segunda-feira, 5 de fevereiro de 2007

A MÃE DA CANDIDATA A RAINHA


Muito se comenta em uma roda qualquer quem incomoda mais? A mãe da miss, ou o pai do candidato a jogador de futebol? Cronista esportivo gaúcho há muito tempo, sei o quanto pai de jogador – ou candidato a tal – incomoda. À direção e à mídia. Para os pais, os filhos são sempre os melhores, os craques... Quanto à mãe de miss, ou candidata de concurso de beleza, não tenho muita experiência, embora já tenha sido jurado várias vezes. A vivência mais próxima é a que relato a seguir.No final do século XX (ou Segundo Milênio), ou seja, pouco antes do fatídico (para mim) ano 2000, fui um dos jurados do concurso A Rainha do Esporte Gaúcho. Eram umas 50 garotas. De todo o Rio Grande do Sul, representando clubes sociais e esportivos. Todas muito bonitas. Uma, em particular, chamou-me à atenção não só pela beleza, mas pelo charme, empatia e personalidade. Era morena, magra, bem torneada, cabelos pretos e lisos, mas a força do olhar marcou-me muito. E tinha apenas 16 aninhos. Votei nela para as dez finalistas. Mas infelizmente fui voto vencido. Os meus colegas de júri preferiram as loiras altas e opulentas.Finalizado o concurso, fiz uma gentileza com uma amiga dela e sua mãe, dando-lhe dinheiro para voltarem de táxi. Passado algum tempo, essa amiguinha ligou-me para agradecer a gentileza e dizer que eu precisava conhecer a mãe da sua amiga, que combinava comigo, etc. Consegui seu endereço e escrevi. Demorou muito tempo, mas um dia a mãe da minha candidata preferida ligou-me. Conversamos animadamente e após algum tempo, combinamos um encontro. Quase fiquei sem ar ao vê-la. Era uma morena linda, deslumbrante, maior que eu – o que não é difícil, pois tenho apenas 1m62cm e 57kg -, coxas grossas e bunda grande. Bem como eu gosto. Jantamos, tomamos sorvete, conversamos animadamente sobre a vida, nossas experiências, nossas solidões, etc. Ficou apenas nisso. Outros encontros vieram até que rolou o primeiro beijo. No carro da família. Já atraídos violentamente um pelo outro, fomos a um drive, pois estava com familiares no meu apartamento. Os beijos foram intensos, fortes, com nossas línguas se digladiando dentro de nossas bocas. Já não nos agüentando mais, abocanhei seus pequenos e firmes seios de menina e suguei-os muito. Já quase explodindo de tesão, tirei a pica pra fora e dei para ela mamar. Estava faminta e mamou muito, com fúria. Não suportei e gozei forte e intensamente. Ela sorveu até a última gota. Não pudemos completar o coito porque tinha de levá-la de volta a uma cidade vizinha.Mas no fim de semana seguinte ela foi me visitar. E aí, já sozinhos no ap, pode rolar quase tudo. Retribui a gentileza e chupei muito sua apertada bocetinha. Até ela gozar na minha boca, coisa que – aliás – adoro. Depois ela sentou-se em cima do “pequeno 14” que, pra ela, era grande, pois sua vulva realmente é apertadinha, fruto de cirurgia. Aquela amazona cavalgou com muita vontade este petiço e gozou de novo. Mas desta vez foi um gozo mútuo. O fim de semana foi de muitas trepadas. Domingo no final da tarde foi-se, prometendo voltar no próximo. E voltou. Desta vez disse que queria “tomar injeção” na bunda. Como sou um Mestre da Sodomia, um sodomita inveterado, um tarAdinho por cuzinho, não me fiz de rogada. Após muita chupada mútua, bastantes estocadas naquela bocetinha apertadinha, ela se virou de bruços e implorou: “Vem, meu machinho, come meu cuzinho. Bota devagarinho...”. Seguindo meu manual de comecuzinho, beijei aquele anelzinho apertadinho e redondinho, cheiroso, chupei, lambi e deixei-a louca. Ela rebolava alucinava, empinava cada vez mais o bundão de mais de metro e, com o cuzinho piscando, implorava: “Come meu cuzinho pelo amor de Deus. Coloca essa piça gostosa aí, malvado”. Forcei a cabeçorra dura, inchada e avermelhada na portinha molhada pela minha saliva e fui forçando... O cu cheio de tesão se abriu e recebeu a chapeleta. Ela rebolou faminta e quis mais, tudo dentro. “Isso, assim, vai, mete mais... vai botando... enfia esse caralho gostoso no meu cu, vai seu taradinho. Isso, assim, coloca tudo, vai... mete, bota tudo, me arromba...”.Claro que fiz meu pau sumir naquele cuzinho apertadinho, escondido nos recônditos de um bundão fenomenal. Ela tinha 38 anos na época, mas aparentava muito menos idade. Como eu, aliás. Por isso, ela tinha pele lisa e sem nenhuma celulite. Era muito malhada. Fodi muito aquele bundão. Naquela e em muitas vezes seguida. Nosso caso durou um ano e após isso, por causa do desgaste proporcionado pela incompatibilidade de modus vivendi, terminamos. Por iniciativa minha. Mas jamais esquecerei a morena que foi uma das melhores amantes que tive. Porque adorava tomar no cu e de engolir tudinho.

by Condinho tarAdinho de satoleP

Um comentário:

Deuzita disse...

Uiiiiii... Que é bom o negocio é.. Eu não posso negar..
Mas como vc mesmo cita ai.. O preconceito faz com que as mulheres e homens, acabem deixando de sentir prazer.
Creio que 90% das mulheres não são mulheres definidas, devido a tabus besta, a falta de conhecimento de seu próprio corpo e limite...
Eu aos 39 anos de idade, digo que fui reprimida por longo tempo... Mas já nasci sem tabus...
Hoje depois de liberta... Sou uma loba.. Que caça e sou caçada!!!

Beijos.. to amando os contos!!!