A gente sempre acha que já conheceu a melhor amante possível. Mas sempre a próxima é melhor. Eu até já estava sem esperança de que fosse encontrar uma mulata ou negra tão boa e gostosa quanto às anteriores. E que fosse completinha. Afinal, não sou mais menino. Embora ainda esteja longe da terceira idade. Mas vamos ao que interessa: o conto da foda.
Eu a tinha visto só uma vez. E fora suficiente. Foi no Cento de nossa Capital. Em um dia qualquer, isso é o que menos importa. A vi, logo ali, ao meu alcance. Estava acompanhada de uma amiga e o que me chamou a atenção foi a cor e o traseiro, até porque estava de costas. Apressei o passo e a alcancei, confirmando minhas suspeitas: era uma negra linda e gostosa, com bundão grande, como eu gosto. Segui-a por uns dez quarteirões, mais ou menos, até que pintasse uma chance de abordá-la. O que não estava fácil, pois a acompanhante dela tinha cara de poucas amigas... Surgiu, então, minha chance: pararam em um bar para tomar uma cerveja, o que apetecia, pois o começo de tarde estava quente. Aproximei-me, puxei uma conversa qualquer e diante da pouca receptividade da amiga dela, limitei-me a dar meu cartão e trocar números telefônicos com a deusa de ébano.
Ela nunca me ligou e durante mais de um semestre enviei-lhe mensagens, liguei algumas vezes para convidá-la pra sair. Até que passados alguns meses ela finalmente aceitou nos encontrarmos, só nós dois. Sentamos e conversamos, mostrei-lhe um dos meus contos – de uma história parecidíssima com a nossa... Ela pelo visto gostou... Estávamos ambos atraídos e arrisquei um convite para irmos para um local apropriado. Ela relutou, pensou e... Topou. Em minutos estávamos em um motelzinho do Centro mesmo. Ela, então, terminou o conto e para minha surpresa revelou que gosta de dar o que mais gosto de ganhar: o cuzinho. Então já enlouquecidamente atraídos e excitados nos atracamos num beijo tipo arranca-língua. Livrei os seios bicudos e mamei-os com vontade, ao que ela respondeu com gemidos e sussurros de tesão. Não resisti e tirei a piça pra fora da calça. Ele se encantou e abocanhou, sem antes comentar: “Como tu é safado mesmo, né tarAdinho!” Nem precisei confirmar, pois a essas alturas estávamos ambos nos chupando alucinadamente. Ela tem a bocetinha carequinha, com cor e gosto de chocolate, o que me enlouquece. Não resistimos e após ela ter o primeiro gozo graças ao meu ágil linguão, “plastificou” o pequeno 14 e sentou-se nele, murmurando que sou gostoso, tesudo, tarado... “Tu é muito gostoso, desgranido, desgraçado... isso, assim, me come, me fode, tesudo, tarado...”.
Como eu estava muito atrasado não resisti muito tempo e enchi a camisinha de leitinho light. Mas ela queria mais, queria tomar no cu. Tomamos uma ducha e voltamos nus pra cama. Recomeçamos. Primeiro um beijo, depois mamadas nos peitos gostosos, depois uma nova chupada na bocetinha peladinha... ela pagou novo boquete pra deixar minha piça nem dura e finalmente meti no seu cuzinho. Ao que ela passou a murmurar, bem tarada: “Isso tarAdinho... mete no meu cuzinho... bota essa piça linda e gostosa bem no fundo... assim... me come toda... seu desgraçado, desgranido... assim... me fode... me come... me arromba... ai... me fode... come esse cu... agora ele é todo teu... fode como quiser... continua... tá gostoso... não pára... me bate... forte... bate na minha bunda... vou dar sempre esse cuzinho prá ti... tesudo... tarado... gostoso... coloca tudo... come essa bunda que tu tanto olhava naquele dia... ai, que gostoso tomar no cu... isso... assim... tá gostoso... vai... mais forte... me machuca... eu adoro tomar no cu... esse cu agora é teu, todo teu, só teu... come tudo... me fode...” E eu comi, enfiei e soquei com força, bombei muito até não agüentar mais... Daí inundei a bunda dela com minha porra quente.
Passamos a repetir nossos encontros seguidamente.
Mais um conto do comeCUzinho, o tarAdinho por cuzinho.
terça-feira, 18 de janeiro de 2011
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