segunda-feira, 5 de fevereiro de 2007

A faxineira gostosa e safada

A moça que limpava o meu apartamento é casada. É uma jovem senhora de 24 anos, cabelos negros, compridos, que ela prende numa trança para realizar seu trabalho. Os olhos são negros e vivos, brilhantes, e os lábios são grossos. Tinha 1,62m de altura e pesava 57 kg na época. Não era nenhuma miss, mas é bem atraente e me fez feliz. Ela se parecia com a atriz global Teresa Seiblitz.
No começo, quando ela veio trabalhar no meu apartamento, era calada, limitando-se às conversas essenciais. Estava meio difícil de encontrar um meio de conversar com ela. Depois de algumas semanas, já trocávamos muitas confidências e estávamos como se fossemos duas amigas íntimas. Ela falava de seu marido, de sua filhinha, de sua casa, etc... Mas, para passar-lhe uma cantada estava difícil. Ela percebia minhas indiretas e disfarçava. Eu elogiava seus cabelos, seus lábios... Ela sentia meus olhares em seus seios, em sua bundinha empinadinha e... nada!
Tinha vontade de pôr as cartas na mesa, dizer-lhe à queima roupa que queria fodê-la. Mas tinha medo da reação dela. Afinal, era casada. Ficava imaginando sua reação. Será que ela diria: “Por que me diz isso se eu sou casada?” Então ficava ensaiando minha resposta: “Porque eu quero te foder, chupar tua bocetinha, comer teu cuzinho. Enfim, te dar muito prazer, te fazer gozar, fazer conheceres o orgasmo múltiplo...”
Mas o tempo passou, arrumei uma namorada ciumentíssima que não quis mais que ela trabalhasse no nosso apê. Certamente percebia o tesão que eu tinha pela faxineira.
Passado algum tempo, ela me ligou, dizendo que tinha se separado. Dissimulei, dizendo que aquilo era passageiro e que, logo, logo, voltaria para os braços do maridinho que ela tanto venerava, que chamava de “Cavalinho” — talvez porque tivesse pau grande...
Mas ela insistiu que estava separada e combinamos um encontro para um bate-papo. Jogamos conversa fora até que, finalmente, confessei que sempre quis comê-la. Para minha surpresa, ela disse que também sempre teve vontade de me dar. Então fomos para um motelzinho. Como ela trabalhara o dia inteiro (e estava muito quente) foi tomar um banho. Bendita idéia! Eu estava limpinho e esperei-a já totalmente nu em cima da cama e de pau exageradamente duro. Ela voltou do banho limpa e cheirosa, completamente pelada, e caiu de boca no meu catzo. Engoliu-o todinho e teceu rasgados elogios: “Que pau lindo e gostoso que tu tens.” Disse-lhe que também queria chupá-la, que queria saborear aquela bocetinha cabeluda e cheirosa. Então ela se virou e fizemos um 69 espetacular. Já não suportando mais de tesão, ela se sentou no caralho, fazendo-o sumir em seu interior. Cavalgando de frente prá mim, aproveitou para sugar-lhe os dois seios médios e firmes. Assim ficamos até quase explodirmos num gozo. Mas quando ela estava gozando livrei-me dela e passei a chupar-lhe o buraquinho apertado. A ponta do meu linguão foi forçando e abrindo caminho. Não foi difícil, porque ela estava com muito tesão. Não agüentando mais, ela implorou que eu a penetrasse: “Vem Adinho, fode o meu cuzinho... assim... mais... põe tudo, põe... coloca tudo... me arromba com essa piça gostosa...” Meu ‘pequeno 14’ entrou por aquela portinha nem tão fechada assim e sumiu naquela caverna escura, fétida, quente e úmida. Não houve dificuldade, porque o meu catzo é muito menor do que o ‘grande 20’ do maridinho dela. Por isso ela começou a curtir: “Ai... me fode... come essa bundinha que tu tanto olhava... agora ela é toda tua... fode como quiser... continua enfiando... não para... nunca... vou te dar sempre o meu cuzinho prá tu foderes... ai, que gostoso levar na bunda!... adoro tomar no cu... me come toda... gostoso... ai... tesão... come tudo, tudo... gostoso... põe tudo, põe... ai, ai... tá gostoso, continua... vai... ai... ai... vai... põe tudo... sempre tive tesão por ti... me come gostoso... é bom... tesão... isso é que homem e não aquela merda de homem que eu tenho em casa... ai, que homem gostoso!... ai... ui... ai... ah!... ah!... gostoso... tesudo... tarado... me arromba... come todo esse cu gostoso...”. Ficamos no tradicional vaivém até atingirmos um orgasmo intenso e forte: “goza no meu rabinho... goza tudo...”, ainda gemeu. Dias depois ela voltou para o maridinho, mas não dispensa, de vez em quando, o meu linguão na sua bocetinha (ela confessou que o maridinho não faz isso) e o meu ‘pequeno 14’ no seu cuzinho fantástico...

2 comentários:

Nati Pereira disse...

eu não to acreditando muito mas tudo bem vou continuar lendo!!!

Gaudério Pampiano disse...

Natty, todas estas fodas aconteceram mesmo. E comigo, Claro!