segunda-feira, 20 de março de 2017
A COSTUREIRA INSACIÁVEL
Esta história aconteceu na era pré-internet, antes do ano 2000, em meados da década de 1990. Naquela época não havia internet popular e seus desdobramentos, as redes sociais. Foi antes mesmo do Par Perfeito... Então para novos contatos imediatos só se fôssemos à caça. Então a solução era recorrer às formas de comunicação da época. Já separado, coloquei um anúncio nos classificados de um grande jornal que era mais ou menos assim: "Atenção mal-amadas, casadas ou não! Se quiser orgasmos múltiplos é só enviar contato para a caixa postal do amante não-profissional, sem envolvimentos emocionais e financeiros".
Recebi apenas algumas respostas. Uma delas foi de uma negra casada, de 39 anos. Após algumas trocas de telefonemas quentes (convencionais, porque à época os celulares eram caros e raros) marcamos para nos conhecermos na tarde de um sábado. Eu trabalhava até às 14h e morava sozinho. Encontramo-nos no Centro da Capital gaúcha e seguimos de lotação até meu apartamento. Era uma negra opulenta e bem fornida de bunda e coxas. Estava vestida apenas com um vestido longo e colado ao corpão todo torneado. Eu estava de abrigo esportivo e uma camiseta simples. Como não uso cueca quando está quente, estávamos "prontos para o crime", porque ela estava sem nada por baixo do vestido fino. Embarcamos para uma lotação que nos largaria bem em frente ao meu prédio. Como era uma tarde de sábado, a lotação estava quase vazia [apenas uma ou duas senhoras bem à frente]. Fomos direto para a parte traseira do veículo, à esquerda, eu no lugar da janela e ela do meu lado. Os bancos à frente nos encobriam e em pouco tempo já estávamos nos atracando ali mesmo, com amassos e beijos ardentes. Enfiei minhas mãozinhas impacientes por dentro do vestido e acariciei os seios pequenas, mas duros & firmes como de uma adolescente. Ela retribui enfiando a mão dentro da minha calça de abrigo, para segurar minha piça já duríssima. Abaixei a alça do vestido e mamei gostoso, sempre de olho no espelho retrovisor para monitorar possíveis olhares indiscretos do motorista. Depois ela se recompôs cobriu os seios, mas abaixou-se e abocanhou minha piça. Chupou com muita voracidade e sedenta de leite. Não me segurei e esporrei gostoso na boca dela, que engoliu tudinho.
Alguns minutos depois desembarcamos em frente ao meu prédio e subimos os quatro lances de escada nos agarrando, eu abraçando-a por trás, para sentir aquele bundão colossal junto ao meu corpinho de toureiro. Mal entramos no apartamento e já nos atracamos furiosamente. Levantei o vestido e caí de boca naquela xana kente de xocolate, totalmente karekinha, toda meladinha. Com meu linguão fi-la gozar abundantemente e sorvi cada gota daquele néctar de chocolate... À essas alturas minha piça já estava com 100% de ereção e ela em transe de orgasmos múltiplos, virou-se de costas para mim. Não vacilei e lambi bem aquele cuzinho marrom, deixando-o bem molhado com a minha saliva. Então ela implorou: "Ai, Adinho, come meu cuzinho, vai, soca essa piça gostosa... come meu cu, me enraba gostoso. O corno do meu marido não gosta de cu... ele diz que é pecado, que é errado, que é o esgoto do corpo..." Não me fiz de rogado e cravei minha piça dura naquele cuzão de chocolate. Ela gemia e se contorcia em cima da cama e eu socava sem dó naquele bundão colossal de 120cm. "Isso, assim, me come, me fode, vai... soca essa piça gostosa no meu cu... me come... me fode... me enraba, coloca tudo neste cuzinho... vai... assim... gostoso, tesudo, tarado... ahhhhh... vou gozar de novo..." e dedilhando a boceta ela gozou de novo com meu pau no cu dela. Então ela desabou na cama e eu enchi o cu dela de porra. Ficamos até umas 18h metendo até que ela teve de ir embora, para que o marido "não desconfiasse". Nos sábados seguintes repetimos a dose. Nosso envolvimento durou uns três meses, porque o marido passou a desconfiar das "visitas" dela a clientes nas tardes de sábados. Como ela morava uma outra cidade da Região Metropolitana Gaúcha, não nos vimos mais. Até porque não tínhamos celular e eu não iria ligar para a residência de uma "senhora casada"...
Gostaram? Comentem.
Mais um conto do Marquesinho Gaúcho.
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4 comentários:
Gostei muito bom,viajei nesse conto
Show de bola
Adorei o conto muito bom
Gracias. Ficou excitada?
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