quinta-feira, 23 de março de 2017

SEXO É VIDA!

Sexo é vida. Esta lição o ser humano levou cerca de 2 mil anos para aprender.
O amor e sua finalidade não estão escamoteados por preconceitos e muito menos por conceitos pequenos burgueses opressores, sufocantes, que sempre levam homens e mulheres à angústia essencial: a angústia do ser.
Ninguém vive um momento de plenitude que seja em toda a sua existência se não viveu nenhum momento de plenitude sexual. E a razão disso é muito simples: só quando se expressa sexualmente o ser humano expressa sua capacidade de ser LIVRE. É por isso que todo sistema totalitário - seja religioso, social e político - assenta suas baterias de repressão e censura primeiramente contra os atos do sexo. Porque sexo é LIBERDADE!
Acontece, todavia, que os seres humanos não conseguem, no geral (pois só os privilegiados o fazem) libertar-se dos condicionamentos da educação, da formação familiar, que é uma extensão do poder opressor das garras das autoridades (religiosas e/ou políticas) que precisam limitar as potencialidades da liberdade humana para continuar o poder uns poucos sobre todos.
Por isso, mal-informados, negativamente condicionados, muitos já entram nas veredas da liberdade sexual carregando a sina do pecado e do erro, o que se impede de ver a luz brilhando, fulgurante e livre de serem simplesmente o que são no usufruto do seu mais subjetivo valor: o valor sexual. Quem não atingir a própria liberdade de usar o seu corpo e de suas potencialidades erógenas, será sempre um ser faminto de sexo. E sem sexo, sabe-se, simplesmente não há VIDA!

E-mail do cronista: adinho.gaucho@gmail.com

terça-feira, 21 de março de 2017

O SEGREDO DA (boa) SODOMIA

A maioria das mulheres tem curiosidade a respeito do assunto. Mas praticar, jamais. Primeiro a intransigência: “Nem pensar, nunca!” Tudo por medo, por receio de que possa doer, de que é nojento. Afinal, são tantos os preconceitos...
Mas é frequente ouvir uma dizer que já tentou, pelo menos uma vez, mas sofreu muito. Para alguns homens a sodomia (sexo anal) é uma obsessão, um desejo louco e incontrolável: o recôndito de prazer perdido nas maçãs carnudas tanto prazer proporciona!... Por isso esses homens, os sodomitas, gostam de beijar bundas, chupar cuzinhos, forçar a ponta da língua no anel anal que, com isso, normalmente abre-se. Desta forma, o homem que tiver competência e paciência para relaxar e estimular a mucosa anal com jeitinho e muito carinho, quem sabe não apenas consiga que elas cedam, mas que passem a implorar para ser penetradas pelo ânus...
Portanto, com jeito, paciência e muita cortesia, qualquer esfíncter se abre para o prazer. Mas, importante: o sodomita nunca deve pedir e/ou forçar a barra. O especialista em cuzinho tem que esperar ser “convidado”. Mais que isso: tem que provocar um tesão tal na região anal, tem que deixar a mulher tão enlouquecida de tesão para que ela implore para ser penetrada pelo ânus. Somente assim a mulher tomará no cu sem sentir dor e, mais do que isso, passará a ter prazer, muito mais do que teria apenas na boceta, ou seja, conhecerá o orgasmo múltiplo.
Sem ser forçada, e adequadamente preparada, a mulher pode, finalmente, entregar-se e experimentar um prazer inigualável. E só aí o sodomita pode agarrar firme os quadris e começar a penetração. Mas tem que ser devagar, devagarzinho: primeiro coloca-se apenas a glande; depois, como a dor inicial vai passando e transformando-se em prazer, então se pode continuar a penetração do tronco; por fim, como terá passado a dor, então se pode penetrar profundamente até o colo chocar-se agradavelmente com as nádegas. E só aí ela vai implorar para que o desejo e o prazer nunca parem...
E depois que uma fêmea conhecer o prazer do orgasmo anal, não haverá apenas a primeira vez. Porque ninguém come bem um cu impunemente...
SODOMIA vem de SODOMA, uma cidade da antiguidade onde seus habitantes gostavam e praticavam o sexo anal. Como essa cidade foi extinta, essa prática perdeu-se no tempo e permanece cercada de preconceitos, repulsa, e é encarada como nojenta e dolorida. Mas felizmente atualmente é só um preconceito...

E-mail do cronista: gaucho.comecuzinho@gtmail.com

segunda-feira, 20 de março de 2017

A COSTUREIRA INSACIÁVEL

Esta história aconteceu na era pré-internet, antes do ano 2000, em meados da década de 1990. Naquela época não havia internet popular e seus desdobramentos, as redes sociais. Foi antes mesmo do Par Perfeito... Então para novos contatos imediatos só se fôssemos à caça. Então a solução era recorrer às formas de comunicação da época. Já separado, coloquei um anúncio nos classificados de um grande jornal que era mais ou menos assim: "Atenção mal-amadas, casadas ou não! Se quiser orgasmos múltiplos é só enviar contato para a caixa postal do amante não-profissional, sem envolvimentos emocionais e financeiros". Recebi apenas algumas respostas. Uma delas foi de uma negra casada, de 39 anos. Após algumas trocas de telefonemas quentes (convencionais, porque à época os celulares eram caros e raros) marcamos para nos conhecermos na tarde de um sábado. Eu trabalhava até às 14h e morava sozinho. Encontramo-nos no Centro da Capital gaúcha e seguimos de lotação até meu apartamento. Era uma negra opulenta e bem fornida de bunda e coxas. Estava vestida apenas com um vestido longo e colado ao corpão todo torneado. Eu estava de abrigo esportivo e uma camiseta simples. Como não uso cueca quando está quente, estávamos "prontos para o crime", porque ela estava sem nada por baixo do vestido fino. Embarcamos para uma lotação que nos largaria bem em frente ao meu prédio. Como era uma tarde de sábado, a lotação estava quase vazia [apenas uma ou duas senhoras bem à frente]. Fomos direto para a parte traseira do veículo, à esquerda, eu no lugar da janela e ela do meu lado. Os bancos à frente nos encobriam e em pouco tempo já estávamos nos atracando ali mesmo, com amassos e beijos ardentes. Enfiei minhas mãozinhas impacientes por dentro do vestido e acariciei os seios pequenas, mas duros & firmes como de uma adolescente. Ela retribui enfiando a mão dentro da minha calça de abrigo, para segurar minha piça já duríssima. Abaixei a alça do vestido e mamei gostoso, sempre de olho no espelho retrovisor para monitorar possíveis olhares indiscretos do motorista. Depois ela se recompôs cobriu os seios, mas abaixou-se e abocanhou minha piça. Chupou com muita voracidade e sedenta de leite. Não me segurei e esporrei gostoso na boca dela, que engoliu tudinho. Alguns minutos depois desembarcamos em frente ao meu prédio e subimos os quatro lances de escada nos agarrando, eu abraçando-a por trás, para sentir aquele bundão colossal junto ao meu corpinho de toureiro. Mal entramos no apartamento e já nos atracamos furiosamente. Levantei o vestido e caí de boca naquela xana kente de xocolate, totalmente karekinha, toda meladinha. Com meu linguão fi-la gozar abundantemente e sorvi cada gota daquele néctar de chocolate... À essas alturas minha piça já estava com 100% de ereção e ela em transe de orgasmo
s múltiplos, virou-se de costas para mim. Não vacilei e lambi bem aquele cuzinho marrom, deixando-o bem molhado com a minha saliva. Então ela implorou: "Ai, Adinho, come meu cuzinho, vai, soca essa piça gostosa... come meu cu, me enraba gostoso. O corno do meu marido não gosta de cu... ele diz que é pecado, que é errado, que é o esgoto do corpo..." Não me fiz de rogado e cravei minha piça dura naquele cuzão de chocolate. Ela gemia e se contorcia em cima da cama e eu socava sem dó naquele bundão colossal de 120cm. "Isso, assim, me come, me fode, vai... soca essa piça gostosa no meu cu... me come... me fode... me enraba, coloca tudo neste cuzinho... vai... assim... gostoso, tesudo, tarado... ahhhhh... vou gozar de novo..." e dedilhando a boceta ela gozou de novo com meu pau no cu dela. Então ela desabou na cama e eu enchi o cu dela de porra. Ficamos até umas 18h metendo até que ela teve de ir embora, para que o marido "não desconfiasse". Nos sábados seguintes repetimos a dose. Nosso envolvimento durou uns três meses, porque o marido passou a desconfiar das "visitas" dela a clientes nas tardes de sábados. Como ela morava uma outra cidade da Região Metropolitana Gaúcha, não nos vimos mais. Até porque não tínhamos celular e eu não iria ligar para a residência de uma "senhora casada"... Gostaram? Comentem. Mais um conto do Marquesinho Gaúcho.