terça-feira, 18 de janeiro de 2011

AS TRÊS IRMÃS

Imagino que a maioria dos homens tem a fantasia de comer a cunhada. Mas agora pensem em comer três irmãs! No meu caso, não foi exatamente a cunhada e nem as cunhadas, pois não tinha compromisso com nenhuma delas. Eram irmãs e diferentes fisicamente, mas com algo em comum: gostavam de uma boa sacanagem.
A primeira conheci casualmente. Era amiga da bundudinha que adorava leitinho com chocolate (confira o meu conto com ela). Vi-as no Centro da Capital. A bundudinha, que já me conhecia, parou para cumprimentar-me e apresentou a amiga. Apesar de casa, era bem safada. Na época era ruiva e relativamente magra, com curvas escondidas por roupas bem comportadas. Como o marido estava carente e eu morando sozinho, acabamos na minha cama, na alcova do lobinho. Era muito faminta por sexo e me devorava todo, me chupando e dando o cuzinho bem gostosinho. Numa de suas visitas ao meu ap levou a irmã morena clara (cabelos castanhos bem claros, quase loiros) que também era casada. Um pouco mais corpulenta, com seios médios e firmes, coxas roliças e bumbum arrebitado. Estava de saia ou vestido (nunca sei reparar muito bem nisso). Então enquanto a irmã aguardava-me no meu quarto, flagrei-a no banheiro com a porta entreaberta. Entrei e vi sua bela bunda, a qual elogiei. Com direito a passar a mão e dar uma lambida nas polpas. Ela ficou arrepiadinha e resmungou que “sou casada, não posso permitir isso. Além do mais, minha irmã ta ali na cama esperando”.
Fui pro quarto e descarreguei meu tesão na maninha casadinha e safadinha. A outra na sala, vendo TV, pacientemente aguardando a mama ser devorada pelo lobinho safadinho e taradinho por cuzinho.
Ao se despedirem, a irmã mais recatada piscou o olho e demonstrou um olhar carente de sexo e todo o desejo despertado pela boa foda que a mana ganhou no quarto. Como tinha meu número, claro, ligou-me e perguntou se poderia visitar-me sozinha. Claro que concordei. Então no dia combinado ela chegou toda tímida, linda e cheirosa. Nos atracamos num abraço apertado e trocamos um beijo linguado e bem molhado. Desnudei-a e beijei-a todinha, lambi todo aquele belíssimo corpo de jovem senhora carente e mal comida, chupei a bocetinha bem depiladinha, fazendo com que tivesse o primeiro orgasmo. Depois ela retribuiu me chupando timidamente. Por fim penetrei-a com carinho, com o cuidado de “plastificar” o brutinho, para não corrermos nenhum risco de uma gravidez indesejada. Trepamos em todas as posições conhecidas, mas ela não cedeu o cuzinho. Não quis tomar no cu em hipótese alguma!
Foi a única vez que a comi. Talvez culpada pela traição ao marido, nunca mais quis fornecer pra mim. Foi então que conheci a terceira irmã, a qual a primeira tecia rasgados elogios. “Vais adorar a M., pois ela é bem como tu gostas: alta, bonita, corpulenta, PCB (Peituda, Coxuda e Bunduda)”, detalhou a ruiva.
Então, depois de muita insistência marcamos um encontro no centro histórico da capital mais meridional deste nosso país tropical. Ela estava altiva e elegante, de óculos de grau, parecendo uma advogada ou empresária. Fomos direto para meu apartamento e conversamos animadamente por horas e horas. Nem percebemos a tarde cair e a noite chegar. Então ela alegou que tinha de ir embora. O desejo era indisfarçável, mas nenhum dos dois tomou a iniciativa de fazer o que ambos queríamos: foder.
O tempo passou e não conseguíamos nunca marcar um encontro. O destino conspirou contra nós e ela nunca estava disponível. Nesse período de quase meia década só falávamos por telefone. E sempre trocando conversas, mensagens e fotos quentes. Até que finalmente o dia chegou. Ela me pegou de carro no Centro e nos tocamos para um motelzinho mais próximo. Tínhamos pouco tempo. Ela estava mais linda do que nunca, bronzeadíssima, com belos cabelos loiros emoldurando aquela escultura de corpo. Alta, Bonita, Charmosa, Desejável, Fantástica, Gostosa, Irresitível... Era uma tarde quente e estávamos suados. Trocamos um beijo ardente, represado por mais de cinco anos. Mas ela quis primeiro tomar uma ducha. Voltou nua e linda. Eu esperando-a na cama, peladinho e com a piça duríssima. Ela caiu de boca e chupou vorazmente. Retribui chupando aquela boceta carequinha, gostosinha. Até que gozou na minha boca. Virei-a de quatro e beijei e lambi aquele bundão descomunal de 112cm. Detive-me no cuzinho e chupei gostoso. Então enfiei meu caralho naquela boceta deliciosa. Mas não consegui segurar para comer aquele cuzinho apetitoso e inundei suas costas com minha porra apressada. Depois disso ela se casou e nunca mais nos vimos. Mas ficou o prazer de ter comido três irmãs. Vós também quereis?

by Condinho tarAdinho de satoleP.





4 comentários:

Luh Valentim disse...

Nossa... Que dlciaaaa

Unknown disse...

Nossa tres é muito gostei e excelente, muito bom esse conto

Adeilton Resende ilto Rodrigo escritor disse...

Pode haver confusão mental...

Anônimo disse...

Quer experimentar?