Ela morava no prédio ao lado do meu, mas no mesmo quarto andar. As janelas do meu quarto e da minha área de serviço ficavam bem em frente ao dormitório dela. Chegávamos em nossos apartamentos mais ou menos nos mesmos horários, ou seja, sempre após a meia-noite. Às vezes ela chegava antes, às vezes eu... O boxe do carro dela era pertinho do meu prédio. Então sempre ouvia o sinal do alarme de seu Corsinha quando ela chegava. Então eu apagava as luzes e a espiava. Ela normalmente andava de saia ou vestido curto, com os coxões bronzeadas de fora. Puta que pariu, como era coxuda! E bunduda! Muito tesuda!
O tempo passava e eu não tinha a menor chance de abordá-la, até porque era muito séria e de pouco papo com vizinhos. Ninguém sabia nada a respeito dela. Eu imaginava que fosse enfermeira, pois nunca trabalhava pelas manhãs e sempre chegava tarde... Numa das noites quentes espiei-a subir... A janela de seu quarto estava aberta. Ela entrou, acendeu a luz e sumiu. Minutos depois voltou nua, com a toalha enrolada nos longos e lindos cabelos negros. Deparei-me com um dos corpos mais lindos que já vi. Tudo como descrevi antes. Os peitinhos eram muito lindinhos, com os biquinhos bem salientes. E ralos pelos pubianos muito bem aparados. E os coxões, e o bundão? Indescritíveis.
Até que um dia comentei sobre minha misteriosa vizinha com uma amiga “profissional” — uma mulatinha PCB que me fazia visitinhas. Descrevi a minha musa e ela perguntou: “Ela não tem um Corsa azul esverdeado, com placas de SC?” Respondi que sim ela, então matou a charada: “Ah, então é a Lena. Ela trabalha em uma sauna que eu vou de vez em quando”. Bah, tchê, pois combinei com minha amiguinha de irmos à referida sauna no sábado seguinte para que ele me apresentasse minha musa. Lá nos encontramos em uma sábado particularmente quente. Minha amiga chamou-a e me apresentou. Ela não me reconheceu (ou fez de conta que não) e agiu profissionalmente, toda simpática e solícita. Nos afastamos do grupo e fomos para a sauna a vapor. Eficientemente fez-me carinhos nos lugares certos e busquei seus lábios. Beijamo-nos gulosamente e já pronto para a batalha ela sugeriu que subíssemos para uma das suítes. Então descarreguei todo o tesão represado durante meses, quiçá mais de um ano. Abracei aquele corpão lindo e perfeito, beijei, chupei e lambi tudinho, cada centímetro quadrada. Fi-la gozar com meu linguão colossal e descomunal para que nunca mais esquecesse de mim. Chupei aquela boceta linda, gostosa e cheirosa até tomar um fartão! Ela retribuiu me “pagando” um gostoso boquete até quase eu gozar. Então se virou de quatro em cima da cama e mandou: “Vem, come a bunda da tua morena, Adinho, vem”. Eu nem me dera por conta, mas com habilidade ela já havia “plastificado” meu brutinho com a própria boca.
Minha gente fui com tudo! Penetrei minha piça naquela boceta gostosa, sentindo contra minha barriguinha enxutinha aquele bundão maravilhoso e gostoso. Ele pediu para que puxasse seus lindos cabelos longos e pretos e rebolou alucinada. Não resisti muito tempo...
Na segunda-feira seguinte enviei para a sauna, à tarde, um lindo buquê de 12 rosas vermelhas e meu cartão de apresentação. Mal recebeu e me ligou, agradecida. Fiquei com seu número registrado com o meu e marcamos para o sábado seguinte. Fui lá novamente e repetimos a dose, com uma longa sessão de chupação e fodemos de todas as formas, jeitos e posições. Mas quando ela ficava de quatro pedindo pica eu não suportava: “Isso, vem Adinho, mete esse pau gostoso na bunda da tua morena. Isso, assim, vai, mata teu desejo, tua vontade...” Não conseguia controlar o gozo com aquele bundão rebolando no meu caralho.
Claro que sempre deixava o “pré$entinho” pré-estipulado no caixa, ao sair. E não era barato não! Ela era uma puta cara! Mas eu estava podendo na época, ganhava bem e não tinha com o que gastar...
Eu continuava espiando-a e ela sempre com as janelas abertas, pois àquelas altas horas só nós dois estávamos acordados. Liguei durante a semana para marcar no sábado seguinte. Então ela sugeriu-me: “Ah, Adinho, pra que ires lá na sauna gastar? Vamos nos encontrar no meu ou no teu apartamento mesmo. Afinal, é tão pertinho”. Puta que pariu, então ela sabia que eu era seu vizinho. Ao que ela brincou: “Bobinho, te reconheci desde a primeira vez”.
Evoluímos, então, de meros e casuais vizinhos para amantes e por fim para amigos-amantes. Passei a pagar o aluguel dela, ajudava no rancho e até nas prestações do carro. Fodíamos quase todas as noites. Numa no meu ap, noutra no dela. Sempre fazendo-a gozar com meu linguão. Ela sempre garantia: “Ah, só você, Adinho, pra me fazer gozar”. Ela só não deixava eu meter naquela cuzinho lindo, cheiroso e gostoso...
Apaixonei-me loucamente por aquela deusa morena e pedi-a várias vezes em casamento. Mas ela disse que não gostava de mim o suficiente para casar comigo. Além do mais, alegava que “o que vão comentar, Adinho, você é um cara conhecido na cidade. Melhor continuarmos assim, vizinhos, amigos e amantes”. E foi o que continuamos...
Até que ela conheceu na sauna um lindo louro forte, do Interior, com dinheiro e um Escort. Apaixonaram-se e ele a levou para a cidadezinha que morava. Casaram-se e vivem felizes para sempre.
Mudou-se e nunca mais a vi. Desconfio que ela me lê no jornal, me ouve na rádio e me vê na TV. E que deixou o maridão comer seu bundão. Paciência, depois disso já ganhei muitos cuzinhos por aqui e ali. Alguma leitora aí está afim de compensar?
Mais um conto proibido do Condinho tarAdinho de satoleP.
4 comentários:
Um adorei cada um melhor do que outro.
Amei👏👏👏
Muito bom essa foi de mais
Maravilhoso
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