segunda-feira, 5 de fevereiro de 2007

LOURA, LINDA, LOUCA e PERIGOSA

Meu casamento já estava no fim quando a conheci. Ouvia falar dela pelos sobrinhos da minha mulher, pois ela morava no mesmo edifício que eles. Volta e meia ouvia-os falar: “Bah, a loura do terceiro andar veio telefonar e estava sem calcinha”. Noutra feita, num almoço familiar dominical, o caçula (meu afilhado) comentou: “Bah, eu vi a bunda da loira”. Seu irmão explicou, então, que a loira do terceiro andar foi no apartamento deles para telefonar e estava vestida só com um camisetão. O pequeno, numa molecagem compreensível para um menino de quatro anos, levantou o camisetão e o bundão ficou à mostra. Aqueles relatos deixaram-me curioso e excitado. Numa tarde de folga fui visitar meus sobrinhos. A empregada passava roupa quando a campainha soou. Era a loira. Finalmente a conheci. Era realmente linda, parecida com a Vera Fischer, só que 15 anos mais nova. Estava com uma camiseta curta e uma bermuda jeans. Pude perceber que era coxuda e bunduda, bem como eu gosto. Enquanto ela telefonava ofereci-lhe café. Ela agradeceu e elogiou minha gentileza. Depois disso não nos vimos por um bom tempo.
Mais tarde, já separado e morando sozinho, sorvia um chimarrão na sacada do meu apartamento quando lá do pátio alguém me chamou. Era ela e uma senhora, minha vizinha e sua amiga. Pediram que eu descesse para dividir com elas o nosso tradicional “amargo”. Desci, mateamos e conversamos animadamente. Ela confessou que já sabia da minha separação.
Naquela época eu só trabalha à noite. Numa determinada manhã de primavera ela me telefonou propondo: “Sabe, eu estou querendo pegar um sol na praça do condomínio, mas tenho medo de ir sozinha porque podem mexer comigo. Que tal me fazeres companhia? E leva o chima”. Topei. Era uma manhã de sol forte e ela estava branca como leite. O biquini era minúsculo e parecia muito menor do que o tamanho dela. Fiquei taradão com aquelas coxas grossas e aquele bundão de 105cm, ainda mais quando ele se deitou de bruços e pediu que eu passasse bronzeador. Aqueles banhos de sol viraram rotina. E lá ia eu fazer-lhe companhia e tomar chimarrão na praça. Um dia, como estava muito quente, ela se convidou para tomar uma ducha no meu apê. Como pretexto para mostrar a evolução do bronzeado, exibiu os seios pequenos e firmes. Fiquei de piça dura na hora, mas me fiz de bobo. Afinal, éramos apenas “bons amigos”, como ela fazia questão de enfatizar.O tempo foi passado e nós cada vez mais íntimos. Saíamos para almoçar, jantar, para dançar, mas trepar que era bom nada. Até que chegou o verão e, numa tarde escaldante, de sol senegalesco, ela perguntou seu eu tinha barbeador. Respondi que sim, até porque uso cavanhaque. Ela pediu emprestado para depilar-se. Concordei e ela foi até meu apê para pegá-lo. Mas como estava suada e melada pelo bronzeador, pediu para tomar um banho antes. Depois de ficar quase meia-hora tentando depilar-se, ela me chamou e perguntou se eu não topava depilá-la. Topei, mas com todo o cuidado e zelo. Foi difícil, porque estava muito quente e, por isso, ela suava. Naturalmente que o contato dos meus dedos deixaram-na toda melecadinha de tesão. Não suportando mais, ela pediu que eu a chupasse. Atendi e mandei língua até ela gozar. Então ela me convidou para entrar no box. Abraçamo-nos e beijamo-nos voluptuosamente, culminando com uma trepada alucinante. Foi a primeira de uma série. Até que ela foi despejada e resolveu se instalar “provisoriamente” no meu apê. Foi aí que fiquei sabendo que ela, além de linda, era louca. Depois de três meses, não suportando seu temperamento terrível, mandei-a embora. Ela não foi e tive que despejá-la. Foi o fim de uma relação que começou bem e terminou muito mal. Mas foi uma das pepecas mais gostosas que já chupei na vida: linda, cheirosa, de pentelhos loiros e muito saborosa. Pena que a dona era louca.

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