemente fez-me carinhos nos lugares certos e busquei seus lábios. Beijamo-nos gulosamente e já pronto para a batalha ela sugeriu que subíssemos para uma das suítes. Então descarreguei todo o tesão represado durante meses, quiçá mais de um ano. Abracei aquele corpão lindo e perfeito, beijei, chupei e lambi tudinho, cada centímetro quadrada. Fi-la gozar com meu linguão colossal e descomunal para que nunca mais esquecesse de mim. Chupei aquela boceta linda, gostosa e cheirosa até tomar um fartão! Ela retribuiu me “pagando” um gostoso boquete até quase eu gozar. Então se virou de quatro em cima da cama e mandou: “Vem, come a bunda da tua morena, Adinho, vem”. Eu nem me dera por conta, mas com habilidade ela já havia “plastificado” meu brutinho com a própria boca.
Minha gente fui com tudo! Penetrei minha piça naquela boceta gostosa, sentindo contra minha barriguinha enxutinha aquele bundão maravilhoso e gostoso. Ele pediu para que puxasse seus lindos cabelos longos e pretos e rebolou alucinada. Não resisti muito tempo...
Na segunda-feira seguinte enviei para a sauna, à tarde, um lindo buquê de 12 rosas vermelhas e meu cartão de apresentação. Mal recebeu e me ligou, agradecida. Fiquei com seu número registrado com o meu e marcamos para o sábado seguinte. Fui lá novamente e repetimos a dose, com uma longa sessão de chupação e fodemos de todas as formas, jeitos e posições. Mas quando ela ficava de quatro pedindo pica eu não suportava: “Isso, vem Adinho, mete esse pau gostoso na bunda da tua morena. Isso, assim, vai, mata teu desejo, tua vontade...” Não conseguia controlar o gozo com aquele bundão rebolando no meu caralho.
Claro que sempre deixava o “pré$entinho” pré-estipulado no caixa, ao sair. E não era barato não! Ela era uma puta cara! Mas eu estava podendo na época, ganhava bem e não tinha com o que gastar...
Eu continuava espiando-a e ela sempre com as janelas abertas, pois àquelas altas horas só nós dois estávamos acordados. Liguei durante a semana para marcar no sábado seguinte. Então ela sugeriu-me: “Ah, Adinho, pra que ires lá na sauna gastar? Vamos nos encontrar no meu ou no teu apartamento mesmo. Afinal, é tão pertinho”. Puta que pariu, então ela sabia que eu era seu vizinho. Ao que ela brincou: “Bobinho, te reconheci desde a primeira vez”.
Evoluímos, então, de meros e casuais vizinhos para amantes e por fim para amigos-amantes. Passei a pagar o aluguel dela, ajudava no rancho e até nas prestações do carro. Fodíamos quase todas as noites. Numa no meu ap, noutra no dela. Sempre fazendo-a gozar com meu linguão. Ela sempre garantia: “Ah, só você, Adinho, pra me fazer gozar”. Ela só não deixava eu meter naquela cuzinho lindo, cheiroso e gostoso...
Apaixonei-me loucamente por aquela deusa morena e pedi-a várias vezes em casamento. Mas ela disse que não gostava de mim o suficiente para casar comigo. Além do mais, alegava que “o que vão comentar, Adinho, você é um cara conhecido na cidade. Melhor continuarmos assim, vizinhos, amigos e amantes”. E foi o que continuamos...
Até que ela conheceu na sauna um lindo louro forte, do Interior, com dinheiro e um Escort. Apaixonaram-se e ele a levou para a cidadezinha que morava. Casaram-se e vivem felizes para sempre.
Mudou-se e nunca mais a vi. Desconfio que ela me lê no jornal, me ouve na rádio e me vê na TV. E que deixou o maridão comer seu bundão. Paciência, depois disso já ganhei muitos cuzinhos por aqui e ali. Alguma leitora aí está afim de compensar?
Mais um conto proibido do Condinho tarAdinho de satoleP.
Ela morava no prédio ao lado do meu, mas no mesmo quarto andar. As janelas do meu quarto e da minha área de serviço ficavam bem em frente ao dormitório dela. Chegávamos em nossos apartamentos mais ou menos nos mesmos horários, ou seja, sempre após a meia-noite. Às vezes ela chegava antes, às vezes eu... O boxe do carro dela era pertinho do meu prédio. Então sempre ouvia o sinal do alarme de seu Corsinha quando ela chegava. Então eu apagava as luzes e a espiava. Ela normalmente andava de saia ou vestido curto, com os coxões bronzeadas de fora. Puta que pariu, como era coxuda! E bunduda! Muito tesuda!
O tempo passava e eu não tinha a menor chance de abordá-la, até porque era muito séria e de pouco papo com vizinhos. Ninguém sabia nada a respeito dela. Eu imaginava que fosse enfermeira, pois nunca trabalhava pelas manhãs e sempre chegava tarde... Numa das noites quentes espiei-a subir... A janela de seu quarto estava aberta. Ela entrou, acendeu a luz e sumiu. Minutos depois voltou nua, com a toalha enrolada nos longos e lindos cabelos negros. Deparei-me com um dos corpos mais lindos que já vi. Tudo como descrevi antes. Os peitinhos eram muito lindinhos, com os biquinhos bem salientes. E ralos pelos pubianos muito bem aparados. E os coxões, e o bundão? Indescritíveis.
Até que um dia comentei sobre minha misteriosa vizinha com uma amiga “profissional” — uma mulatinha PCB que me fazia visitinhas. Descrevi a minha musa e ela perguntou: “Ela não tem um Corsa azul esverdeado, com placas de SC?” Respondi que sim ela, então matou a charada: “Ah, então é a Lena. Ela trabalha em uma sauna que eu vou de vez em quando”. Bah, tchê, pois combinei com minha amiguinha de irmos à referida sauna no sábado seguinte para que ele me apresentasse minha musa. Lá nos encontramos em uma sábado particularmente quente. Minha amiga chamou-a e me apresentou. Ela não me reconheceu (ou fez de conta que não) e agiu profissionalmente, toda simpática e solícita. Nos afastamos do grupo e fomos para a sauna a vapor. Eficientemente fez-me carinhos nos lugares certos e busquei seus lábios. Beijamo-nos gulosamente e já pronto para a batalha ela sugeriu que subíssemos para uma das suítes. Então descarreguei todo o tesão represado durante meses, quiçá mais de um ano. Abracei aquele corpão lindo e perfeito, beijei, chupei e lambi tudinho, cada centímetro quadrada. Fi-la gozar com meu linguão colossal e descomunal para que nunca mais esquecesse de mim. Chupei aquela boceta linda, gostosa e cheirosa até tomar um fartão! Ela retribuiu me “pagando” um gostoso boquete até quase eu gozar. Então se virou de quatro em cima da cama e mandou: “Vem, come a bunda da tua morena, Adinho, vem”. Eu nem me dera por conta, mas com habilidade ela já havia “plastificado” meu brutinho com a própria boca.
Minha gente fui com tudo! Penetrei minha piça naquela boceta gostosa, sentindo contra minha barriguinha enxutinha aquele bundão maravilhoso e gostoso. Ele pediu para que puxasse seus lindos cabelos longos e pretos e rebolou alucinada. Não resisti muito tempo...
Na segunda-feira seguinte enviei para a sauna, à tarde, um lindo buquê de 12 rosas vermelhas e meu cartão de apresentação. Mal recebeu e me ligou, agradecida. Fiquei com seu número registrado com o meu e marcamos para o sábado seguinte. Fui lá novamente e repetimos a dose, com uma longa sessão de chupação e fodemos de todas as formas, jeitos e posições. Mas quando ela ficava de quatro pedindo pica eu não suportava: “Isso, vem Adinho, mete esse pau gostoso na bunda da tua morena. Isso, assim, vai, mata teu desejo, tua vontade...” Não conseguia controlar o gozo com aquele bundão rebolando no meu caralho.
Claro que sempre deixava o “pré$entinho” pré-estipulado no caixa, ao sair. E não era barato não! Ela era uma puta cara! Mas eu estava podendo na época, ganhava bem e não tinha com o que gastar...
Eu continuava espiando-a e ela sempre com as janelas abertas, pois àquelas altas horas só nós dois estávamos acordados. Liguei durante a semana para marcar no sábado seguinte. Então ela sugeriu-me: “Ah, Adinho, pra que ires lá na sauna gastar? Vamos nos encontrar no meu ou no teu apartamento mesmo. Afinal, é tão pertinho”. Puta que pariu, então ela sabia que eu era seu vizinho. Ao que ela brincou: “Bobinho, te reconheci desde a primeira vez”.
Evoluímos, então, de meros e casuais vizinhos para amantes e por fim para amigos-amantes. Passei a pagar o aluguel dela, ajudava no rancho e até nas prestações do carro. Fodíamos quase todas as noites. Numa no meu ap, noutra no dela. Sempre fazendo-a gozar com meu linguão. Ela sempre garantia: “Ah, só você, Adinho, pra me fazer gozar”. Ela só não deixava eu meter naquela cuzinho lindo, cheiroso e gostoso...
Apaixonei-me loucamente por aquela deusa morena e pedi-a várias vezes em casamento. Mas ela disse que não gostava de mim o suficiente para casar comigo. Além do mais, alegava que “o que vão comentar, Adinho, você é um cara conhecido na cidade. Melhor continuarmos assim, vizinhos, amigos e amantes”. E foi o que continuamos...
Até que ela conheceu na sauna um lindo louro forte, do Interior, com dinheiro e um Escort. Apaixonaram-se e ele a levou para a cidadezinha que morava. Casaram-se e vivem felizes para sempre.
Mudou-se e nunca mais a vi. Desconfio que ela me lê no jornal, me ouve na rádio e me vê na TV. E que deixou o maridão comer seu bundão. Paciência, depois disso já ganhei muitos cuzinhos por aqui e ali. Alguma leitora aí está afim de compensar?
Mais um conto proibido do Condinho tarAdinho de satoleP.
A MULATA SAFADA E TARADA
A gente sempre acha que já conheceu a melhor amante possível. Mas sempre a próxima é melhor. Eu até já estava sem esperança de que fosse encontrar uma mulata ou negra tão boa e gostosa quanto às anteriores. E que fosse completinha. Afinal, não sou mais menino. Embora ainda esteja longe da terceira idade. Mas vamos ao que interessa: o conto da foda.
Eu a tinha visto só uma vez. E fora suficiente. Foi no Cento de nossa Capital. Em um dia qualquer, isso é o que menos importa. A vi, logo ali, ao meu alcance. Estava acompanhada de uma amiga e o que me chamou a atenção foi a cor e o traseiro, até porque estava de costas. Apressei o passo e a alcancei, confirmando minhas suspeitas: era uma negra linda e gostosa, com bundão grande, como eu gosto. Segui-a por uns dez quarteirões, mais ou menos, até que pintasse uma chance de abordá-la. O que não estava fácil, pois a acompanhante dela tinha cara de poucas amigas... Surgiu, então, minha chance: pararam em um bar para tomar uma cerveja, o que apetecia, pois o começo de tarde estava quente. Aproximei-me, puxei uma conversa qualquer e diante da pouca receptividade da amiga dela, limitei-me a dar meu cartão e trocar números telefônicos com a deusa de ébano.
Ela nunca me ligou e durante mais de um semestre enviei-lhe mensagens, liguei algumas vezes para convidá-la pra sair. Até que passados alguns meses ela finalmente aceitou nos encontrarmos, só nós dois. Sentamos e conversamos, mostrei-lhe um dos meus contos – de uma história parecidíssima com a nossa... Ela pelo visto gostou... Estávamos ambos atraídos e arrisquei um convite para irmos para um local apropriado. Ela relutou, pensou e... Topou. Em minutos estávamos em um motelzinho do Centro mesmo. Ela, então, terminou o conto e para minha surpresa revelou que gosta de dar o que mais gosto de ganhar: o cuzinho. Então já enlouquecidamente atraídos e excitados nos atracamos num beijo tipo arranca-língua. Livrei os seios bicudos e mamei-os com vontade, ao que ela respondeu com gemidos e sussurros de tesão. Não resisti e tirei a piça pra fora da calça. Ele se encantou e abocanhou, sem antes comentar: “Como tu é safado mesmo, né tarAdinho!” Nem precisei confirmar, pois a essas alturas estávamos ambos nos chupando alucinadamente. Ela tem a bocetinha carequinha, com cor e gosto de chocolate, o que me enlouquece. Não resistimos e após ela ter o primeiro gozo graças ao meu ágil linguão, “plastificou” o pequeno 14 e sentou-se nele, murmurando que sou gostoso, tesudo, tarado... “Tu é muito gostoso, desgranido, desgraçado... isso, assim, me come, me fode, tesudo, tarado...”.
Como eu estava muito atrasado não resisti muito tempo e enchi a camisinha de leitinho light. Mas ela queria mais, queria tomar no cu. Tomamos uma ducha e voltamos nus pra cama. Recomeçamos. Primeiro um beijo, depois mamadas nos peitos gostosos, depois uma nova chupada na bocetinha peladinha... ela pagou novo boquete pra deixar minha piça nem dura e finalmente meti no seu cuzinho. Ao que ela passou a murmurar, bem tarada: “Isso tarAdinho... mete no meu cuzinho... bota essa piça linda e gostosa bem no fundo... assim... me come toda... seu desgraçado, desgranido... assim... me fode... me come... me arromba... ai... me fode... come esse cu... agora ele é todo teu... fode como quiser... continua... tá gostoso... não pára... me bate... forte... bate na minha bunda... vou dar sempre esse cuzinho prá ti... tesudo... tarado... gostoso... coloca tudo... come essa bunda que tu tanto olhava naquele dia... ai, que gostoso tomar no cu... isso... assim... tá gostoso... vai... mais forte... me machuca... eu adoro tomar no cu... esse cu agora é teu, todo teu, só teu... come tudo... me fode...” E eu comi, enfiei e soquei com força, bombei muito até não agüentar mais... Daí inundei a bunda dela com minha porra quente.
Passamos a repetir nossos encontros seguidamente.
Mais um conto do comeCUzinho, o tarAdinho por cuzinho.
Eu a tinha visto só uma vez. E fora suficiente. Foi no Cento de nossa Capital. Em um dia qualquer, isso é o que menos importa. A vi, logo ali, ao meu alcance. Estava acompanhada de uma amiga e o que me chamou a atenção foi a cor e o traseiro, até porque estava de costas. Apressei o passo e a alcancei, confirmando minhas suspeitas: era uma negra linda e gostosa, com bundão grande, como eu gosto. Segui-a por uns dez quarteirões, mais ou menos, até que pintasse uma chance de abordá-la. O que não estava fácil, pois a acompanhante dela tinha cara de poucas amigas... Surgiu, então, minha chance: pararam em um bar para tomar uma cerveja, o que apetecia, pois o começo de tarde estava quente. Aproximei-me, puxei uma conversa qualquer e diante da pouca receptividade da amiga dela, limitei-me a dar meu cartão e trocar números telefônicos com a deusa de ébano.
Ela nunca me ligou e durante mais de um semestre enviei-lhe mensagens, liguei algumas vezes para convidá-la pra sair. Até que passados alguns meses ela finalmente aceitou nos encontrarmos, só nós dois. Sentamos e conversamos, mostrei-lhe um dos meus contos – de uma história parecidíssima com a nossa... Ela pelo visto gostou... Estávamos ambos atraídos e arrisquei um convite para irmos para um local apropriado. Ela relutou, pensou e... Topou. Em minutos estávamos em um motelzinho do Centro mesmo. Ela, então, terminou o conto e para minha surpresa revelou que gosta de dar o que mais gosto de ganhar: o cuzinho. Então já enlouquecidamente atraídos e excitados nos atracamos num beijo tipo arranca-língua. Livrei os seios bicudos e mamei-os com vontade, ao que ela respondeu com gemidos e sussurros de tesão. Não resisti e tirei a piça pra fora da calça. Ele se encantou e abocanhou, sem antes comentar: “Como tu é safado mesmo, né tarAdinho!” Nem precisei confirmar, pois a essas alturas estávamos ambos nos chupando alucinadamente. Ela tem a bocetinha carequinha, com cor e gosto de chocolate, o que me enlouquece. Não resistimos e após ela ter o primeiro gozo graças ao meu ágil linguão, “plastificou” o pequeno 14 e sentou-se nele, murmurando que sou gostoso, tesudo, tarado... “Tu é muito gostoso, desgranido, desgraçado... isso, assim, me come, me fode, tesudo, tarado...”.
Como eu estava muito atrasado não resisti muito tempo e enchi a camisinha de leitinho light. Mas ela queria mais, queria tomar no cu. Tomamos uma ducha e voltamos nus pra cama. Recomeçamos. Primeiro um beijo, depois mamadas nos peitos gostosos, depois uma nova chupada na bocetinha peladinha... ela pagou novo boquete pra deixar minha piça nem dura e finalmente meti no seu cuzinho. Ao que ela passou a murmurar, bem tarada: “Isso tarAdinho... mete no meu cuzinho... bota essa piça linda e gostosa bem no fundo... assim... me come toda... seu desgraçado, desgranido... assim... me fode... me come... me arromba... ai... me fode... come esse cu... agora ele é todo teu... fode como quiser... continua... tá gostoso... não pára... me bate... forte... bate na minha bunda... vou dar sempre esse cuzinho prá ti... tesudo... tarado... gostoso... coloca tudo... come essa bunda que tu tanto olhava naquele dia... ai, que gostoso tomar no cu... isso... assim... tá gostoso... vai... mais forte... me machuca... eu adoro tomar no cu... esse cu agora é teu, todo teu, só teu... come tudo... me fode...” E eu comi, enfiei e soquei com força, bombei muito até não agüentar mais... Daí inundei a bunda dela com minha porra quente.
Passamos a repetir nossos encontros seguidamente.
Mais um conto do comeCUzinho, o tarAdinho por cuzinho.
A RECEPCIONISTA RECEPTIVA
Eu já havia saído da emissora de rádio que comecei minha carreira havia uns dois anos. Pouco mais de um ano trabalhando na capital (mais meridional do Brasil tropical) fiz uma visita para rever antigos colegas e velhos amigos. Fui recebido por uma nova recepcionista (ao mesmo tempo telefonista, o que é comum nas rádios de interior) muito atraente, bonita, simpática e receptiva. Era loira, olhos verdes e um belo corpo: seios médios e firmes, acinturada, com coxas grossas e bem torneadas e com bela bunda.
Ela não era do meu tempo. Mas foi atenciosa, até porque todos me conheciam na emissora. Ela mostrou-se particularmente simpática pelo fato de eu ser um nativo que havia arriscado a sorte na capital. Com relativo sucesso. Sorriu-me receptiva e trocamos olhares cúmplices. Terminada a visita aos velhos colegas e amigos, fui embora e voltei para a Capital. Mas nos dias seguintes ligava para a emissora (ela sempre que atendia, claro) e me derramava em elogios, tipo “que pena que não tive o prazer de sermos colegas nos tempos que eu trabalhava aí”, etc. Ela correspondia lamentando também e comentando que “sempre que vieres à tua terra natal avisa-me, para nos vermos” e “se me convidares vou até a Capital te visitar”, etc. Trocamos endereços e passamos a nos comunicar por cartas, pois na época (segunda metade da década de 1980) não havia Internet no Sul do Brasil e, por conseguinte, e-mails...
Modéstia às favas, sou bom de trololó, tanto escrevendo quanto falando (o que Deus não me deu de beleza me deu de talento e uma voz aveludada, bonita, charmosa, doce, etc.). Derramava-me em elogios, ao que ela retribuía. Em uma das cartas escreveu o seguinte: “Estou louca para ficar contigo, te sentir todinho, te amar loucamente. Sabe, estou sentindo o que te escrevo, um tesão imenso. Sinto isso agora, neste momento. Queria estar contigo agora, em vez de escrever. Queria estar te amando... Ah, por que está longe daqui? Se estivesses aqui te telefonaria para sairmos hoje e ficarmos juntos à noite inteira. Seria maravilhoso. Não acha que isso poderia acontecer... Mas tudo bem, o nosso dia vai chegar, e logo! E o mundo inteiro que se dane, para não dizer (que se foda)!... Sabe, Adinho, não aguentei. Parei de escrever para me masturbar. Meu coração ainda está batendo forte e to no alívio de ter acabado de gozar... queria que tu tivesse feito isso, ou que juntos tivéssemos acabado... seria tão bom, tão gostoso, tão gratificante. Nunca pensei que eu fosse sentir o que senti só pensando em TUDO que poderemos fazer juntos”.
Pois o nosso dia (ou melhor, noite) chegou e ficamos juntos. Muito juntos, juntinhos. Numa de minhas idas e vindas, liguei para a casa dela (morava com a mãe e uma filha pequena) e marcamos para nos encontrar à noite. Após algumas bebidas, beijos e arretos dentro do carro, estacionado numa avenida central da minha cidade, rumamos para um motel perto da casa da minha mãe. Mal entramos no quarto nossos corpos se fundiram num só. Nossos beijos foram muito ardentes, com nossas línguas se digladiando em nossas bocas.
Arranquei sua roupa e deixei-a nua. Corpo bonito e desejável. Apesar de já ter sido mãe, mantinha os peitos perfeitos (médios, firmes, duros e empinados), a cintura fina, as coxas grossas e a bunda grande. Beijei-a, chupei-a e a lambi todinha. Detive-me em seus belos seios, com mamilos róseos, mamado-os alternadamente. Depois de dar-lhe um banho de gato, direcionei minha chupada para a sua bocetinha linda e cheirosa, contornada por belos pelinhos loiros. Chupei-a longamente com meu linguão colossal, descomunal e fantástico até ela se contorcer e urrar de prazer e gozo.
Então ela retribuiu e me chupou até quase eu gozar. Alertei-a para isso e então ela sentou-se na minha pica, engolindo-a por inteiro. Deitado na cama redonda eu acompanhava pelo espelho do teto ela cavalgar no meu caralho duríssimo. Não resisti seu rebolado alucinante e inundei-a com minha porra abundante. Naquela época não era necessário usar-se camisinhas, até porque ela tomava pílulas anticoncepcionais. Óbvio que ela teve um segundo orgasmo.
Fomos para o “intervalo” do primeiro para o segundo tempo. Após um banho juntos, cheio de beijos e carinhos, voltamos pra cama e fizemos um 69 inesquecível. Ela gozou de novo e pediu pra ser penetrada novamente, mas desta vez onde eu mais gosto: no cuzinho. Ela se virou, ficou de quatro com o bundão empinado. Com a piça em riste, comecei a penetrar com vagar... Primeiro a cabeçorra e depois aos pouquinhos, com ela implorando pra ser enrabada: “mete tudo logo. Adoro tomar no cu. Amo dar meu rabo. Isso, assim, me come... fode meu cu seu safadinho gostosinho... Nossa, que caralho gostoso! Mete tudo, não para, fode esse cu...”
Claro que eu fodi. E muito. Soquei com força naquela bunda bonita e carnuda. Até não resistir e inundar aquele cuzinho com meu leitinho quentinho e viscoso. Ela teve, então, seu quarto orgasmo naquela noite. E o melhor, porque foi múltiplo.
Passamos o resto da noite trapando e quase ao amanhecer deixei-a em casa. Depois daquela vez, foram muitas idas & vindas. Tanto minha até minha cidade. Quanto dela até a Capital. Dois anos depois reencontrei uma velha colega de Escola que morava em Porto Alegre, como eu, começas a sair e acabei casando-me com ela. Então fui obrigado a deixar a recepcionista receptiva para outro...
Mais um conto proibido do Condinho safAdinho de satoleP (RS)
Ela não era do meu tempo. Mas foi atenciosa, até porque todos me conheciam na emissora. Ela mostrou-se particularmente simpática pelo fato de eu ser um nativo que havia arriscado a sorte na capital. Com relativo sucesso. Sorriu-me receptiva e trocamos olhares cúmplices. Terminada a visita aos velhos colegas e amigos, fui embora e voltei para a Capital. Mas nos dias seguintes ligava para a emissora (ela sempre que atendia, claro) e me derramava em elogios, tipo “que pena que não tive o prazer de sermos colegas nos tempos que eu trabalhava aí”, etc. Ela correspondia lamentando também e comentando que “sempre que vieres à tua terra natal avisa-me, para nos vermos” e “se me convidares vou até a Capital te visitar”, etc. Trocamos endereços e passamos a nos comunicar por cartas, pois na época (segunda metade da década de 1980) não havia Internet no Sul do Brasil e, por conseguinte, e-mails...
Modéstia às favas, sou bom de trololó, tanto escrevendo quanto falando (o que Deus não me deu de beleza me deu de talento e uma voz aveludada, bonita, charmosa, doce, etc.). Derramava-me em elogios, ao que ela retribuía. Em uma das cartas escreveu o seguinte: “Estou louca para ficar contigo, te sentir todinho, te amar loucamente. Sabe, estou sentindo o que te escrevo, um tesão imenso. Sinto isso agora, neste momento. Queria estar contigo agora, em vez de escrever. Queria estar te amando... Ah, por que está longe daqui? Se estivesses aqui te telefonaria para sairmos hoje e ficarmos juntos à noite inteira. Seria maravilhoso. Não acha que isso poderia acontecer... Mas tudo bem, o nosso dia vai chegar, e logo! E o mundo inteiro que se dane, para não dizer (que se foda)!... Sabe, Adinho, não aguentei. Parei de escrever para me masturbar. Meu coração ainda está batendo forte e to no alívio de ter acabado de gozar... queria que tu tivesse feito isso, ou que juntos tivéssemos acabado... seria tão bom, tão gostoso, tão gratificante. Nunca pensei que eu fosse sentir o que senti só pensando em TUDO que poderemos fazer juntos”.
Pois o nosso dia (ou melhor, noite) chegou e ficamos juntos. Muito juntos, juntinhos. Numa de minhas idas e vindas, liguei para a casa dela (morava com a mãe e uma filha pequena) e marcamos para nos encontrar à noite. Após algumas bebidas, beijos e arretos dentro do carro, estacionado numa avenida central da minha cidade, rumamos para um motel perto da casa da minha mãe. Mal entramos no quarto nossos corpos se fundiram num só. Nossos beijos foram muito ardentes, com nossas línguas se digladiando em nossas bocas.
Arranquei sua roupa e deixei-a nua. Corpo bonito e desejável. Apesar de já ter sido mãe, mantinha os peitos perfeitos (médios, firmes, duros e empinados), a cintura fina, as coxas grossas e a bunda grande. Beijei-a, chupei-a e a lambi todinha. Detive-me em seus belos seios, com mamilos róseos, mamado-os alternadamente. Depois de dar-lhe um banho de gato, direcionei minha chupada para a sua bocetinha linda e cheirosa, contornada por belos pelinhos loiros. Chupei-a longamente com meu linguão colossal, descomunal e fantástico até ela se contorcer e urrar de prazer e gozo.
Então ela retribuiu e me chupou até quase eu gozar. Alertei-a para isso e então ela sentou-se na minha pica, engolindo-a por inteiro. Deitado na cama redonda eu acompanhava pelo espelho do teto ela cavalgar no meu caralho duríssimo. Não resisti seu rebolado alucinante e inundei-a com minha porra abundante. Naquela época não era necessário usar-se camisinhas, até porque ela tomava pílulas anticoncepcionais. Óbvio que ela teve um segundo orgasmo.
Fomos para o “intervalo” do primeiro para o segundo tempo. Após um banho juntos, cheio de beijos e carinhos, voltamos pra cama e fizemos um 69 inesquecível. Ela gozou de novo e pediu pra ser penetrada novamente, mas desta vez onde eu mais gosto: no cuzinho. Ela se virou, ficou de quatro com o bundão empinado. Com a piça em riste, comecei a penetrar com vagar... Primeiro a cabeçorra e depois aos pouquinhos, com ela implorando pra ser enrabada: “mete tudo logo. Adoro tomar no cu. Amo dar meu rabo. Isso, assim, me come... fode meu cu seu safadinho gostosinho... Nossa, que caralho gostoso! Mete tudo, não para, fode esse cu...”
Claro que eu fodi. E muito. Soquei com força naquela bunda bonita e carnuda. Até não resistir e inundar aquele cuzinho com meu leitinho quentinho e viscoso. Ela teve, então, seu quarto orgasmo naquela noite. E o melhor, porque foi múltiplo.
Passamos o resto da noite trapando e quase ao amanhecer deixei-a em casa. Depois daquela vez, foram muitas idas & vindas. Tanto minha até minha cidade. Quanto dela até a Capital. Dois anos depois reencontrei uma velha colega de Escola que morava em Porto Alegre, como eu, começas a sair e acabei casando-me com ela. Então fui obrigado a deixar a recepcionista receptiva para outro...
Mais um conto proibido do Condinho safAdinho de satoleP (RS)
segunda-feira, 5 de fevereiro de 2007
A RUIVINHA LINDINHA E MEIGUINHA
Aquela tarde prenunciava-se mais uma de rotina enfadonha e modorrenta na Câmara Municipal da Capital. Mas eis que flagro um veterano colega no mais puro estilo gardelón cercando de gentilezas duas mulheres. Uma casa e a outra jovem e bonita, aparentando não mais de 20 anos. Era ruiva, com lindos olhos verdes e toda torneada. Parecidíssima com a atriz que faz o papel da namoradinha do Homem Aranha nos filmes mais recentes da série.
Como meu colega estava um tanto quanto atrapalhado e tergiversando muito, aproximei-me para socorrê-lo. E para ver de perto aquele jovem linda e tímida. Então dei a informação sobre a localização do gabinete do vereador que procuravam. Foram pelo corredor e eu fiquei observando atentamente o belíssimo corpo da ruivinha. Não fiquei sabendo sequer seu nome e nem peguei seu número.
Ela virou-se e agradeceu sorrindo com um olhar tímido. Meu colega exclamou com sua voz gasguita característica: “Que linda!”.
Algum tempo depois ambas voltaram à Colenda e então nos falamos um pouco mais. Fiquei sabendo que ela tinha vindo do interior gaúcho para tentar a vida. Morava com o irmão e a cunhada (que mais uma vez a acompanhava). Desta vez deixei-lhe meu cartão de visitas.
Tempos depois ela me ligou e conversamos. Marcamos de nos encontrar pra sentar e conversar. A simpatia foi mútua. Algumas conversas depois, convidei-a para ir até meu apartamento, pois na época eu estava separado e morava sozinha. Ela foi numa manhã de sexta, pois eu tinha mais tempo livre. Conversamos animadamente e pedi licença para tomar um banho, pois estava na hora de sair. Tomei meu banho, vesti-me e convidei-a para sairmos juntos. Ela estava sentada no sofá e sentei-me ao seu lado. Nossos olhares se buscaram e o primeiro beijo inevitável. Sei beijo ótimo excitou-me e ela percebeu o volume na minha calça. Percebi seu olhar pra minha braguilha e comentei: “Viu o jeito que me deixaste?”. Então abri a braguilha e tirei minha piça pra fora. Havia tomando banho há pouco e ela estava limpinha e cheirosa. Então ela deu um beijo cálido na glande, seguindo-se com uma lambidinha na chapeleta. Então, gulosamente, abocanhou meu caralho e chupou de forma faminta e gulosa. Fê-lo sumir totalmente dentro de sua linda boquinha e ferozmente começou a acelerar. Então ressalvei que naquele ritmo eu não iria resistir e acabaria gozando. Ela não me deu ouvidos e continuou, acelerando e chupando cada vez mais forte. Então não resisti e inundei aquela boquinha gulosa com minha porra quente e viscosa. Engoliu tudo. Foi o melhor boquete que já ganhei até hoje.
Então, como ambos tínhamos compromissos, resolvemos sair e deixar minha retribuição para um próximo encontro. “Na próxima sexta eu te retribuirei com juros e correção, em dobro, ok?”. Assentiu.
Na semana seguinte ela foi lá na alcova do lobinho e então pude retribuir com uma de minhas especialidades. Chupei-a ardorosamente, como um lobo faminto. Ah, minha gente, que delicia de bocetinha. Na idade perfeita (19 aninhos) e com ralos pelinhos ruivos. Chupei-a com muito prazer por um tempo incomensurável. Até fazê-la contorcer-se de prazer em cima de minha cama. Mais uma vez tínhamos compromissos fora e tivemos de deixar uma foda mais completa para a semana seguinte.
Já muito atraídos, no nosso próximo encontro pudemos ter uma trepada digna de um quarentão com uma linda ruivinha de 19 aninhos. Mamei seus peitinhos de menina, chupamo-nos muito e fodemos muito gostoso, com direito a gozar na boca um do outro. Nossa, que delícia de trepada! Como é bom comer uma ruivinha meiguinha de 19 aninhos!
Mas ainda faltava a foda completa. Então, na semana seguinte, depois de muitas chupadas mútuas e muita piça na bocetinha, virei-a de bundinha pra cima e chupei aquele lindo cuzinho. Beijei, chupei e lambi até ele se abrir. Então, com ele abertinho, encostei a cabeçorra da piça, que nessas alturas estava inchada e avermelhada. Aquele cuzinho apertadinho, mesmo resistindo, foi se abrindo pra receber meu “pequeno 14” duríssimo, com 100% de ereção, ideal para anal. E como se sabe, depois que a cabeça passa, o resto entra fácil.
Ah, minha gente, que bundinha linda, que cuzinho gostoso! Soquei muito, num vai-e-vem gostoso, com ela gemendo e sussurrando: “Isso, assim, vai tarAdinho, come meu cuzinho... Isso, vai, não pára, mete, bota mais, coloca tudo no meu rabinho... Ai, Ui, que delícia. Assim, come meu cu, me fode, me come, me arromba, coloca tudinho no meu cuzinho... ai, assim, vai, bota essa piça gostosa no meu cu...”.
Bem, resisti o quanto pude e então, já não me agüentando mais, inundei aquele cuzinho gostoso com minha porra quente. A partir dali, todas as semanas nos encontrávamos para uma fode completa. Foi uma das melhores parceiras que já tive. Depois ela arrumou um namoradinho ciumentinho e ficamos algum tempo sem nos vermos. Mas de vez em quando nos reencontramos para matarmos a saudade mútua...
Como meu colega estava um tanto quanto atrapalhado e tergiversando muito, aproximei-me para socorrê-lo. E para ver de perto aquele jovem linda e tímida. Então dei a informação sobre a localização do gabinete do vereador que procuravam. Foram pelo corredor e eu fiquei observando atentamente o belíssimo corpo da ruivinha. Não fiquei sabendo sequer seu nome e nem peguei seu número.
Ela virou-se e agradeceu sorrindo com um olhar tímido. Meu colega exclamou com sua voz gasguita característica: “Que linda!”.
Algum tempo depois ambas voltaram à Colenda e então nos falamos um pouco mais. Fiquei sabendo que ela tinha vindo do interior gaúcho para tentar a vida. Morava com o irmão e a cunhada (que mais uma vez a acompanhava). Desta vez deixei-lhe meu cartão de visitas.
Tempos depois ela me ligou e conversamos. Marcamos de nos encontrar pra sentar e conversar. A simpatia foi mútua. Algumas conversas depois, convidei-a para ir até meu apartamento, pois na época eu estava separado e morava sozinha. Ela foi numa manhã de sexta, pois eu tinha mais tempo livre. Conversamos animadamente e pedi licença para tomar um banho, pois estava na hora de sair. Tomei meu banho, vesti-me e convidei-a para sairmos juntos. Ela estava sentada no sofá e sentei-me ao seu lado. Nossos olhares se buscaram e o primeiro beijo inevitável. Sei beijo ótimo excitou-me e ela percebeu o volume na minha calça. Percebi seu olhar pra minha braguilha e comentei: “Viu o jeito que me deixaste?”. Então abri a braguilha e tirei minha piça pra fora. Havia tomando banho há pouco e ela estava limpinha e cheirosa. Então ela deu um beijo cálido na glande, seguindo-se com uma lambidinha na chapeleta. Então, gulosamente, abocanhou meu caralho e chupou de forma faminta e gulosa. Fê-lo sumir totalmente dentro de sua linda boquinha e ferozmente começou a acelerar. Então ressalvei que naquele ritmo eu não iria resistir e acabaria gozando. Ela não me deu ouvidos e continuou, acelerando e chupando cada vez mais forte. Então não resisti e inundei aquela boquinha gulosa com minha porra quente e viscosa. Engoliu tudo. Foi o melhor boquete que já ganhei até hoje.
Então, como ambos tínhamos compromissos, resolvemos sair e deixar minha retribuição para um próximo encontro. “Na próxima sexta eu te retribuirei com juros e correção, em dobro, ok?”. Assentiu.
Na semana seguinte ela foi lá na alcova do lobinho e então pude retribuir com uma de minhas especialidades. Chupei-a ardorosamente, como um lobo faminto. Ah, minha gente, que delicia de bocetinha. Na idade perfeita (19 aninhos) e com ralos pelinhos ruivos. Chupei-a com muito prazer por um tempo incomensurável. Até fazê-la contorcer-se de prazer em cima de minha cama. Mais uma vez tínhamos compromissos fora e tivemos de deixar uma foda mais completa para a semana seguinte.
Já muito atraídos, no nosso próximo encontro pudemos ter uma trepada digna de um quarentão com uma linda ruivinha de 19 aninhos. Mamei seus peitinhos de menina, chupamo-nos muito e fodemos muito gostoso, com direito a gozar na boca um do outro. Nossa, que delícia de trepada! Como é bom comer uma ruivinha meiguinha de 19 aninhos!
Mas ainda faltava a foda completa. Então, na semana seguinte, depois de muitas chupadas mútuas e muita piça na bocetinha, virei-a de bundinha pra cima e chupei aquele lindo cuzinho. Beijei, chupei e lambi até ele se abrir. Então, com ele abertinho, encostei a cabeçorra da piça, que nessas alturas estava inchada e avermelhada. Aquele cuzinho apertadinho, mesmo resistindo, foi se abrindo pra receber meu “pequeno 14” duríssimo, com 100% de ereção, ideal para anal. E como se sabe, depois que a cabeça passa, o resto entra fácil.
Ah, minha gente, que bundinha linda, que cuzinho gostoso! Soquei muito, num vai-e-vem gostoso, com ela gemendo e sussurrando: “Isso, assim, vai tarAdinho, come meu cuzinho... Isso, vai, não pára, mete, bota mais, coloca tudo no meu rabinho... Ai, Ui, que delícia. Assim, come meu cu, me fode, me come, me arromba, coloca tudinho no meu cuzinho... ai, assim, vai, bota essa piça gostosa no meu cu...”.
Bem, resisti o quanto pude e então, já não me agüentando mais, inundei aquele cuzinho gostoso com minha porra quente. A partir dali, todas as semanas nos encontrávamos para uma fode completa. Foi uma das melhores parceiras que já tive. Depois ela arrumou um namoradinho ciumentinho e ficamos algum tempo sem nos vermos. Mas de vez em quando nos reencontramos para matarmos a saudade mútua...
A MÃE DA CANDIDATA A RAINHA
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Muito se comenta em uma roda qualquer quem incomoda mais? A mãe da miss, ou o pai do candidato a jogador de futebol? Cronista esportivo gaúcho há muito tempo, sei o quanto pai de jogador – ou candidato a tal – incomoda. À direção e à mídia. Para os pais, os filhos são sempre os melhores, os craques... Quanto à mãe de miss, ou candidata de concurso de beleza, não tenho muita experiência, embora já tenha sido jurado várias vezes. A vivência mais próxima é a que relato a seguir.No final do século XX (ou Segundo Milênio), ou seja, pouco antes do fatídico (para mim) ano 2000, fui um dos jurados do concurso A Rainha do Esporte Gaúcho. Eram umas 50 garotas. De todo o Rio Grande do Sul, representando clubes sociais e esportivos. Todas muito bonitas. Uma, em particular, chamou-me à atenção não só pela beleza, mas pelo charme, empatia e personalidade. Era morena, magra, bem torneada, cabelos pretos e lisos, mas a força do olhar marcou-me muito. E tinha apenas 16 aninhos. Votei nela para as dez finalistas. Mas infelizmente fui voto vencido. Os meus colegas de júri preferiram as loiras altas e opulentas.Finalizado o concurso, fiz uma gentileza com uma amiga dela e sua mãe, dando-lhe dinheiro para voltarem de táxi. Passado algum tempo, essa amiguinha ligou-me para agradecer a gentileza e dizer que eu precisava conhecer a mãe da sua amiga, que combinava comigo, etc. Consegui seu endereço e escrevi. Demorou muito tempo, mas um dia a mãe da minha candidata preferida ligou-me. Conversamos animadamente e após algum tempo, combinamos um encontro. Quase fiquei sem ar ao vê-la. Era uma morena linda, deslumbrante, maior que eu – o que não é difícil, pois tenho apenas 1m62cm e 57kg -, coxas grossas e bunda grande. Bem como eu gosto. Jantamos, tomamos sorvete, conversamos animadamente sobre a vida, nossas experiências, nossas solidões, etc. Ficou apenas nisso. Outros encontros vieram até que rolou o primeiro beijo. No carro da família. Já atraídos violentamente um pelo outro, fomos a um drive, pois estava com familiares no meu apartamento. Os beijos foram intensos, fortes, com nossas línguas se digladiando dentro de nossas bocas. Já não nos agüentando mais, abocanhei seus pequenos e firmes seios de menina e suguei-os muito. Já quase explodindo de tesão, tirei a pica pra fora e dei para ela mamar. Estava faminta e mamou muito, com fúria. Não suportei e gozei forte e intensamente. Ela sorveu até a última gota. Não pudemos completar o coito porque tinha de levá-la de volta a uma cidade vizinha.Mas no fim de semana seguinte ela foi me visitar. E aí, já sozinhos no ap, pode rolar quase tudo. Retribui a gentileza e chupei muito sua apertada bocetinha. Até ela gozar na minha boca, coisa que – aliás – adoro. Depois ela sentou-se em cima do “pequeno 14” que, pra ela, era grande, pois sua vulva realmente é apertadinha, fruto de cirurgia. Aquela amazona cavalgou com muita vontade este petiço e gozou de novo. Mas desta vez foi um gozo mútuo. O fim de semana foi de muitas trepadas. Domingo no final da tarde foi-se, prometendo voltar no próximo. E voltou. Desta vez disse que queria “tomar injeção” na bunda. Como sou um Mestre da Sodomia, um sodomita inveterado, um tarAdinho por cuzinho, não me fiz de rogada. Após muita chupada mútua, bastantes estocadas naquela bocetinha apertadinha, ela se virou de bruços e implorou: “Vem, meu machinho, come meu cuzinho. Bota devagarinho...”. Seguindo meu manual de comecuzinho, beijei aquele anelzinho apertadinho e redondinho, cheiroso, chupei, lambi e deixei-a louca. Ela rebolava alucinava, empinava cada vez mais o bundão de mais de metro e, com o cuzinho piscando, implorava: “Come meu cuzinho pelo amor de Deus. Coloca essa piça gostosa aí, malvado”. Forcei a cabeçorra dura, inchada e avermelhada na portinha molhada pela minha saliva e fui forçando... O cu cheio de tesão se abriu e recebeu a chapeleta. Ela rebolou faminta e quis mais, tudo dentro. “Isso, assim, vai, mete mais... vai botando... enfia esse caralho gostoso no meu cu, vai seu taradinho. Isso, assim, coloca tudo, vai... mete, bota tudo, me arromba...”.Claro que fiz meu pau sumir naquele cuzinho apertadinho, escondido nos recônditos de um bundão fenomenal. Ela tinha 38 anos na época, mas aparentava muito menos idade. Como eu, aliás. Por isso, ela tinha pele lisa e sem nenhuma celulite. Era muito malhada. Fodi muito aquele bundão. Naquela e em muitas vezes seguida. Nosso caso durou um ano e após isso, por causa do desgaste proporcionado pela incompatibilidade de modus vivendi, terminamos. Por iniciativa minha. Mas jamais esquecerei a morena que foi uma das melhores amantes que tive. Porque adorava tomar no cu e de engolir tudinho.
by Condinho tarAdinho de satoleP
Uma amante perfeita (parte I)
Incontestavelmente perfeita. Assim é Elis, uma deusa de ébano que faz qualquer um feliz. Uma verdadeira pantera negra. Perfeita fisicamente – como relatarei a seguir – mas antes e acima de tudo uma pessoa encantadora. Linda, maravilhosa, mas nem por isso vaidosa e esnobe. Inteligente, mas humilde e simpática. Figuraça simpaticíssima, uma pessoa com quem todos gostam de conviver. Fisicamente irresistível. Atraente, bonita, charmosa, desejável, envolvente, formosa, gostosa, interessantíssima... etc. Sem falar que tem um corpo perfeito: coxas grossas e torneadas, cintura fina, peitos perfeitos (firmes, duros e empinados) e bunda ma medida certa: 101cm cravados. Ou seja, nem bundinha pequena, nem bundão grande de camponesa... E a cinturinha? Meus amigos, fininha, torneadinha, como um violão. Por isso perfeita! Uma linda sereia deitada na areia. Com seus 1m62 e 57kg. Aliás, mesma altura e peso que eu.Conhecemo-nos ao acaso, pelo fato de sermos conterrâneos e desgarrados. Longe de nossas famílias e de nossa terra, isso nos aproximou. Então combinamos que viajaríamos sempre juntos para nossa cidade natal. Normalmente nos sábados de manhã. Em meio a leituras dos jornais do dia, conversa sobre a semana, o mês, os problemas comezinhos de nossos trabalhos... Sobre carências, dificuldades de relacionamentos, etc. Até bater o sono e dormirmos encostadinhos...Até que na véspera de um feriado resolvemos viajar no madrugadão, um ônibus que sai da Capital às 2 horas da madrugada. Pra chegar em nossa terra natal ao amanhecer. Normalmente não tem lotação máxima, pelo horário. Então, naquela madrugada quente, enquanto os poucos passageiros dormiam, aproveitamos para ficarmos um pouco mais “juntinhos” do que nas viagens anteriores... Mãos dadas, coxas coladas, abraços apertados, beijos linguados e molhados... Carícias se intensificando... Até que resolvemos “fugir” para o fundo do ônibus, onde não tinha nenhum passageiro – a maioria prefere a parte da frente. Ela aproveitou para ir ao banheiro do ônibus, ali bem ao lado, pra trocar de roupa – retirar a calça jeans e colocar uma mini-saia curtíssima, que mal cobria a virilha... E voltou para o meu lado. Fiquei louco, já estava de piça duríssima havia algum tempo. Ela estava com um decote ousadíssimo e sem sutiã... Minhas mãozinhas acariciavam aqueles peitos perfeitos... com os bicos túrgidos... Nossas bocas babavam pela intensidade de nossos beijos e pelo tesão violento que nos dominava... Então minha mãe percorreu, desbravadoras, suas coxas grossas, firmes e roliças... Foram subindo até chegar ao portal do paraíso. Surpresa: estava sem calcinha. Wow, enlouqueci: minhas mãos acariciavam aquela boceta avolumada, inchada, quentíssima e melecadinha... acariciei o grelinho durinho, enfiei um dedo, depois outro, mais outro e fui fazendo um gostoso vai-e-vem. Ela retribui retirando meu pau pra fora das calças e ficou acariciando-o... Estava duríssimo, parecia madeira de lei. Vermelho, inchado, pulsando, com as veias latejando...Não resisti e me abaixei, ajoelhei-me e... “rezei”. Ou seja, caí de boca naquela boceta linda, perfeita: vermelhinha por dentro, cor do mais delicioso chocolate por fora. E totalmente peladinha, lisinha, depiladinha. Como gosto. Beijei, chupei e lambi por muitos minutos até que ela apertou as coxas contra minha cabeça e quase urrou de gozo, soltando aquele néctar dos deuses na minha boca...Então foi a vez dela retribuir. Sentei-me de volta no banco e ela abaixou-se e abocanhou o pequeno 14, pagando-me o maior e melhor boquete da minha vida. Chupou com muita voracidade, tão forte e intensamente que não resisti. Gozei abundantemente em sua boca linda. E ela engoliu tudinho, sem deixar escapar uma só gotinha... Recompomo-nos, até porque a viagem estava quase acabando. E nossa história mal começando. Descemos e avistamos um motel próximo à rodoviária de nossa cidade. Olhamo-nos e decidimos ir pra lá continuar aquele não ficou completo, ou seja, uma foda total, com tudo que se tem direito, inclusive muito anal. Afinal, eu sou o gauchinho tarAdinho por cuzinho... E ela tem uma bunda perfeita. Mas nossa primeira foda completa, no motel, até o meio da manhã, fica para o próximo conto... Aguardem!


Uma amante perfeita (parte II)

Após o sexo oral no ônibus que nos conduziu da Capital, mas desembarcamos em nossa cidade natal e fomos direto para um motel que fica pertíssimo da rodoviária. Tão perto que dá pra ir à pé... Entramos com nossas bolsas de viagem e fomos direto para a suíte mais próxima. Mal chegamos e já nos atracamos num beijo ardente, com nossas línguas duelando dentro das bocas. Largamos as bolsas de qualquer jeito e fomos nos desnudando. Ela ainda estava só de vestidinho curto, de alcinhas e decote generoso, que deixam mais da metade dos peitos perfeitos (fartos, firmes, duros e empinados_ – busto tamanho 92cm – à mostra. Entorpecido de tesão, abaixei as alças e o vestido caiu ao chão acarpetado. Beijei com volúpia o pescoço, baixei até os ombros desci pelos seios e abocanhei-os com voracidade, alternando, ora um, ora outro. Beijei e lambi os bicos duros, grandes, marrons, dois sorvetões de chocolate. Ela gemia baixinho, mas às vezes urrava de prazer. Acho que a fiz gozar só com a mamada que dei naqueles peitões.Depois de 15 minutos em cada um, abaixei-me até seus pés de rainha e beijei-os, chupei-lhe os dedos. Fui subindo até atingir os coxões de 68cm. Beijei, chupei e lambi aquelas coxas firmes e bem torneadas em horas de academia. Ela é simplesmente uma negra perfeita, linda, maravilhosa, plena, absoluta, incomparável. Sua respiração era muito forte e podia sentir em seu barriguinha saradinha. Ela arfava de desejo e tesão e implorou para eu chegar até sua bocetinha peladinha, que latejava, pulsava de tesão. Então beijei em volta, lambi, até chegar à fenda, que beijei como se fosse uma boca. Beijo de língua. Enfiei tudo dentro e senti seu gosto delicioso. O grelinho duríssimo pediu pra ser chupado. Ela então implorou: “Me chupa, seu taradinho, chupa. Suga essa boceta que tu tanto queria e sonhava. Chupa gostosa, vai, assim, ui, ai, que delícia. Não pára, não pára... assim vou gozar, ai, ui, que bom. Vai, não pára, continua... Vou gozar, tesão. Ai, que homem gostoso, que língua, como chupa bem. Não to mais resistindo, vou gozar... ai... ui... to gozaaaaandooooooo.... Seguiu-se a respiração do novo orgasmo. Que culminou com o néctar dos deuses na minha barba.Então foi sua vez. E retribuiu-me com juros e correção. Enquanto ela descansava um pouco tirei minha roupa e tomei uma ducha rápida, pois era uma manhã quente de verão e tínhamos viajado a madrugada toda. E eu ainda estava “sujo” do nosso sexo oral no ônibus... Voltei do banho e ela estava nua e lânguida na cama redonda. Mal cheguei, com a piça duríssima e ela começou o boquete com um beijo cálido na cabeçorra vermelha e inchada. Depois beijou-o todo, lambeu e por fim aboncanhou-o, fazendo-o sumir em sua boca carnuda.Chupou-me com tanta fome que quase gozei de novo. Mas me segurei. Ela então, novamente enlouquecida de tesão ela “plastificou” o brutinho e sentou-se nele. Sua bocetinha estava muito molhadinha e entrou fácil. Era uma fendinha apertadinha e pequena. Nem parecia que já é mãe. Alternamos as posições com ela sempre repetindo: “Isso, me fode taradinho, me come gostos, devora tua negra. Vai, mete forte, enfia essa piça dura nessa bocetinha safada, vai, assim, não pára, mete, enfia... Alternamos e variamos todas as posições possíveis e imagináveis, quase passamos a limpo o Kama Sutra. Até que ela se virou de quatro. Não resisti e caí de boca naquele bundão de 101cm. Beijei, chupei e lambi muito aquele cuzinho de chocolate. Ela rebolava de tanto tesão. Meu linguão descomunal e fantástico deixou-a tão enlouquecida que ela não resistiu e implorou: “Ai, taradinho, vai, come meu cuzinho, vai, fura meu buraquinho. Vai comicuzinho, fode meu cuzinho virgem, isso, assim, mete... Devagar. Ai, ui, devagar que nunca entrou nada aí.” Não me fiz de rogado e comecei a operação come cuzinho virgem: lubrifiquei bem com o caldinho que ainda escorria da boceta com o dedo e fui forçando, aos poucos, em movimentos circulares... Quando ele se abriu como um botão de flor, enfiei devagar... Ela foi se abrindo aos poucos, e o dedo ganhando espaço dentro daquele buraco apertado. Até que ela pediu mais: “Chega, não quero mais esse dedinho. Quero mais, enfia teu pau aí, vai. Tirei o dedo e troquei pelo meu caralho duro. Coloquei a cabeçorra na entrada e ele foi ganhando espaço aos poucos. “Devagar, tarado, cuidado, esse cuzinho é virgem”, alertava ela. Forcei um pouco e a cabeça entrou. Parei. Fiquei por alguns instantes paralisado. Até que ela não suportou o tesão e mandou: “Vai, porra, enfia essa merda aí, bota mais”. Forcei um pouco mais. Ela pediu vagar: “Devagar, calma, cuidado”. Parei de novo. Enlouquecida por ter perdido o cabaço anal, ela forçou o bundão de encontro ao meu pau. Aos poucos, até entrar tudo. Senti aquela bunda macia e perfeita de encontro ao meu corpo e o prazer é indescritível. Foi então que ela se soltou: “põe tudo, põe... isso... assim... me arromba... não pára... continua... tá gostoso... come esse cu todinho... ai... me fode... que gostoso tomar no cu... to adorando ser enrabada... é bom... isso é que é homem... gostoso... tesudo... tarado... coloca tudo... me come toda... me arromba... que piça... usufrui desse cu que é só teu... come meu rabo... fode essa bunda gostosa...”.Meus amigos, então eu fodi aquele cuzinho maravilhoso. E de todas as formas. De todas as posições. Até que não resisti mais. Falei que não tava suportando ela pediu: “Então goza na minha barriguinha; adoro.” Retirei o pequeno 14 daquele cuzinho delicioso, livrei-o da camisinha e soltei mais uma porção do meu leitinho light naquela barriguinha sarada. Caímos um pra cada lado, exaustos. Trocamos um beijo de paixão e fomos para o banho, onde recomeçamos mais uma foda. Mas essa eu conto depois. Foi o começo de um grande caso. Tornamo-nos amantes, pois ela é realmente a AMANTE PERFEITA.
Uma amante quase ideal

Todos sabemos que amor à primeira vista não existe. Mas tesão e paixão sim, com efeito. Eu já tive muitas e o conto a seguir começou com uma atração à primeira vista. Quando a vi pela primeira vez, logo ali, tão perto, tão ao meu alcance, tão real, paixão assim não acontece todo o dia... Era um desejo proibido, pois ela era o caso de um colega de serviço. Mas como não desejar aquela bela mulata clara, opulenta e com o par de coxas mais perfeito que eu já vira?
Sabedor da minha fama de “taradinho”, meu colega ameaçou: “Não arrasta a asa, seu garnisé safado, pois essa franga é minha”. Recado dado, ameaça feita, o máximo que me permitia era cumprimenta-la formalmente, mas discretamente dando uma rápida olhadinha naquele belíssimo par de coxas grossas e roliças sempre cruzadas na recepção enquanto aguardava seu “dono”, como ele se intitulava. Ela, sempre muito simpática e sorridente, apenas retribuía meus cumprimentos.
O tempo passou e numa tarde, ao atender casualmente o telefone, pude conversar com ela pela primeira vez. Sincera e simpática, ela ligara para agradecer o cartão de aniversário que havíamos enviado alguns dias antes. Felicitei-a também e, após a devida identificação, perguntei se ela havia recebido muitos presentes do seu “macho”. Em tom de lamentação ela respondeu que nada ganhou e que nunca recebera flores em seus 21 aniversários, a não ser do seu pai quando fez 15 anos. Respondi que, se ela quisesse, eu poderia enviar-lhe um buquê em nome dos colegas de seu “querido”. Ela assentiu e mandei-lhe, então, meia dúzia de rosas amarelas, como bem convinha para o momento. As flores seriam entregues no sábado seguinte. Como não recebi nenhum telefonema de agradecimento, liguei para ela à noite. Respondeu que ainda não tinha chegado em casa ainda. Logo que chegou me ligou para agradecer. Como estava feliz e receptiva, arrisquei um convite para ela almoçar comigo no dia seguinte (domingo). Ela aceitou e no horário combinado ela chegou, sorridente como sempre, e belíssima em um vestido branco.O almoço transcorreu normalmente e eu sempre agindo com o maior cavalheirismo, como recomendam os manuais de boas maneiras. Em determinado momento contei-lhe que escrevia crônicas e contos (de podas com H). Ela quis ler algumas crônicas e alguns contos, ficando visivelmente excitada com um que contava uma penetração anal. A coxuda acabou confessando que também gostava de sodomia, como eu. Antes de ler o tal conto, excitada também porque víamos o canal à cabo Sexy Hot ela havia comentado que estava menstruada. Visivelmente excitado, perguntei-lhe pelo seu “namorado” e ela infirmou que ele já não lhe dava a devida atenção. Foi o gancho para eu confessar que sentia o maior tesão por ela e que me atraía muito. Surpreendentemente ela disse que também sentia atração por mim e nos atracamos num beijo ardente e em abraço apertado, em que ela pode sentir toda a minha ereção. Já irreversivelmente atracados, ponderei que ela estava menstruada, ao que ela respondeu: “Cu não menstrua”. Sinal verde, levei-a para o meu quarto e coloquei-a de quatro em cima de minha cama. Levantei sua saia, baixei a calcinha e caí de boca naquele cuzinho limpinho, cheiroso e muito saboroso. Depois foi a vez dela retribuir e me pagar o melhor boquete que já recebi. Por fim, já não agüentando mais, fiz desaparecer meu “pequeno 14” naquele cu colossal. Ela não tardou a ter um, dois, três, ene orgasmos anais. E confessou que adorava e preferia tomar no cu, Hosanas, aleluia! Eu havia encontrado, finalmente, uma mulher que preferia tomar no cu. Nossa trepada foi tão perfeita que no domingo seguinte ela foi almoçar comigo novamente. Com a mesma sobremesa: cu ao creme. Mas sem antes saborear sua linda pepequinha, toda carequinha (eu tinha dito que prefiro boceta depilada). As nossas trepadas passaram a ser periódicas e perfeitas, porque há uma sintonia muito grande entre a gente e não precisamos nos esforçar para satisfazer o outro e não temos pressa de gozar. Além disso, ela também é boa fora da cama: alegre, simpática, querida, carinhosa. E não é mala... Só não é uma amante perfeita porque não gosta que de tomar “leitinho”...
Sabedor da minha fama de “taradinho”, meu colega ameaçou: “Não arrasta a asa, seu garnisé safado, pois essa franga é minha”. Recado dado, ameaça feita, o máximo que me permitia era cumprimenta-la formalmente, mas discretamente dando uma rápida olhadinha naquele belíssimo par de coxas grossas e roliças sempre cruzadas na recepção enquanto aguardava seu “dono”, como ele se intitulava. Ela, sempre muito simpática e sorridente, apenas retribuía meus cumprimentos.
O tempo passou e numa tarde, ao atender casualmente o telefone, pude conversar com ela pela primeira vez. Sincera e simpática, ela ligara para agradecer o cartão de aniversário que havíamos enviado alguns dias antes. Felicitei-a também e, após a devida identificação, perguntei se ela havia recebido muitos presentes do seu “macho”. Em tom de lamentação ela respondeu que nada ganhou e que nunca recebera flores em seus 21 aniversários, a não ser do seu pai quando fez 15 anos. Respondi que, se ela quisesse, eu poderia enviar-lhe um buquê em nome dos colegas de seu “querido”. Ela assentiu e mandei-lhe, então, meia dúzia de rosas amarelas, como bem convinha para o momento. As flores seriam entregues no sábado seguinte. Como não recebi nenhum telefonema de agradecimento, liguei para ela à noite. Respondeu que ainda não tinha chegado em casa ainda. Logo que chegou me ligou para agradecer. Como estava feliz e receptiva, arrisquei um convite para ela almoçar comigo no dia seguinte (domingo). Ela aceitou e no horário combinado ela chegou, sorridente como sempre, e belíssima em um vestido branco.O almoço transcorreu normalmente e eu sempre agindo com o maior cavalheirismo, como recomendam os manuais de boas maneiras. Em determinado momento contei-lhe que escrevia crônicas e contos (de podas com H). Ela quis ler algumas crônicas e alguns contos, ficando visivelmente excitada com um que contava uma penetração anal. A coxuda acabou confessando que também gostava de sodomia, como eu. Antes de ler o tal conto, excitada também porque víamos o canal à cabo Sexy Hot ela havia comentado que estava menstruada. Visivelmente excitado, perguntei-lhe pelo seu “namorado” e ela infirmou que ele já não lhe dava a devida atenção. Foi o gancho para eu confessar que sentia o maior tesão por ela e que me atraía muito. Surpreendentemente ela disse que também sentia atração por mim e nos atracamos num beijo ardente e em abraço apertado, em que ela pode sentir toda a minha ereção. Já irreversivelmente atracados, ponderei que ela estava menstruada, ao que ela respondeu: “Cu não menstrua”. Sinal verde, levei-a para o meu quarto e coloquei-a de quatro em cima de minha cama. Levantei sua saia, baixei a calcinha e caí de boca naquele cuzinho limpinho, cheiroso e muito saboroso. Depois foi a vez dela retribuir e me pagar o melhor boquete que já recebi. Por fim, já não agüentando mais, fiz desaparecer meu “pequeno 14” naquele cu colossal. Ela não tardou a ter um, dois, três, ene orgasmos anais. E confessou que adorava e preferia tomar no cu, Hosanas, aleluia! Eu havia encontrado, finalmente, uma mulher que preferia tomar no cu. Nossa trepada foi tão perfeita que no domingo seguinte ela foi almoçar comigo novamente. Com a mesma sobremesa: cu ao creme. Mas sem antes saborear sua linda pepequinha, toda carequinha (eu tinha dito que prefiro boceta depilada). As nossas trepadas passaram a ser periódicas e perfeitas, porque há uma sintonia muito grande entre a gente e não precisamos nos esforçar para satisfazer o outro e não temos pressa de gozar. Além disso, ela também é boa fora da cama: alegre, simpática, querida, carinhosa. E não é mala... Só não é uma amante perfeita porque não gosta que de tomar “leitinho”...
E-mail do contista: komecuzinho@hotmail.com
A bunduda tarada por chocolate com leitinho

Quantas vezes os homens se deparam com mulheres irresistíveis em qualquer lugar, nas ruas, avenidas, bares, restaurantes, praias, praças, parques, jardins, mas principalmente na noite? Daquelas que deixam-nos embriagados de tesão, daquelas paixões que anestesiam a calma e dilaceram a alma... Pois foi exatamente isso que aconteceu quando eu a vi, por acaso, numa rua central da Capital. Ela vinha, eu ia, mesma direção, sentido contrário... Quando ela se aproximou e a vi, logo ali, tão perto, tão real e ao mesmo tempo tão distante, não vacilei e investi tudo num olhar, “aquele” olhar, de desejo explícito, que as mulheres de cara identificam, tipo assim: “estou te comendo com os olhos”. De repente ela parou e se virou. Mas não foi para me olhar ou dar-me atenção. Foi para telefonar num “orelhão”. E ficou telefonando por um período que me parecia longuíssimo e interminável...
Mas não desisti. Porque ela atraente demais, bem o “meu número”. Era jovem, com cerca de 20 anos, morena, baixinha, mas coxudinha, peitudinha e – principalmente – bundudinha. Minha gente! Que bunda! Grande e “descomunalmente” (sic) empinada, tipo daquelas aranhas, percebem? Não resisti. Esqueci tudo o que tinha de fazer e parei. Esperei ela terminar o telefonema retomar seu caminho. Passei a segui-la como os selvagens cães de guerra seguem as cadelas no cio. E ela andou, andou, umas dez quadras... Enquanto segui-a, pedia a Deus que ela entrasse num dos muitos puteiros do centro da capital mais alegre do país.
O Todo Poderoso atendeu meu pedido e ela, de fato, entrou num bordelzinho discretíssimo instalado no segundo andar de um edifício comercial. Entrei e fui logo perguntando pela moreninha de cabelos crespos que entrara havia pouco. Pouco depois, meio tímida, um pouco encabulada, veio me atender. Eu a queria e ela não tinha como negar – foi obrigada a me aceitar. Busquei dinheiro em espécie num caixa eletrônico mais próximo e fomos para o quarto... Ela quis banhar-se, pois estava suada, como eu. Banhei-me a seguir e quando retornei da ducha ela estava deitada nua na cama, com aquele bundão descomunal para cima. Não perdi tempo. Caí de boca e chupei aquele rabo maravilhoso. Ela se empinou, ficou de quatro, de frente para o espelhão... Continuei chupando, ora a pequinha delicioso, ora o cuzinho apetitoso... Depois ela virou-se e “engoliu” meu pequeno 14. Por fim, “plastificou” o “brutinho” e pediu para eu meter tudo. Meti e não tardei a gozar, tal meu grau de excitação.
Depois daquele dia voltei algumas vezes lá, até que ela sumiu. Tudo bem passara, mas não ficou uma paixão bem resolvida, pois faltou completar o “crime”, ou seja, matar meu maior desejo: comer aquele o cuzinho escondido naquele bundão fantástico de mais de 100 centímetros de circunferência...
Tudo bem me resignei. Levaria para o túmulo aquela phoda não totalmente completada. Até que um dia ela ligou-me. Marcamos um reencontro no meu apartamento. Estava mais magra, mas continuava bundudinha. Depois de uns “chimas”, nos atracamos e nos chupamos voluptuosamente... Como ela adoro chocolate, pediu-me que eu lambuzasse meu bilau com leitinho condensado com esse sabor. Ela lambeu tudinho, sorveu cada gota do leite sabor chocolate... Chupou meu pau como se fosse um picolé com recheio sabor carne... Já quase mais não resistindo, ela colocou uma camisinha sabor morango no meu caralho e sentou aquela bunda maravilhosa nele. Cavalgou por longos minutos. Eu aproveitava para chupar aqueles peitos perfeitos (médios, duros e empinados). Tentei me segurar para comer-lhe, finalmente, seu cuzinho. Mais uma vez não resisti e gozei. Mas ainda faltava enraba-la para completar minha phoda. Então marcamos um novo encontro, num outro dia. Daí fui mais cauteloso, me controlei e, finalmente, comi aquele cuzinho apertadinho, quase inexplorado... Em poucas estocadas naquele bundãozinho fantástico e “ensaquei” mais uma boa porção de leitinho light (sou magrinho)...Ela confessou que não gostava de tomar no cu. Até aquele dia, porque adorou me dar o cuzinho. Afinal, sou um sodomita inveterado, um especialista em comer cuzinhos de mulheres. Por isso, sempre que nos encontramos ela me dá aquele rabo delicioso.
Mas não desisti. Porque ela atraente demais, bem o “meu número”. Era jovem, com cerca de 20 anos, morena, baixinha, mas coxudinha, peitudinha e – principalmente – bundudinha. Minha gente! Que bunda! Grande e “descomunalmente” (sic) empinada, tipo daquelas aranhas, percebem? Não resisti. Esqueci tudo o que tinha de fazer e parei. Esperei ela terminar o telefonema retomar seu caminho. Passei a segui-la como os selvagens cães de guerra seguem as cadelas no cio. E ela andou, andou, umas dez quadras... Enquanto segui-a, pedia a Deus que ela entrasse num dos muitos puteiros do centro da capital mais alegre do país.
O Todo Poderoso atendeu meu pedido e ela, de fato, entrou num bordelzinho discretíssimo instalado no segundo andar de um edifício comercial. Entrei e fui logo perguntando pela moreninha de cabelos crespos que entrara havia pouco. Pouco depois, meio tímida, um pouco encabulada, veio me atender. Eu a queria e ela não tinha como negar – foi obrigada a me aceitar. Busquei dinheiro em espécie num caixa eletrônico mais próximo e fomos para o quarto... Ela quis banhar-se, pois estava suada, como eu. Banhei-me a seguir e quando retornei da ducha ela estava deitada nua na cama, com aquele bundão descomunal para cima. Não perdi tempo. Caí de boca e chupei aquele rabo maravilhoso. Ela se empinou, ficou de quatro, de frente para o espelhão... Continuei chupando, ora a pequinha delicioso, ora o cuzinho apetitoso... Depois ela virou-se e “engoliu” meu pequeno 14. Por fim, “plastificou” o “brutinho” e pediu para eu meter tudo. Meti e não tardei a gozar, tal meu grau de excitação.
Depois daquele dia voltei algumas vezes lá, até que ela sumiu. Tudo bem passara, mas não ficou uma paixão bem resolvida, pois faltou completar o “crime”, ou seja, matar meu maior desejo: comer aquele o cuzinho escondido naquele bundão fantástico de mais de 100 centímetros de circunferência...
Tudo bem me resignei. Levaria para o túmulo aquela phoda não totalmente completada. Até que um dia ela ligou-me. Marcamos um reencontro no meu apartamento. Estava mais magra, mas continuava bundudinha. Depois de uns “chimas”, nos atracamos e nos chupamos voluptuosamente... Como ela adoro chocolate, pediu-me que eu lambuzasse meu bilau com leitinho condensado com esse sabor. Ela lambeu tudinho, sorveu cada gota do leite sabor chocolate... Chupou meu pau como se fosse um picolé com recheio sabor carne... Já quase mais não resistindo, ela colocou uma camisinha sabor morango no meu caralho e sentou aquela bunda maravilhosa nele. Cavalgou por longos minutos. Eu aproveitava para chupar aqueles peitos perfeitos (médios, duros e empinados). Tentei me segurar para comer-lhe, finalmente, seu cuzinho. Mais uma vez não resisti e gozei. Mas ainda faltava enraba-la para completar minha phoda. Então marcamos um novo encontro, num outro dia. Daí fui mais cauteloso, me controlei e, finalmente, comi aquele cuzinho apertadinho, quase inexplorado... Em poucas estocadas naquele bundãozinho fantástico e “ensaquei” mais uma boa porção de leitinho light (sou magrinho)...Ela confessou que não gostava de tomar no cu. Até aquele dia, porque adorou me dar o cuzinho. Afinal, sou um sodomita inveterado, um especialista em comer cuzinhos de mulheres. Por isso, sempre que nos encontramos ela me dá aquele rabo delicioso.
by Condinho tarAdinho por cuzinho
FAZENDO SEXO EXPLÍCITO NO SOFAZÃO (casa de swing)
Minha gente! Foi curiosidade à primeira vista conhecer o Sofazão depois de ler uma matéria na Zero Hora, há alguns anos. Então, como sou separado e não tinha quem levar, fui obrigado a escolher uma ensolarada tarde de quinta-feira. Cheguei pouco depois das 15h e o show ainda não começara. E a casa não estava cheia, ainda. Aos poucos foram chegando alguns homens sozinhos, a maioria gordos, barrigudos e carecas. Senti-me atraente, porque apesar de contar, na oportunidade, com quase 40 anos, aparentava no máximo 30. Afinal, tenho corpo de toureiro español e uma belíssima cabeleira castanho-escura. As atrações foram se desenrolando e a que mais gostei foi o banho na pequena banheira colocada no meio da sala. Naquele dia só observei como funcionava a coisa. Fiquei até 18h, porque tinha que trabalhar a partir das 19h. Voltei numa outra tarde quente daquele final de ano disposto a participar do show. Então, quando Mestre Peter convidou um dos presentes para banhar-se com a linda morena de bunda grande e coxas grossas eu saltei. Até porque estava quente e um banho naquelas alturas era uma boa pedida. Tirei a camisa e a calça e fiquei apenas com uma cueca-tanga verde-limão fosforescente. À morena juntou-se uma magrinha e ambas molharam-me todo. Depois, enquanto a morena ensaboava-me, a magrinha tirou minha cueca e ambas, já nuas, passaram a dançar e se esfregar em mim. Naturalmente que aquilo me deixou em ponto de bala e não me preocupei com o fato de que eu estava nu na frente de outras pessoas. Minha ereção ficou tão acentuada que a cabeça do meu pau tocava em meu umbigo. Em determinado momento, a magrinha começou a masturbar-me. As duas revezarem-se na punheta. O tempo foi passando e nada de eu ejacular num dos dois corpos nus delas. Então a morena, visivelmente impaciente, sussurrou para a magrinha: "Vou dar um jeito nisso". Abaixou-se e abocanhou o "pequeno 14". Ela pagou um extraordinário boquete e acelerou o vai-e-vem e a sucção até que eu inundei sua garganta profunda com um jato quente de esperma. Satisfeita, ela levantou-se e sumiu pelo corredor que dá acesso às suites. A magrinha tratou de se recompor e eu voltei a realidade. Realidade de ator de sexo explícito pelo menos durante aquele show. Nunca mais voltei ao Sofazão devido ao excesso de trabalho. Mas espero voltar em breve.
A faxineira gostosa e safada
A moça que limpava o meu apartamento é casada. É uma jovem senhora de 24 anos, cabelos negros, compridos, que ela prende numa trança para realizar seu trabalho. Os olhos são negros e vivos, brilhantes, e os lábios são grossos. Tinha 1,62m de altura e pesava 57 kg na época. Não era nenhuma miss, mas é bem atraente e me fez feliz. Ela se parecia com a atriz global Teresa Seiblitz.
No começo, quando ela veio trabalhar no meu apartamento, era calada, limitando-se às conversas essenciais. Estava meio difícil de encontrar um meio de conversar com ela. Depois de algumas semanas, já trocávamos muitas confidências e estávamos como se fossemos duas amigas íntimas. Ela falava de seu marido, de sua filhinha, de sua casa, etc... Mas, para passar-lhe uma cantada estava difícil. Ela percebia minhas indiretas e disfarçava. Eu elogiava seus cabelos, seus lábios... Ela sentia meus olhares em seus seios, em sua bundinha empinadinha e... nada!
Tinha vontade de pôr as cartas na mesa, dizer-lhe à queima roupa que queria fodê-la. Mas tinha medo da reação dela. Afinal, era casada. Ficava imaginando sua reação. Será que ela diria: “Por que me diz isso se eu sou casada?” Então ficava ensaiando minha resposta: “Porque eu quero te foder, chupar tua bocetinha, comer teu cuzinho. Enfim, te dar muito prazer, te fazer gozar, fazer conheceres o orgasmo múltiplo...”
Mas o tempo passou, arrumei uma namorada ciumentíssima que não quis mais que ela trabalhasse no nosso apê. Certamente percebia o tesão que eu tinha pela faxineira.
Passado algum tempo, ela me ligou, dizendo que tinha se separado. Dissimulei, dizendo que aquilo era passageiro e que, logo, logo, voltaria para os braços do maridinho que ela tanto venerava, que chamava de “Cavalinho” — talvez porque tivesse pau grande...
Mas ela insistiu que estava separada e combinamos um encontro para um bate-papo. Jogamos conversa fora até que, finalmente, confessei que sempre quis comê-la. Para minha surpresa, ela disse que também sempre teve vontade de me dar. Então fomos para um motelzinho. Como ela trabalhara o dia inteiro (e estava muito quente) foi tomar um banho. Bendita idéia! Eu estava limpinho e esperei-a já totalmente nu em cima da cama e de pau exageradamente duro. Ela voltou do banho limpa e cheirosa, completamente pelada, e caiu de boca no meu catzo. Engoliu-o todinho e teceu rasgados elogios: “Que pau lindo e gostoso que tu tens.” Disse-lhe que também queria chupá-la, que queria saborear aquela bocetinha cabeluda e cheirosa. Então ela se virou e fizemos um 69 espetacular. Já não suportando mais de tesão, ela se sentou no caralho, fazendo-o sumir em seu interior. Cavalgando de frente prá mim, aproveitou para sugar-lhe os dois seios médios e firmes. Assim ficamos até quase explodirmos num gozo. Mas quando ela estava gozando livrei-me dela e passei a chupar-lhe o buraquinho apertado. A ponta do meu linguão foi forçando e abrindo caminho. Não foi difícil, porque ela estava com muito tesão. Não agüentando mais, ela implorou que eu a penetrasse: “Vem Adinho, fode o meu cuzinho... assim... mais... põe tudo, põe... coloca tudo... me arromba com essa piça gostosa...” Meu ‘pequeno 14’ entrou por aquela portinha nem tão fechada assim e sumiu naquela caverna escura, fétida, quente e úmida. Não houve dificuldade, porque o meu catzo é muito menor do que o ‘grande 20’ do maridinho dela. Por isso ela começou a curtir: “Ai... me fode... come essa bundinha que tu tanto olhava... agora ela é toda tua... fode como quiser... continua enfiando... não para... nunca... vou te dar sempre o meu cuzinho prá tu foderes... ai, que gostoso levar na bunda!... adoro tomar no cu... me come toda... gostoso... ai... tesão... come tudo, tudo... gostoso... põe tudo, põe... ai, ai... tá gostoso, continua... vai... ai... ai... vai... põe tudo... sempre tive tesão por ti... me come gostoso... é bom... tesão... isso é que homem e não aquela merda de homem que eu tenho em casa... ai, que homem gostoso!... ai... ui... ai... ah!... ah!... gostoso... tesudo... tarado... me arromba... come todo esse cu gostoso...”. Ficamos no tradicional vaivém até atingirmos um orgasmo intenso e forte: “goza no meu rabinho... goza tudo...”, ainda gemeu. Dias depois ela voltou para o maridinho, mas não dispensa, de vez em quando, o meu linguão na sua bocetinha (ela confessou que o maridinho não faz isso) e o meu ‘pequeno 14’ no seu cuzinho fantástico...
No começo, quando ela veio trabalhar no meu apartamento, era calada, limitando-se às conversas essenciais. Estava meio difícil de encontrar um meio de conversar com ela. Depois de algumas semanas, já trocávamos muitas confidências e estávamos como se fossemos duas amigas íntimas. Ela falava de seu marido, de sua filhinha, de sua casa, etc... Mas, para passar-lhe uma cantada estava difícil. Ela percebia minhas indiretas e disfarçava. Eu elogiava seus cabelos, seus lábios... Ela sentia meus olhares em seus seios, em sua bundinha empinadinha e... nada!
Tinha vontade de pôr as cartas na mesa, dizer-lhe à queima roupa que queria fodê-la. Mas tinha medo da reação dela. Afinal, era casada. Ficava imaginando sua reação. Será que ela diria: “Por que me diz isso se eu sou casada?” Então ficava ensaiando minha resposta: “Porque eu quero te foder, chupar tua bocetinha, comer teu cuzinho. Enfim, te dar muito prazer, te fazer gozar, fazer conheceres o orgasmo múltiplo...”
Mas o tempo passou, arrumei uma namorada ciumentíssima que não quis mais que ela trabalhasse no nosso apê. Certamente percebia o tesão que eu tinha pela faxineira.
Passado algum tempo, ela me ligou, dizendo que tinha se separado. Dissimulei, dizendo que aquilo era passageiro e que, logo, logo, voltaria para os braços do maridinho que ela tanto venerava, que chamava de “Cavalinho” — talvez porque tivesse pau grande...
Mas ela insistiu que estava separada e combinamos um encontro para um bate-papo. Jogamos conversa fora até que, finalmente, confessei que sempre quis comê-la. Para minha surpresa, ela disse que também sempre teve vontade de me dar. Então fomos para um motelzinho. Como ela trabalhara o dia inteiro (e estava muito quente) foi tomar um banho. Bendita idéia! Eu estava limpinho e esperei-a já totalmente nu em cima da cama e de pau exageradamente duro. Ela voltou do banho limpa e cheirosa, completamente pelada, e caiu de boca no meu catzo. Engoliu-o todinho e teceu rasgados elogios: “Que pau lindo e gostoso que tu tens.” Disse-lhe que também queria chupá-la, que queria saborear aquela bocetinha cabeluda e cheirosa. Então ela se virou e fizemos um 69 espetacular. Já não suportando mais de tesão, ela se sentou no caralho, fazendo-o sumir em seu interior. Cavalgando de frente prá mim, aproveitou para sugar-lhe os dois seios médios e firmes. Assim ficamos até quase explodirmos num gozo. Mas quando ela estava gozando livrei-me dela e passei a chupar-lhe o buraquinho apertado. A ponta do meu linguão foi forçando e abrindo caminho. Não foi difícil, porque ela estava com muito tesão. Não agüentando mais, ela implorou que eu a penetrasse: “Vem Adinho, fode o meu cuzinho... assim... mais... põe tudo, põe... coloca tudo... me arromba com essa piça gostosa...” Meu ‘pequeno 14’ entrou por aquela portinha nem tão fechada assim e sumiu naquela caverna escura, fétida, quente e úmida. Não houve dificuldade, porque o meu catzo é muito menor do que o ‘grande 20’ do maridinho dela. Por isso ela começou a curtir: “Ai... me fode... come essa bundinha que tu tanto olhava... agora ela é toda tua... fode como quiser... continua enfiando... não para... nunca... vou te dar sempre o meu cuzinho prá tu foderes... ai, que gostoso levar na bunda!... adoro tomar no cu... me come toda... gostoso... ai... tesão... come tudo, tudo... gostoso... põe tudo, põe... ai, ai... tá gostoso, continua... vai... ai... ai... vai... põe tudo... sempre tive tesão por ti... me come gostoso... é bom... tesão... isso é que homem e não aquela merda de homem que eu tenho em casa... ai, que homem gostoso!... ai... ui... ai... ah!... ah!... gostoso... tesudo... tarado... me arromba... come todo esse cu gostoso...”. Ficamos no tradicional vaivém até atingirmos um orgasmo intenso e forte: “goza no meu rabinho... goza tudo...”, ainda gemeu. Dias depois ela voltou para o maridinho, mas não dispensa, de vez em quando, o meu linguão na sua bocetinha (ela confessou que o maridinho não faz isso) e o meu ‘pequeno 14’ no seu cuzinho fantástico...
LOURA, LINDA, LOUCA e PERIGOSA
Meu casamento já estava no fim quando a conheci. Ouvia falar dela pelos sobrinhos da minha mulher, pois ela morava no mesmo edifício que eles. Volta e meia ouvia-os falar: “Bah, a loura do terceiro andar veio telefonar e estava sem calcinha”. Noutra feita, num almoço familiar dominical, o caçula (meu afilhado) comentou: “Bah, eu vi a bunda da loira”. Seu irmão explicou, então, que a loira do terceiro andar foi no apartamento deles para telefonar e estava vestida só com um camisetão. O pequeno, numa molecagem compreensível para um menino de quatro anos, levantou o camisetão e o bundão ficou à mostra. Aqueles relatos deixaram-me curioso e excitado. Numa tarde de folga fui visitar meus sobrinhos. A empregada passava roupa quando a campainha soou. Era a loira. Finalmente a conheci. Era realmente linda, parecida com a Vera Fischer, só que 15 anos mais nova. Estava com uma camiseta curta e uma bermuda jeans. Pude perceber que era coxuda e bunduda, bem como eu gosto. Enquanto ela telefonava ofereci-lhe café. Ela agradeceu e elogiou minha gentileza. Depois disso não nos vimos por um bom tempo.
Mais tarde, já separado e morando sozinho, sorvia um chimarrão na sacada do meu apartamento quando lá do pátio alguém me chamou. Era ela e uma senhora, minha vizinha e sua amiga. Pediram que eu descesse para dividir com elas o nosso tradicional “amargo”. Desci, mateamos e conversamos animadamente. Ela confessou que já sabia da minha separação.
Naquela época eu só trabalha à noite. Numa determinada manhã de primavera ela me telefonou propondo: “Sabe, eu estou querendo pegar um sol na praça do condomínio, mas tenho medo de ir sozinha porque podem mexer comigo. Que tal me fazeres companhia? E leva o chima”. Topei. Era uma manhã de sol forte e ela estava branca como leite. O biquini era minúsculo e parecia muito menor do que o tamanho dela. Fiquei taradão com aquelas coxas grossas e aquele bundão de 105cm, ainda mais quando ele se deitou de bruços e pediu que eu passasse bronzeador. Aqueles banhos de sol viraram rotina. E lá ia eu fazer-lhe companhia e tomar chimarrão na praça. Um dia, como estava muito quente, ela se convidou para tomar uma ducha no meu apê. Como pretexto para mostrar a evolução do bronzeado, exibiu os seios pequenos e firmes. Fiquei de piça dura na hora, mas me fiz de bobo. Afinal, éramos apenas “bons amigos”, como ela fazia questão de enfatizar.O tempo foi passado e nós cada vez mais íntimos. Saíamos para almoçar, jantar, para dançar, mas trepar que era bom nada. Até que chegou o verão e, numa tarde escaldante, de sol senegalesco, ela perguntou seu eu tinha barbeador. Respondi que sim, até porque uso cavanhaque. Ela pediu emprestado para depilar-se. Concordei e ela foi até meu apê para pegá-lo. Mas como estava suada e melada pelo bronzeador, pediu para tomar um banho antes. Depois de ficar quase meia-hora tentando depilar-se, ela me chamou e perguntou se eu não topava depilá-la. Topei, mas com todo o cuidado e zelo. Foi difícil, porque estava muito quente e, por isso, ela suava. Naturalmente que o contato dos meus dedos deixaram-na toda melecadinha de tesão. Não suportando mais, ela pediu que eu a chupasse. Atendi e mandei língua até ela gozar. Então ela me convidou para entrar no box. Abraçamo-nos e beijamo-nos voluptuosamente, culminando com uma trepada alucinante. Foi a primeira de uma série. Até que ela foi despejada e resolveu se instalar “provisoriamente” no meu apê. Foi aí que fiquei sabendo que ela, além de linda, era louca. Depois de três meses, não suportando seu temperamento terrível, mandei-a embora. Ela não foi e tive que despejá-la. Foi o fim de uma relação que começou bem e terminou muito mal. Mas foi uma das pepecas mais gostosas que já chupei na vida: linda, cheirosa, de pentelhos loiros e muito saborosa. Pena que a dona era louca.
Mais tarde, já separado e morando sozinho, sorvia um chimarrão na sacada do meu apartamento quando lá do pátio alguém me chamou. Era ela e uma senhora, minha vizinha e sua amiga. Pediram que eu descesse para dividir com elas o nosso tradicional “amargo”. Desci, mateamos e conversamos animadamente. Ela confessou que já sabia da minha separação.
Naquela época eu só trabalha à noite. Numa determinada manhã de primavera ela me telefonou propondo: “Sabe, eu estou querendo pegar um sol na praça do condomínio, mas tenho medo de ir sozinha porque podem mexer comigo. Que tal me fazeres companhia? E leva o chima”. Topei. Era uma manhã de sol forte e ela estava branca como leite. O biquini era minúsculo e parecia muito menor do que o tamanho dela. Fiquei taradão com aquelas coxas grossas e aquele bundão de 105cm, ainda mais quando ele se deitou de bruços e pediu que eu passasse bronzeador. Aqueles banhos de sol viraram rotina. E lá ia eu fazer-lhe companhia e tomar chimarrão na praça. Um dia, como estava muito quente, ela se convidou para tomar uma ducha no meu apê. Como pretexto para mostrar a evolução do bronzeado, exibiu os seios pequenos e firmes. Fiquei de piça dura na hora, mas me fiz de bobo. Afinal, éramos apenas “bons amigos”, como ela fazia questão de enfatizar.O tempo foi passado e nós cada vez mais íntimos. Saíamos para almoçar, jantar, para dançar, mas trepar que era bom nada. Até que chegou o verão e, numa tarde escaldante, de sol senegalesco, ela perguntou seu eu tinha barbeador. Respondi que sim, até porque uso cavanhaque. Ela pediu emprestado para depilar-se. Concordei e ela foi até meu apê para pegá-lo. Mas como estava suada e melada pelo bronzeador, pediu para tomar um banho antes. Depois de ficar quase meia-hora tentando depilar-se, ela me chamou e perguntou se eu não topava depilá-la. Topei, mas com todo o cuidado e zelo. Foi difícil, porque estava muito quente e, por isso, ela suava. Naturalmente que o contato dos meus dedos deixaram-na toda melecadinha de tesão. Não suportando mais, ela pediu que eu a chupasse. Atendi e mandei língua até ela gozar. Então ela me convidou para entrar no box. Abraçamo-nos e beijamo-nos voluptuosamente, culminando com uma trepada alucinante. Foi a primeira de uma série. Até que ela foi despejada e resolveu se instalar “provisoriamente” no meu apê. Foi aí que fiquei sabendo que ela, além de linda, era louca. Depois de três meses, não suportando seu temperamento terrível, mandei-a embora. Ela não foi e tive que despejá-la. Foi o fim de uma relação que começou bem e terminou muito mal. Mas foi uma das pepecas mais gostosas que já chupei na vida: linda, cheirosa, de pentelhos loiros e muito saborosa. Pena que a dona era louca.
A ruiva devassa
Ela apareceu do nada e mexeu demais com a minha libido. Fiquei taradão logo na primeira olhada. Na verdade, desde a primeira vez que vi seu bundão descomunal. Era uma ruiva de cerca de 1m60cm e tinha uma bunda que realmente chamou a atenção de todos no meu serviço – até mesmo dos viados. Tinha 104cm de quadris, como pude comprovar mais tarde. Ela viera de outro estado, junto com o homem com quem vivia. Como todos olhavam para sua bunda, ela não dava atenção para ninguém. Até que um dia polemizei um assunto qualquer. Ela estava perto e retrucou. Discutimos, mas era o gancho que eu precisava para me insinuar. Dali em diante passamos a conversar amiúde.
Nossas conversas foram ficando picantes e desandaram para o mundo do sexo. Sempre que podíamos nos encontrávamos para conversar. Como o homem dela era, digamos, um tanto afetado, as más línguas começaram a espalhar que, com ela, era só “venda casada”, sou seja, para levá-la para a cama teria que levar o marido junto. Naturalmente que eu sabia a real. E não tinha nada de marido na nossa história. Num dia, numa conversa mais picante, ela descobriu que sou um sodomita inveterado. E ficou excitadíssima com a descoberta e confessou que adorava “tomar no cu”. Disse-lhe, então, que fechava todas, pois ambos gostávamos da mesma coisa: ela de dar o cu e eu de comer cu de mulheres. Convidei-a para me fazer uma visita numa manhã qualquer (eu tinha as manhãs livres). Mas ela alegou falta de tempo.
Numa certa noite, todavia, ela estava triste e abatida. Abordei-a e ela confessou que brigara com seu homem, que ele fumava, cheirava e a maltratava. Confortei-a e nos abraçamos e nos beijamos no cantinho escuro de uma das sacadas do prédio onde trabalhávamos. Fiquei de pau duríssimo ao sentir aquele corpão violão. Mas tínhamos de voltar ao trabalho. Na manhã seguinte, ela me ligou dizendo que tinha passado a noite fora porque seu homem, numa crise de overdose, correu-a de casa. Mandei que ela pegasse um taxi e viesse para o meu apartamento. Ao chegar, ela atirou-se chorando nos meus braços. Confortei-a e trocamos um longo a ardente beijo. Depois, mais calma, aceitou minhas carícias mais íntimas. Primeiro suguei alternadamente cada peitão. Depois baixei até a barriga, o ventre e finalmente enfiei meu linguão na sua fenda molhada, coberta de pentelhos ruivos. Chupei-lhe tão violentamente que ela não tardou a gozar. Fomos para o box tomar uma ducha. Ela, então, abaixou-se e me retribuiu, pagando um boquete fantástico. Sugou até eu inundar sua garganta profunda. Ela sorveu até a última gota. Como tínhamos que ir para o trabalho, deixamos a penetração para um outro dia. No final de semana seguinte ela passou a noite de sábado comigo. Primeiro meu deu uma chupetinha gostosinha. Eu tentava retribuir e ela ordenava: “Fica quieto, não te mexe, não fala”. Quando eu já não aguentava mais segurar o gozo, ela se virou e sentou aquele bundão enorme no meu pau. Cavalgou até gozar, enquanto eu chupava-lhe os peitões. No outro dia ela foi embora bem cedo, sem me dar tempo de comer-lhe o rabão.Alguns dias depois ela voltou ao nosso ninho de amor. E aí finalmente comi aquele cuzinho apertadinho cercado de uma bunda colossal. “Era isso que você queria, não era?”, ronronava ela enquanto eu fazia o vai-e-vem. Gozamos profundamente. Dias depois eles foram demitidos e se mandaram para um outro estado. Nunca mais a vi, mas jamais esquecerei daquele bundão fantástico.
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Nossas conversas foram ficando picantes e desandaram para o mundo do sexo. Sempre que podíamos nos encontrávamos para conversar. Como o homem dela era, digamos, um tanto afetado, as más línguas começaram a espalhar que, com ela, era só “venda casada”, sou seja, para levá-la para a cama teria que levar o marido junto. Naturalmente que eu sabia a real. E não tinha nada de marido na nossa história. Num dia, numa conversa mais picante, ela descobriu que sou um sodomita inveterado. E ficou excitadíssima com a descoberta e confessou que adorava “tomar no cu”. Disse-lhe, então, que fechava todas, pois ambos gostávamos da mesma coisa: ela de dar o cu e eu de comer cu de mulheres. Convidei-a para me fazer uma visita numa manhã qualquer (eu tinha as manhãs livres). Mas ela alegou falta de tempo.
Numa certa noite, todavia, ela estava triste e abatida. Abordei-a e ela confessou que brigara com seu homem, que ele fumava, cheirava e a maltratava. Confortei-a e nos abraçamos e nos beijamos no cantinho escuro de uma das sacadas do prédio onde trabalhávamos. Fiquei de pau duríssimo ao sentir aquele corpão violão. Mas tínhamos de voltar ao trabalho. Na manhã seguinte, ela me ligou dizendo que tinha passado a noite fora porque seu homem, numa crise de overdose, correu-a de casa. Mandei que ela pegasse um taxi e viesse para o meu apartamento. Ao chegar, ela atirou-se chorando nos meus braços. Confortei-a e trocamos um longo a ardente beijo. Depois, mais calma, aceitou minhas carícias mais íntimas. Primeiro suguei alternadamente cada peitão. Depois baixei até a barriga, o ventre e finalmente enfiei meu linguão na sua fenda molhada, coberta de pentelhos ruivos. Chupei-lhe tão violentamente que ela não tardou a gozar. Fomos para o box tomar uma ducha. Ela, então, abaixou-se e me retribuiu, pagando um boquete fantástico. Sugou até eu inundar sua garganta profunda. Ela sorveu até a última gota. Como tínhamos que ir para o trabalho, deixamos a penetração para um outro dia. No final de semana seguinte ela passou a noite de sábado comigo. Primeiro meu deu uma chupetinha gostosinha. Eu tentava retribuir e ela ordenava: “Fica quieto, não te mexe, não fala”. Quando eu já não aguentava mais segurar o gozo, ela se virou e sentou aquele bundão enorme no meu pau. Cavalgou até gozar, enquanto eu chupava-lhe os peitões. No outro dia ela foi embora bem cedo, sem me dar tempo de comer-lhe o rabão.Alguns dias depois ela voltou ao nosso ninho de amor. E aí finalmente comi aquele cuzinho apertadinho cercado de uma bunda colossal. “Era isso que você queria, não era?”, ronronava ela enquanto eu fazia o vai-e-vem. Gozamos profundamente. Dias depois eles foram demitidos e se mandaram para um outro estado. Nunca mais a vi, mas jamais esquecerei daquele bundão fantástico.
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A deusa negra e o lobinho tarAdinho
Ela era definitivamente a negra dos sonhos de todos os brasileiros: alta (+-1m75), bonita, opulenta (+- 65kg), bem fornida de nádegas (mais de 100cm de quadris), coxas grossas e peitos perfeitos (fartos, firmes e empinados), com lindos olhos verdes. E ela tem o mesmo vício que eu: sodomia. Fechou todas. Quando nos vimos, o tesão foi mútuo. Aproximei-me, abordei-a e houve receptividade. Sem perda de tempo, dirigimo-nos à um motel e fomos à luta.
Eu estava limpinho e cheirosinho. Então, como ela estava suada, foi banhar-se. Voltou toda nua, como uma escrava no cio louca para entregar-se de corpo e alma para o seu dono. Abraçou-me voluptuosamente. Desceu os lábios pelo meu peito e parou no caralho. Primeiro beijou docemente a glande. Depois lambeu toda sua extensão. Terminou abocanhando-o completamente. Então começou a sugar num vai-e-vem alucinante. Quase gozei. 'Ai... ui... isso... chupa... mais... enfia tudo nessa boquinha linda... já vou... comer... esse cuzinho gostoso...'
Quando ela sentiu que eu já não agüentava mais segurar, que estava por um fio para explodir meu néctar em sua garganta, parou de me chupar e 'plastificou' o brutinho, que naquelas alturas estava duro como um pau. Minha ereção era tão acentuada e violenta que a cabeça batia furiosamente no meu umbigo.
Então ela sentou aquele bundão de mais de metro em cima da minha piça, direto, sem frescura, de costas para mim, para que eu pudesse ver meu pequeno 14 ser engolido por aquele buraco quente e apertado. Aí ela começou um sobe-e-desce alucinante. Sentido que eu novamete não agüentava mais segurar o gozo, ela virou-se para mim permitindo que eu pudesse mamar aqueles peitões espetaculares. E eu mamei-os gulosamente e alternadamente.
Sempre com o intento de evitar que eu gozasse logo, ela alternou inúmeras posições, em sua maioria deixando aquele bocetão todo depiladinho escancarado para mim. Por fim, depois de mais de meia-hora de muitas variações, ela retornou a posição inicial. E aumentou o ritmo dizendo aquelas tradicionais obscenidades que as mulheres dizem quando estão fodendo: 'Isso Adinho... bota no meu cuzinho... enfia essa piça linda e gostosa bem no fundo... assim... me come toda... seu taradinho... assim... me fode... me come... me arromba... ai... me fode... come esse cu... agora ele é todo teu... fode como quiser... continua... tá gostoso... não pára... nunca... vou dar sempre esse cuzinho prá ti... tesudo... tarado... gostoso... coloca tudo... come essa bunda gostosa... ai, que gostoso tomar no cu... isso... assim... tá gostoso... vai... mais forte... me machuca... adoro tomar no cu... esse cu é só teu... come tudo... me fode...
Minha gente! Ela implorou prá ser comida e eu comi. Fodi todinho o cuzinho perdido no fundo daquela bundona enorme e redonda daquela negra de conturbar no trânsito. Era gostoso demais atolar o pau naquele cu apertado e sentir aquela bunda tesuda de encontro ao meu abdome. E como ela gosta de tomar no cu. Comi aquele bundão não agüentar mais e expoldir num gozo alucinante (o melhor da minha vida). Foi, sem dúvida, a melhor trepada da minha vida. Acho que dificilmente encontrarei outra mulher melhor do que ela. Porque ela adora tomar no cu. E eu sou viciado em cu (de mulheres, que fique bem claro)..."
by lobinho gauchinho taradinho por cuzinho
Eu estava limpinho e cheirosinho. Então, como ela estava suada, foi banhar-se. Voltou toda nua, como uma escrava no cio louca para entregar-se de corpo e alma para o seu dono. Abraçou-me voluptuosamente. Desceu os lábios pelo meu peito e parou no caralho. Primeiro beijou docemente a glande. Depois lambeu toda sua extensão. Terminou abocanhando-o completamente. Então começou a sugar num vai-e-vem alucinante. Quase gozei. 'Ai... ui... isso... chupa... mais... enfia tudo nessa boquinha linda... já vou... comer... esse cuzinho gostoso...'
Quando ela sentiu que eu já não agüentava mais segurar, que estava por um fio para explodir meu néctar em sua garganta, parou de me chupar e 'plastificou' o brutinho, que naquelas alturas estava duro como um pau. Minha ereção era tão acentuada e violenta que a cabeça batia furiosamente no meu umbigo.
Então ela sentou aquele bundão de mais de metro em cima da minha piça, direto, sem frescura, de costas para mim, para que eu pudesse ver meu pequeno 14 ser engolido por aquele buraco quente e apertado. Aí ela começou um sobe-e-desce alucinante. Sentido que eu novamete não agüentava mais segurar o gozo, ela virou-se para mim permitindo que eu pudesse mamar aqueles peitões espetaculares. E eu mamei-os gulosamente e alternadamente.
Sempre com o intento de evitar que eu gozasse logo, ela alternou inúmeras posições, em sua maioria deixando aquele bocetão todo depiladinho escancarado para mim. Por fim, depois de mais de meia-hora de muitas variações, ela retornou a posição inicial. E aumentou o ritmo dizendo aquelas tradicionais obscenidades que as mulheres dizem quando estão fodendo: 'Isso Adinho... bota no meu cuzinho... enfia essa piça linda e gostosa bem no fundo... assim... me come toda... seu taradinho... assim... me fode... me come... me arromba... ai... me fode... come esse cu... agora ele é todo teu... fode como quiser... continua... tá gostoso... não pára... nunca... vou dar sempre esse cuzinho prá ti... tesudo... tarado... gostoso... coloca tudo... come essa bunda gostosa... ai, que gostoso tomar no cu... isso... assim... tá gostoso... vai... mais forte... me machuca... adoro tomar no cu... esse cu é só teu... come tudo... me fode...
Minha gente! Ela implorou prá ser comida e eu comi. Fodi todinho o cuzinho perdido no fundo daquela bundona enorme e redonda daquela negra de conturbar no trânsito. Era gostoso demais atolar o pau naquele cu apertado e sentir aquela bunda tesuda de encontro ao meu abdome. E como ela gosta de tomar no cu. Comi aquele bundão não agüentar mais e expoldir num gozo alucinante (o melhor da minha vida). Foi, sem dúvida, a melhor trepada da minha vida. Acho que dificilmente encontrarei outra mulher melhor do que ela. Porque ela adora tomar no cu. E eu sou viciado em cu (de mulheres, que fique bem claro)..."
by lobinho gauchinho taradinho por cuzinho
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