segunda-feira, 5 de fevereiro de 2007

Uma amante perfeita (parte I)

Incontestavelmente perfeita. Assim é Elis, uma deusa de ébano que faz qualquer um feliz. Uma verdadeira pantera negra. Perfeita fisicamente – como relatarei a seguir – mas antes e acima de tudo uma pessoa encantadora. Linda, maravilhosa, mas nem por isso vaidosa e esnobe. Inteligente, mas humilde e simpática. Figuraça simpaticíssima, uma pessoa com quem todos gostam de conviver. Fisicamente irresistível. Atraente, bonita, charmosa, desejável, envolvente, formosa, gostosa, interessantíssima... etc. Sem falar que tem um corpo perfeito: coxas grossas e torneadas, cintura fina, peitos perfeitos (firmes, duros e empinados) e bunda ma medida certa: 101cm cravados. Ou seja, nem bundinha pequena, nem bundão grande de camponesa... E a cinturinha? Meus amigos, fininha, torneadinha, como um violão. Por isso perfeita! Uma linda sereia deitada na areia. Com seus 1m62 e 57kg. Aliás, mesma altura e peso que eu.Conhecemo-nos ao acaso, pelo fato de sermos conterrâneos e desgarrados. Longe de nossas famílias e de nossa terra, isso nos aproximou. Então combinamos que viajaríamos sempre juntos para nossa cidade natal. Normalmente nos sábados de manhã. Em meio a leituras dos jornais do dia, conversa sobre a semana, o mês, os problemas comezinhos de nossos trabalhos... Sobre carências, dificuldades de relacionamentos, etc. Até bater o sono e dormirmos encostadinhos...Até que na véspera de um feriado resolvemos viajar no madrugadão, um ônibus que sai da Capital às 2 horas da madrugada. Pra chegar em nossa terra natal ao amanhecer. Normalmente não tem lotação máxima, pelo horário. Então, naquela madrugada quente, enquanto os poucos passageiros dormiam, aproveitamos para ficarmos um pouco mais “juntinhos” do que nas viagens anteriores... Mãos dadas, coxas coladas, abraços apertados, beijos linguados e molhados... Carícias se intensificando... Até que resolvemos “fugir” para o fundo do ônibus, onde não tinha nenhum passageiro – a maioria prefere a parte da frente. Ela aproveitou para ir ao banheiro do ônibus, ali bem ao lado, pra trocar de roupa – retirar a calça jeans e colocar uma mini-saia curtíssima, que mal cobria a virilha... E voltou para o meu lado. Fiquei louco, já estava de piça duríssima havia algum tempo. Ela estava com um decote ousadíssimo e sem sutiã... Minhas mãozinhas acariciavam aqueles peitos perfeitos... com os bicos túrgidos... Nossas bocas babavam pela intensidade de nossos beijos e pelo tesão violento que nos dominava... Então minha mãe percorreu, desbravadoras, suas coxas grossas, firmes e roliças... Foram subindo até chegar ao portal do paraíso. Surpresa: estava sem calcinha. Wow, enlouqueci: minhas mãos acariciavam aquela boceta avolumada, inchada, quentíssima e melecadinha... acariciei o grelinho durinho, enfiei um dedo, depois outro, mais outro e fui fazendo um gostoso vai-e-vem. Ela retribui retirando meu pau pra fora das calças e ficou acariciando-o... Estava duríssimo, parecia madeira de lei. Vermelho, inchado, pulsando, com as veias latejando...Não resisti e me abaixei, ajoelhei-me e... “rezei”. Ou seja, caí de boca naquela boceta linda, perfeita: vermelhinha por dentro, cor do mais delicioso chocolate por fora. E totalmente peladinha, lisinha, depiladinha. Como gosto. Beijei, chupei e lambi por muitos minutos até que ela apertou as coxas contra minha cabeça e quase urrou de gozo, soltando aquele néctar dos deuses na minha boca...Então foi a vez dela retribuir. Sentei-me de volta no banco e ela abaixou-se e abocanhou o pequeno 14, pagando-me o maior e melhor boquete da minha vida. Chupou com muita voracidade, tão forte e intensamente que não resisti. Gozei abundantemente em sua boca linda. E ela engoliu tudinho, sem deixar escapar uma só gotinha... Recompomo-nos, até porque a viagem estava quase acabando. E nossa história mal começando. Descemos e avistamos um motel próximo à rodoviária de nossa cidade. Olhamo-nos e decidimos ir pra lá continuar aquele não ficou completo, ou seja, uma foda total, com tudo que se tem direito, inclusive muito anal. Afinal, eu sou o gauchinho tarAdinho por cuzinho... E ela tem uma bunda perfeita. Mas nossa primeira foda completa, no motel, até o meio da manhã, fica para o próximo conto... Aguardem!


Um comentário:

Deuzita disse...

Kkkkkkkkkkkkkkkkk.. Posso falar a verdade??

Essa nega já dava esse rabo há muito tempo.. Pois quem nunca deu e vai dah a primeira vez, não pede como ela pediu.. E muito menos o CÚ vira uma flor de tezão com penetração de dedo.. Desculpa-me, mas vc pegou gata por lebre..kkkkkkkkkkkkkkk..

Mesmo assim.. uma delicia o conto...