segunda-feira, 5 de fevereiro de 2007

A RUIVINHA LINDINHA E MEIGUINHA

Aquela tarde prenunciava-se mais uma de rotina enfadonha e modorrenta na Câmara Municipal da Capital. Mas eis que flagro um veterano colega no mais puro estilo gardelón cercando de gentilezas duas mulheres. Uma casa e a outra jovem e bonita, aparentando não mais de 20 anos. Era ruiva, com lindos olhos verdes e toda torneada. Parecidíssima com a atriz que faz o papel da namoradinha do Homem Aranha nos filmes mais recentes da série.
Como meu colega estava um tanto quanto atrapalhado e tergiversando muito, aproximei-me para socorrê-lo. E para ver de perto aquele jovem linda e tímida. Então dei a informação sobre a localização do gabinete do vereador que procuravam. Foram pelo corredor e eu fiquei observando atentamente o belíssimo corpo da ruivinha. Não fiquei sabendo sequer seu nome e nem peguei seu número.
Ela virou-se e agradeceu sorrindo com um olhar tímido. Meu colega exclamou com sua voz gasguita característica: “Que linda!”.
Algum tempo depois ambas voltaram à Colenda e então nos falamos um pouco mais. Fiquei sabendo que ela tinha vindo do interior gaúcho para tentar a vida. Morava com o irmão e a cunhada (que mais uma vez a acompanhava). Desta vez deixei-lhe meu cartão de visitas.
Tempos depois ela me ligou e conversamos. Marcamos de nos encontrar pra sentar e conversar. A simpatia foi mútua. Algumas conversas depois, convidei-a para ir até meu apartamento, pois na época eu estava separado e morava sozinha. Ela foi numa manhã de sexta, pois eu tinha mais tempo livre. Conversamos animadamente e pedi licença para tomar um banho, pois estava na hora de sair. Tomei meu banho, vesti-me e convidei-a para sairmos juntos. Ela estava sentada no sofá e sentei-me ao seu lado. Nossos olhares se buscaram e o primeiro beijo inevitável. Sei beijo ótimo excitou-me e ela percebeu o volume na minha calça. Percebi seu olhar pra minha braguilha e comentei: “Viu o jeito que me deixaste?”. Então abri a braguilha e tirei minha piça pra fora. Havia tomando banho há pouco e ela estava limpinha e cheirosa. Então ela deu um beijo cálido na glande, seguindo-se com uma lambidinha na chapeleta. Então, gulosamente, abocanhou meu caralho e chupou de forma faminta e gulosa. Fê-lo sumir totalmente dentro de sua linda boquinha e ferozmente começou a acelerar. Então ressalvei que naquele ritmo eu não iria resistir e acabaria gozando. Ela não me deu ouvidos e continuou, acelerando e chupando cada vez mais forte. Então não resisti e inundei aquela boquinha gulosa com minha porra quente e viscosa. Engoliu tudo. Foi o melhor boquete que já ganhei até hoje.
Então, como ambos tínhamos compromissos, resolvemos sair e deixar minha retribuição para um próximo encontro. “Na próxima sexta eu te retribuirei com juros e correção, em dobro, ok?”. Assentiu.
Na semana seguinte ela foi lá na alcova do lobinho e então pude retribuir com uma de minhas especialidades. Chupei-a ardorosamente, como um lobo faminto. Ah, minha gente, que delicia de bocetinha. Na idade perfeita (19 aninhos) e com ralos pelinhos ruivos. Chupei-a com muito prazer por um tempo incomensurável. Até fazê-la contorcer-se de prazer em cima de minha cama. Mais uma vez tínhamos compromissos fora e tivemos de deixar uma foda mais completa para a semana seguinte.
Já muito atraídos, no nosso próximo encontro pudemos ter uma trepada digna de um quarentão com uma linda ruivinha de 19 aninhos. Mamei seus peitinhos de menina, chupamo-nos muito e fodemos muito gostoso, com direito a gozar na boca um do outro. Nossa, que delícia de trepada! Como é bom comer uma ruivinha meiguinha de 19 aninhos!
Mas ainda faltava a foda completa. Então, na semana seguinte, depois de muitas chupadas mútuas e muita piça na bocetinha, virei-a de bundinha pra cima e chupei aquele lindo cuzinho. Beijei, chupei e lambi até ele se abrir. Então, com ele abertinho, encostei a cabeçorra da piça, que nessas alturas estava inchada e avermelhada. Aquele cuzinho apertadinho, mesmo resistindo, foi se abrindo pra receber meu “pequeno 14” duríssimo, com 100% de ereção, ideal para anal. E como se sabe, depois que a cabeça passa, o resto entra fácil.
Ah, minha gente, que bundinha linda, que cuzinho gostoso! Soquei muito, num vai-e-vem gostoso, com ela gemendo e sussurrando: “Isso, assim, vai tarAdinho, come meu cuzinho... Isso, vai, não pára, mete, bota mais, coloca tudo no meu rabinho... Ai, Ui, que delícia. Assim, come meu cu, me fode, me come, me arromba, coloca tudinho no meu cuzinho... ai, assim, vai, bota essa piça gostosa no meu cu...”.
Bem, resisti o quanto pude e então, já não me agüentando mais, inundei aquele cuzinho gostoso com minha porra quente. A partir dali, todas as semanas nos encontrávamos para uma fode completa. Foi uma das melhores parceiras que já tive. Depois ela arrumou um namoradinho ciumentinho e ficamos algum tempo sem nos vermos. Mas de vez em quando nos reencontramos para matarmos a saudade mútua...

A MÃE DA CANDIDATA A RAINHA


Muito se comenta em uma roda qualquer quem incomoda mais? A mãe da miss, ou o pai do candidato a jogador de futebol? Cronista esportivo gaúcho há muito tempo, sei o quanto pai de jogador – ou candidato a tal – incomoda. À direção e à mídia. Para os pais, os filhos são sempre os melhores, os craques... Quanto à mãe de miss, ou candidata de concurso de beleza, não tenho muita experiência, embora já tenha sido jurado várias vezes. A vivência mais próxima é a que relato a seguir.No final do século XX (ou Segundo Milênio), ou seja, pouco antes do fatídico (para mim) ano 2000, fui um dos jurados do concurso A Rainha do Esporte Gaúcho. Eram umas 50 garotas. De todo o Rio Grande do Sul, representando clubes sociais e esportivos. Todas muito bonitas. Uma, em particular, chamou-me à atenção não só pela beleza, mas pelo charme, empatia e personalidade. Era morena, magra, bem torneada, cabelos pretos e lisos, mas a força do olhar marcou-me muito. E tinha apenas 16 aninhos. Votei nela para as dez finalistas. Mas infelizmente fui voto vencido. Os meus colegas de júri preferiram as loiras altas e opulentas.Finalizado o concurso, fiz uma gentileza com uma amiga dela e sua mãe, dando-lhe dinheiro para voltarem de táxi. Passado algum tempo, essa amiguinha ligou-me para agradecer a gentileza e dizer que eu precisava conhecer a mãe da sua amiga, que combinava comigo, etc. Consegui seu endereço e escrevi. Demorou muito tempo, mas um dia a mãe da minha candidata preferida ligou-me. Conversamos animadamente e após algum tempo, combinamos um encontro. Quase fiquei sem ar ao vê-la. Era uma morena linda, deslumbrante, maior que eu – o que não é difícil, pois tenho apenas 1m62cm e 57kg -, coxas grossas e bunda grande. Bem como eu gosto. Jantamos, tomamos sorvete, conversamos animadamente sobre a vida, nossas experiências, nossas solidões, etc. Ficou apenas nisso. Outros encontros vieram até que rolou o primeiro beijo. No carro da família. Já atraídos violentamente um pelo outro, fomos a um drive, pois estava com familiares no meu apartamento. Os beijos foram intensos, fortes, com nossas línguas se digladiando dentro de nossas bocas. Já não nos agüentando mais, abocanhei seus pequenos e firmes seios de menina e suguei-os muito. Já quase explodindo de tesão, tirei a pica pra fora e dei para ela mamar. Estava faminta e mamou muito, com fúria. Não suportei e gozei forte e intensamente. Ela sorveu até a última gota. Não pudemos completar o coito porque tinha de levá-la de volta a uma cidade vizinha.Mas no fim de semana seguinte ela foi me visitar. E aí, já sozinhos no ap, pode rolar quase tudo. Retribui a gentileza e chupei muito sua apertada bocetinha. Até ela gozar na minha boca, coisa que – aliás – adoro. Depois ela sentou-se em cima do “pequeno 14” que, pra ela, era grande, pois sua vulva realmente é apertadinha, fruto de cirurgia. Aquela amazona cavalgou com muita vontade este petiço e gozou de novo. Mas desta vez foi um gozo mútuo. O fim de semana foi de muitas trepadas. Domingo no final da tarde foi-se, prometendo voltar no próximo. E voltou. Desta vez disse que queria “tomar injeção” na bunda. Como sou um Mestre da Sodomia, um sodomita inveterado, um tarAdinho por cuzinho, não me fiz de rogada. Após muita chupada mútua, bastantes estocadas naquela bocetinha apertadinha, ela se virou de bruços e implorou: “Vem, meu machinho, come meu cuzinho. Bota devagarinho...”. Seguindo meu manual de comecuzinho, beijei aquele anelzinho apertadinho e redondinho, cheiroso, chupei, lambi e deixei-a louca. Ela rebolava alucinava, empinava cada vez mais o bundão de mais de metro e, com o cuzinho piscando, implorava: “Come meu cuzinho pelo amor de Deus. Coloca essa piça gostosa aí, malvado”. Forcei a cabeçorra dura, inchada e avermelhada na portinha molhada pela minha saliva e fui forçando... O cu cheio de tesão se abriu e recebeu a chapeleta. Ela rebolou faminta e quis mais, tudo dentro. “Isso, assim, vai, mete mais... vai botando... enfia esse caralho gostoso no meu cu, vai seu taradinho. Isso, assim, coloca tudo, vai... mete, bota tudo, me arromba...”.Claro que fiz meu pau sumir naquele cuzinho apertadinho, escondido nos recônditos de um bundão fenomenal. Ela tinha 38 anos na época, mas aparentava muito menos idade. Como eu, aliás. Por isso, ela tinha pele lisa e sem nenhuma celulite. Era muito malhada. Fodi muito aquele bundão. Naquela e em muitas vezes seguida. Nosso caso durou um ano e após isso, por causa do desgaste proporcionado pela incompatibilidade de modus vivendi, terminamos. Por iniciativa minha. Mas jamais esquecerei a morena que foi uma das melhores amantes que tive. Porque adorava tomar no cu e de engolir tudinho.

by Condinho tarAdinho de satoleP

Uma amante perfeita (parte I)

Incontestavelmente perfeita. Assim é Elis, uma deusa de ébano que faz qualquer um feliz. Uma verdadeira pantera negra. Perfeita fisicamente – como relatarei a seguir – mas antes e acima de tudo uma pessoa encantadora. Linda, maravilhosa, mas nem por isso vaidosa e esnobe. Inteligente, mas humilde e simpática. Figuraça simpaticíssima, uma pessoa com quem todos gostam de conviver. Fisicamente irresistível. Atraente, bonita, charmosa, desejável, envolvente, formosa, gostosa, interessantíssima... etc. Sem falar que tem um corpo perfeito: coxas grossas e torneadas, cintura fina, peitos perfeitos (firmes, duros e empinados) e bunda ma medida certa: 101cm cravados. Ou seja, nem bundinha pequena, nem bundão grande de camponesa... E a cinturinha? Meus amigos, fininha, torneadinha, como um violão. Por isso perfeita! Uma linda sereia deitada na areia. Com seus 1m62 e 57kg. Aliás, mesma altura e peso que eu.Conhecemo-nos ao acaso, pelo fato de sermos conterrâneos e desgarrados. Longe de nossas famílias e de nossa terra, isso nos aproximou. Então combinamos que viajaríamos sempre juntos para nossa cidade natal. Normalmente nos sábados de manhã. Em meio a leituras dos jornais do dia, conversa sobre a semana, o mês, os problemas comezinhos de nossos trabalhos... Sobre carências, dificuldades de relacionamentos, etc. Até bater o sono e dormirmos encostadinhos...Até que na véspera de um feriado resolvemos viajar no madrugadão, um ônibus que sai da Capital às 2 horas da madrugada. Pra chegar em nossa terra natal ao amanhecer. Normalmente não tem lotação máxima, pelo horário. Então, naquela madrugada quente, enquanto os poucos passageiros dormiam, aproveitamos para ficarmos um pouco mais “juntinhos” do que nas viagens anteriores... Mãos dadas, coxas coladas, abraços apertados, beijos linguados e molhados... Carícias se intensificando... Até que resolvemos “fugir” para o fundo do ônibus, onde não tinha nenhum passageiro – a maioria prefere a parte da frente. Ela aproveitou para ir ao banheiro do ônibus, ali bem ao lado, pra trocar de roupa – retirar a calça jeans e colocar uma mini-saia curtíssima, que mal cobria a virilha... E voltou para o meu lado. Fiquei louco, já estava de piça duríssima havia algum tempo. Ela estava com um decote ousadíssimo e sem sutiã... Minhas mãozinhas acariciavam aqueles peitos perfeitos... com os bicos túrgidos... Nossas bocas babavam pela intensidade de nossos beijos e pelo tesão violento que nos dominava... Então minha mãe percorreu, desbravadoras, suas coxas grossas, firmes e roliças... Foram subindo até chegar ao portal do paraíso. Surpresa: estava sem calcinha. Wow, enlouqueci: minhas mãos acariciavam aquela boceta avolumada, inchada, quentíssima e melecadinha... acariciei o grelinho durinho, enfiei um dedo, depois outro, mais outro e fui fazendo um gostoso vai-e-vem. Ela retribui retirando meu pau pra fora das calças e ficou acariciando-o... Estava duríssimo, parecia madeira de lei. Vermelho, inchado, pulsando, com as veias latejando...Não resisti e me abaixei, ajoelhei-me e... “rezei”. Ou seja, caí de boca naquela boceta linda, perfeita: vermelhinha por dentro, cor do mais delicioso chocolate por fora. E totalmente peladinha, lisinha, depiladinha. Como gosto. Beijei, chupei e lambi por muitos minutos até que ela apertou as coxas contra minha cabeça e quase urrou de gozo, soltando aquele néctar dos deuses na minha boca...Então foi a vez dela retribuir. Sentei-me de volta no banco e ela abaixou-se e abocanhou o pequeno 14, pagando-me o maior e melhor boquete da minha vida. Chupou com muita voracidade, tão forte e intensamente que não resisti. Gozei abundantemente em sua boca linda. E ela engoliu tudinho, sem deixar escapar uma só gotinha... Recompomo-nos, até porque a viagem estava quase acabando. E nossa história mal começando. Descemos e avistamos um motel próximo à rodoviária de nossa cidade. Olhamo-nos e decidimos ir pra lá continuar aquele não ficou completo, ou seja, uma foda total, com tudo que se tem direito, inclusive muito anal. Afinal, eu sou o gauchinho tarAdinho por cuzinho... E ela tem uma bunda perfeita. Mas nossa primeira foda completa, no motel, até o meio da manhã, fica para o próximo conto... Aguardem!


Uma amante perfeita (parte II)


Após o sexo oral no ônibus que nos conduziu da Capital, mas desembarcamos em nossa cidade natal e fomos direto para um motel que fica pertíssimo da rodoviária. Tão perto que dá pra ir à pé... Entramos com nossas bolsas de viagem e fomos direto para a suíte mais próxima. Mal chegamos e já nos atracamos num beijo ardente, com nossas línguas duelando dentro das bocas. Largamos as bolsas de qualquer jeito e fomos nos desnudando. Ela ainda estava só de vestidinho curto, de alcinhas e decote generoso, que deixam mais da metade dos peitos perfeitos (fartos, firmes, duros e empinados_ – busto tamanho 92cm – à mostra. Entorpecido de tesão, abaixei as alças e o vestido caiu ao chão acarpetado. Beijei com volúpia o pescoço, baixei até os ombros desci pelos seios e abocanhei-os com voracidade, alternando, ora um, ora outro. Beijei e lambi os bicos duros, grandes, marrons, dois sorvetões de chocolate. Ela gemia baixinho, mas às vezes urrava de prazer. Acho que a fiz gozar só com a mamada que dei naqueles peitões.Depois de 15 minutos em cada um, abaixei-me até seus pés de rainha e beijei-os, chupei-lhe os dedos. Fui subindo até atingir os coxões de 68cm. Beijei, chupei e lambi aquelas coxas firmes e bem torneadas em horas de academia. Ela é simplesmente uma negra perfeita, linda, maravilhosa, plena, absoluta, incomparável. Sua respiração era muito forte e podia sentir em seu barriguinha saradinha. Ela arfava de desejo e tesão e implorou para eu chegar até sua bocetinha peladinha, que latejava, pulsava de tesão. Então beijei em volta, lambi, até chegar à fenda, que beijei como se fosse uma boca. Beijo de língua. Enfiei tudo dentro e senti seu gosto delicioso. O grelinho duríssimo pediu pra ser chupado. Ela então implorou: “Me chupa, seu taradinho, chupa. Suga essa boceta que tu tanto queria e sonhava. Chupa gostosa, vai, assim, ui, ai, que delícia. Não pára, não pára... assim vou gozar, ai, ui, que bom. Vai, não pára, continua... Vou gozar, tesão. Ai, que homem gostoso, que língua, como chupa bem. Não to mais resistindo, vou gozar... ai... ui... to gozaaaaandooooooo.... Seguiu-se a respiração do novo orgasmo. Que culminou com o néctar dos deuses na minha barba.Então foi sua vez. E retribuiu-me com juros e correção. Enquanto ela descansava um pouco tirei minha roupa e tomei uma ducha rápida, pois era uma manhã quente de verão e tínhamos viajado a madrugada toda. E eu ainda estava “sujo” do nosso sexo oral no ônibus... Voltei do banho e ela estava nua e lânguida na cama redonda. Mal cheguei, com a piça duríssima e ela começou o boquete com um beijo cálido na cabeçorra vermelha e inchada. Depois beijou-o todo, lambeu e por fim aboncanhou-o, fazendo-o sumir em sua boca carnuda.Chupou-me com tanta fome que quase gozei de novo. Mas me segurei. Ela então, novamente enlouquecida de tesão ela “plastificou” o brutinho e sentou-se nele. Sua bocetinha estava muito molhadinha e entrou fácil. Era uma fendinha apertadinha e pequena. Nem parecia que já é mãe. Alternamos as posições com ela sempre repetindo: “Isso, me fode taradinho, me come gostos, devora tua negra. Vai, mete forte, enfia essa piça dura nessa bocetinha safada, vai, assim, não pára, mete, enfia... Alternamos e variamos todas as posições possíveis e imagináveis, quase passamos a limpo o Kama Sutra. Até que ela se virou de quatro. Não resisti e caí de boca naquele bundão de 101cm. Beijei, chupei e lambi muito aquele cuzinho de chocolate. Ela rebolava de tanto tesão. Meu linguão descomunal e fantástico deixou-a tão enlouquecida que ela não resistiu e implorou: “Ai, taradinho, vai, come meu cuzinho, vai, fura meu buraquinho. Vai comicuzinho, fode meu cuzinho virgem, isso, assim, mete... Devagar. Ai, ui, devagar que nunca entrou nada aí.” Não me fiz de rogado e comecei a operação come cuzinho virgem: lubrifiquei bem com o caldinho que ainda escorria da boceta com o dedo e fui forçando, aos poucos, em movimentos circulares... Quando ele se abriu como um botão de flor, enfiei devagar... Ela foi se abrindo aos poucos, e o dedo ganhando espaço dentro daquele buraco apertado. Até que ela pediu mais: “Chega, não quero mais esse dedinho. Quero mais, enfia teu pau aí, vai. Tirei o dedo e troquei pelo meu caralho duro. Coloquei a cabeçorra na entrada e ele foi ganhando espaço aos poucos. “Devagar, tarado, cuidado, esse cuzinho é virgem”, alertava ela. Forcei um pouco e a cabeça entrou. Parei. Fiquei por alguns instantes paralisado. Até que ela não suportou o tesão e mandou: “Vai, porra, enfia essa merda aí, bota mais”. Forcei um pouco mais. Ela pediu vagar: “Devagar, calma, cuidado”. Parei de novo. Enlouquecida por ter perdido o cabaço anal, ela forçou o bundão de encontro ao meu pau. Aos poucos, até entrar tudo. Senti aquela bunda macia e perfeita de encontro ao meu corpo e o prazer é indescritível. Foi então que ela se soltou: “põe tudo, põe... isso... assim... me arromba... não pára... continua... tá gostoso... come esse cu todinho... ai... me fode... que gostoso tomar no cu... to adorando ser enrabada... é bom... isso é que é homem... gostoso... tesudo... tarado... coloca tudo... me come toda... me arromba... que piça... usufrui desse cu que é só teu... come meu rabo... fode essa bunda gostosa...”.Meus amigos, então eu fodi aquele cuzinho maravilhoso. E de todas as formas. De todas as posições. Até que não resisti mais. Falei que não tava suportando ela pediu: “Então goza na minha barriguinha; adoro.” Retirei o pequeno 14 daquele cuzinho delicioso, livrei-o da camisinha e soltei mais uma porção do meu leitinho light naquela barriguinha sarada. Caímos um pra cada lado, exaustos. Trocamos um beijo de paixão e fomos para o banho, onde recomeçamos mais uma foda. Mas essa eu conto depois. Foi o começo de um grande caso. Tornamo-nos amantes, pois ela é realmente a AMANTE PERFEITA.

Uma amante quase ideal


Todos sabemos que amor à primeira vista não existe. Mas tesão e paixão sim, com efeito. Eu já tive muitas e o conto a seguir começou com uma atração à primeira vista. Quando a vi pela primeira vez, logo ali, tão perto, tão ao meu alcance, tão real, paixão assim não acontece todo o dia... Era um desejo proibido, pois ela era o caso de um colega de serviço. Mas como não desejar aquela bela mulata clara, opulenta e com o par de coxas mais perfeito que eu já vira?
Sabedor da minha fama de “taradinho”, meu colega ameaçou: “Não arrasta a asa, seu garnisé safado, pois essa franga é minha”. Recado dado, ameaça feita, o máximo que me permitia era cumprimenta-la formalmente, mas discretamente dando uma rápida olhadinha naquele belíssimo par de coxas grossas e roliças sempre cruzadas na recepção enquanto aguardava seu “dono”, como ele se intitulava. Ela, sempre muito simpática e sorridente, apenas retribuía meus cumprimentos.
O tempo passou e numa tarde, ao atender casualmente o telefone, pude conversar com ela pela primeira vez. Sincera e simpática, ela ligara para agradecer o cartão de aniversário que havíamos enviado alguns dias antes. Felicitei-a também e, após a devida identificação, perguntei se ela havia recebido muitos presentes do seu “macho”. Em tom de lamentação ela respondeu que nada ganhou e que nunca recebera flores em seus 21 aniversários, a não ser do seu pai quando fez 15 anos. Respondi que, se ela quisesse, eu poderia enviar-lhe um buquê em nome dos colegas de seu “querido”. Ela assentiu e mandei-lhe, então, meia dúzia de rosas amarelas, como bem convinha para o momento. As flores seriam entregues no sábado seguinte. Como não recebi nenhum telefonema de agradecimento, liguei para ela à noite. Respondeu que ainda não tinha chegado em casa ainda. Logo que chegou me ligou para agradecer. Como estava feliz e receptiva, arrisquei um convite para ela almoçar comigo no dia seguinte (domingo). Ela aceitou e no horário combinado ela chegou, sorridente como sempre, e belíssima em um vestido branco.O almoço transcorreu normalmente e eu sempre agindo com o maior cavalheirismo, como recomendam os manuais de boas maneiras. Em determinado momento contei-lhe que escrevia crônicas e contos (de podas com H). Ela quis ler algumas crônicas e alguns contos, ficando visivelmente excitada com um que contava uma penetração anal. A coxuda acabou confessando que também gostava de sodomia, como eu. Antes de ler o tal conto, excitada também porque víamos o canal à cabo Sexy Hot ela havia comentado que estava menstruada. Visivelmente excitado, perguntei-lhe pelo seu “namorado” e ela infirmou que ele já não lhe dava a devida atenção. Foi o gancho para eu confessar que sentia o maior tesão por ela e que me atraía muito. Surpreendentemente ela disse que também sentia atração por mim e nos atracamos num beijo ardente e em abraço apertado, em que ela pode sentir toda a minha ereção. Já irreversivelmente atracados, ponderei que ela estava menstruada, ao que ela respondeu: “Cu não menstrua”. Sinal verde, levei-a para o meu quarto e coloquei-a de quatro em cima de minha cama. Levantei sua saia, baixei a calcinha e caí de boca naquele cuzinho limpinho, cheiroso e muito saboroso. Depois foi a vez dela retribuir e me pagar o melhor boquete que já recebi. Por fim, já não agüentando mais, fiz desaparecer meu “pequeno 14” naquele cu colossal. Ela não tardou a ter um, dois, três, ene orgasmos anais. E confessou que adorava e preferia tomar no cu, Hosanas, aleluia! Eu havia encontrado, finalmente, uma mulher que preferia tomar no cu. Nossa trepada foi tão perfeita que no domingo seguinte ela foi almoçar comigo novamente. Com a mesma sobremesa: cu ao creme. Mas sem antes saborear sua linda pepequinha, toda carequinha (eu tinha dito que prefiro boceta depilada). As nossas trepadas passaram a ser periódicas e perfeitas, porque há uma sintonia muito grande entre a gente e não precisamos nos esforçar para satisfazer o outro e não temos pressa de gozar. Além disso, ela também é boa fora da cama: alegre, simpática, querida, carinhosa. E não é mala... Só não é uma amante perfeita porque não gosta que de tomar “leitinho”...


E-mail do contista: komecuzinho@hotmail.com



A bunduda tarada por chocolate com leitinho


Quantas vezes os homens se deparam com mulheres irresistíveis em qualquer lugar, nas ruas, avenidas, bares, restaurantes, praias, praças, parques, jardins, mas principalmente na noite? Daquelas que deixam-nos embriagados de tesão, daquelas paixões que anestesiam a calma e dilaceram a alma... Pois foi exatamente isso que aconteceu quando eu a vi, por acaso, numa rua central da Capital. Ela vinha, eu ia, mesma direção, sentido contrário... Quando ela se aproximou e a vi, logo ali, tão perto, tão real e ao mesmo tempo tão distante, não vacilei e investi tudo num olhar, “aquele” olhar, de desejo explícito, que as mulheres de cara identificam, tipo assim: “estou te comendo com os olhos”. De repente ela parou e se virou. Mas não foi para me olhar ou dar-me atenção. Foi para telefonar num “orelhão”. E ficou telefonando por um período que me parecia longuíssimo e interminável...
Mas não desisti. Porque ela atraente demais, bem o “meu número”. Era jovem, com cerca de 20 anos, morena, baixinha, mas coxudinha, peitudinha e – principalmente – bundudinha. Minha gente! Que bunda! Grande e “descomunalmente” (sic) empinada, tipo daquelas aranhas, percebem? Não resisti. Esqueci tudo o que tinha de fazer e parei. Esperei ela terminar o telefonema retomar seu caminho. Passei a segui-la como os selvagens cães de guerra seguem as cadelas no cio. E ela andou, andou, umas dez quadras... Enquanto segui-a, pedia a Deus que ela entrasse num dos muitos puteiros do centro da capital mais alegre do país.
O Todo Poderoso atendeu meu pedido e ela, de fato, entrou num bordelzinho discretíssimo instalado no segundo andar de um edifício comercial. Entrei e fui logo perguntando pela moreninha de cabelos crespos que entrara havia pouco. Pouco depois, meio tímida, um pouco encabulada, veio me atender. Eu a queria e ela não tinha como negar – foi obrigada a me aceitar. Busquei dinheiro em espécie num caixa eletrônico mais próximo e fomos para o quarto... Ela quis banhar-se, pois estava suada, como eu. Banhei-me a seguir e quando retornei da ducha ela estava deitada nua na cama, com aquele bundão descomunal para cima. Não perdi tempo. Caí de boca e chupei aquele rabo maravilhoso. Ela se empinou, ficou de quatro, de frente para o espelhão... Continuei chupando, ora a pequinha delicioso, ora o cuzinho apetitoso... Depois ela virou-se e “engoliu” meu pequeno 14. Por fim, “plastificou” o “brutinho” e pediu para eu meter tudo. Meti e não tardei a gozar, tal meu grau de excitação.
Depois daquele dia voltei algumas vezes lá, até que ela sumiu. Tudo bem passara, mas não ficou uma paixão bem resolvida, pois faltou completar o “crime”, ou seja, matar meu maior desejo: comer aquele o cuzinho escondido naquele bundão fantástico de mais de 100 centímetros de circunferência...
Tudo bem me resignei. Levaria para o túmulo aquela phoda não totalmente completada. Até que um dia ela ligou-me. Marcamos um reencontro no meu apartamento. Estava mais magra, mas continuava bundudinha. Depois de uns “chimas”, nos atracamos e nos chupamos voluptuosamente... Como ela adoro chocolate, pediu-me que eu lambuzasse meu bilau com leitinho condensado com esse sabor. Ela lambeu tudinho, sorveu cada gota do leite sabor chocolate... Chupou meu pau como se fosse um picolé com recheio sabor carne... Já quase mais não resistindo, ela colocou uma camisinha sabor morango no meu caralho e sentou aquela bunda maravilhosa nele. Cavalgou por longos minutos. Eu aproveitava para chupar aqueles peitos perfeitos (médios, duros e empinados). Tentei me segurar para comer-lhe, finalmente, seu cuzinho. Mais uma vez não resisti e gozei. Mas ainda faltava enraba-la para completar minha phoda. Então marcamos um novo encontro, num outro dia. Daí fui mais cauteloso, me controlei e, finalmente, comi aquele cuzinho apertadinho, quase inexplorado... Em poucas estocadas naquele bundãozinho fantástico e “ensaquei” mais uma boa porção de leitinho light (sou magrinho)...Ela confessou que não gostava de tomar no cu. Até aquele dia, porque adorou me dar o cuzinho. Afinal, sou um sodomita inveterado, um especialista em comer cuzinhos de mulheres. Por isso, sempre que nos encontramos ela me dá aquele rabo delicioso.

by Condinho tarAdinho por cuzinho

FAZENDO SEXO EXPLÍCITO NO SOFAZÃO (casa de swing)

Minha gente! Foi curiosidade à primeira vista conhecer o Sofazão depois de ler uma matéria na Zero Hora, há alguns anos. Então, como sou separado e não tinha quem levar, fui obrigado a escolher uma ensolarada tarde de quinta-feira. Cheguei pouco depois das 15h e o show ainda não começara. E a casa não estava cheia, ainda. Aos poucos foram chegando alguns homens sozinhos, a maioria gordos, barrigudos e carecas. Senti-me atraente, porque apesar de contar, na oportunidade, com quase 40 anos, aparentava no máximo 30. Afinal, tenho corpo de toureiro español e uma belíssima cabeleira castanho-escura. As atrações foram se desenrolando e a que mais gostei foi o banho na pequena banheira colocada no meio da sala. Naquele dia só observei como funcionava a coisa. Fiquei até 18h, porque tinha que trabalhar a partir das 19h. Voltei numa outra tarde quente daquele final de ano disposto a participar do show. Então, quando Mestre Peter convidou um dos presentes para banhar-se com a linda morena de bunda grande e coxas grossas eu saltei. Até porque estava quente e um banho naquelas alturas era uma boa pedida. Tirei a camisa e a calça e fiquei apenas com uma cueca-tanga verde-limão fosforescente. À morena juntou-se uma magrinha e ambas molharam-me todo. Depois, enquanto a morena ensaboava-me, a magrinha tirou minha cueca e ambas, já nuas, passaram a dançar e se esfregar em mim. Naturalmente que aquilo me deixou em ponto de bala e não me preocupei com o fato de que eu estava nu na frente de outras pessoas. Minha ereção ficou tão acentuada que a cabeça do meu pau tocava em meu umbigo. Em determinado momento, a magrinha começou a masturbar-me. As duas revezarem-se na punheta. O tempo foi passando e nada de eu ejacular num dos dois corpos nus delas. Então a morena, visivelmente impaciente, sussurrou para a magrinha: "Vou dar um jeito nisso". Abaixou-se e abocanhou o "pequeno 14". Ela pagou um extraordinário boquete e acelerou o vai-e-vem e a sucção até que eu inundei sua garganta profunda com um jato quente de esperma. Satisfeita, ela levantou-se e sumiu pelo corredor que dá acesso às suites. A magrinha tratou de se recompor e eu voltei a realidade. Realidade de ator de sexo explícito pelo menos durante aquele show. Nunca mais voltei ao Sofazão devido ao excesso de trabalho. Mas espero voltar em breve.

A faxineira gostosa e safada

A moça que limpava o meu apartamento é casada. É uma jovem senhora de 24 anos, cabelos negros, compridos, que ela prende numa trança para realizar seu trabalho. Os olhos são negros e vivos, brilhantes, e os lábios são grossos. Tinha 1,62m de altura e pesava 57 kg na época. Não era nenhuma miss, mas é bem atraente e me fez feliz. Ela se parecia com a atriz global Teresa Seiblitz.
No começo, quando ela veio trabalhar no meu apartamento, era calada, limitando-se às conversas essenciais. Estava meio difícil de encontrar um meio de conversar com ela. Depois de algumas semanas, já trocávamos muitas confidências e estávamos como se fossemos duas amigas íntimas. Ela falava de seu marido, de sua filhinha, de sua casa, etc... Mas, para passar-lhe uma cantada estava difícil. Ela percebia minhas indiretas e disfarçava. Eu elogiava seus cabelos, seus lábios... Ela sentia meus olhares em seus seios, em sua bundinha empinadinha e... nada!
Tinha vontade de pôr as cartas na mesa, dizer-lhe à queima roupa que queria fodê-la. Mas tinha medo da reação dela. Afinal, era casada. Ficava imaginando sua reação. Será que ela diria: “Por que me diz isso se eu sou casada?” Então ficava ensaiando minha resposta: “Porque eu quero te foder, chupar tua bocetinha, comer teu cuzinho. Enfim, te dar muito prazer, te fazer gozar, fazer conheceres o orgasmo múltiplo...”
Mas o tempo passou, arrumei uma namorada ciumentíssima que não quis mais que ela trabalhasse no nosso apê. Certamente percebia o tesão que eu tinha pela faxineira.
Passado algum tempo, ela me ligou, dizendo que tinha se separado. Dissimulei, dizendo que aquilo era passageiro e que, logo, logo, voltaria para os braços do maridinho que ela tanto venerava, que chamava de “Cavalinho” — talvez porque tivesse pau grande...
Mas ela insistiu que estava separada e combinamos um encontro para um bate-papo. Jogamos conversa fora até que, finalmente, confessei que sempre quis comê-la. Para minha surpresa, ela disse que também sempre teve vontade de me dar. Então fomos para um motelzinho. Como ela trabalhara o dia inteiro (e estava muito quente) foi tomar um banho. Bendita idéia! Eu estava limpinho e esperei-a já totalmente nu em cima da cama e de pau exageradamente duro. Ela voltou do banho limpa e cheirosa, completamente pelada, e caiu de boca no meu catzo. Engoliu-o todinho e teceu rasgados elogios: “Que pau lindo e gostoso que tu tens.” Disse-lhe que também queria chupá-la, que queria saborear aquela bocetinha cabeluda e cheirosa. Então ela se virou e fizemos um 69 espetacular. Já não suportando mais de tesão, ela se sentou no caralho, fazendo-o sumir em seu interior. Cavalgando de frente prá mim, aproveitou para sugar-lhe os dois seios médios e firmes. Assim ficamos até quase explodirmos num gozo. Mas quando ela estava gozando livrei-me dela e passei a chupar-lhe o buraquinho apertado. A ponta do meu linguão foi forçando e abrindo caminho. Não foi difícil, porque ela estava com muito tesão. Não agüentando mais, ela implorou que eu a penetrasse: “Vem Adinho, fode o meu cuzinho... assim... mais... põe tudo, põe... coloca tudo... me arromba com essa piça gostosa...” Meu ‘pequeno 14’ entrou por aquela portinha nem tão fechada assim e sumiu naquela caverna escura, fétida, quente e úmida. Não houve dificuldade, porque o meu catzo é muito menor do que o ‘grande 20’ do maridinho dela. Por isso ela começou a curtir: “Ai... me fode... come essa bundinha que tu tanto olhava... agora ela é toda tua... fode como quiser... continua enfiando... não para... nunca... vou te dar sempre o meu cuzinho prá tu foderes... ai, que gostoso levar na bunda!... adoro tomar no cu... me come toda... gostoso... ai... tesão... come tudo, tudo... gostoso... põe tudo, põe... ai, ai... tá gostoso, continua... vai... ai... ai... vai... põe tudo... sempre tive tesão por ti... me come gostoso... é bom... tesão... isso é que homem e não aquela merda de homem que eu tenho em casa... ai, que homem gostoso!... ai... ui... ai... ah!... ah!... gostoso... tesudo... tarado... me arromba... come todo esse cu gostoso...”. Ficamos no tradicional vaivém até atingirmos um orgasmo intenso e forte: “goza no meu rabinho... goza tudo...”, ainda gemeu. Dias depois ela voltou para o maridinho, mas não dispensa, de vez em quando, o meu linguão na sua bocetinha (ela confessou que o maridinho não faz isso) e o meu ‘pequeno 14’ no seu cuzinho fantástico...

LOURA, LINDA, LOUCA e PERIGOSA

Meu casamento já estava no fim quando a conheci. Ouvia falar dela pelos sobrinhos da minha mulher, pois ela morava no mesmo edifício que eles. Volta e meia ouvia-os falar: “Bah, a loura do terceiro andar veio telefonar e estava sem calcinha”. Noutra feita, num almoço familiar dominical, o caçula (meu afilhado) comentou: “Bah, eu vi a bunda da loira”. Seu irmão explicou, então, que a loira do terceiro andar foi no apartamento deles para telefonar e estava vestida só com um camisetão. O pequeno, numa molecagem compreensível para um menino de quatro anos, levantou o camisetão e o bundão ficou à mostra. Aqueles relatos deixaram-me curioso e excitado. Numa tarde de folga fui visitar meus sobrinhos. A empregada passava roupa quando a campainha soou. Era a loira. Finalmente a conheci. Era realmente linda, parecida com a Vera Fischer, só que 15 anos mais nova. Estava com uma camiseta curta e uma bermuda jeans. Pude perceber que era coxuda e bunduda, bem como eu gosto. Enquanto ela telefonava ofereci-lhe café. Ela agradeceu e elogiou minha gentileza. Depois disso não nos vimos por um bom tempo.
Mais tarde, já separado e morando sozinho, sorvia um chimarrão na sacada do meu apartamento quando lá do pátio alguém me chamou. Era ela e uma senhora, minha vizinha e sua amiga. Pediram que eu descesse para dividir com elas o nosso tradicional “amargo”. Desci, mateamos e conversamos animadamente. Ela confessou que já sabia da minha separação.
Naquela época eu só trabalha à noite. Numa determinada manhã de primavera ela me telefonou propondo: “Sabe, eu estou querendo pegar um sol na praça do condomínio, mas tenho medo de ir sozinha porque podem mexer comigo. Que tal me fazeres companhia? E leva o chima”. Topei. Era uma manhã de sol forte e ela estava branca como leite. O biquini era minúsculo e parecia muito menor do que o tamanho dela. Fiquei taradão com aquelas coxas grossas e aquele bundão de 105cm, ainda mais quando ele se deitou de bruços e pediu que eu passasse bronzeador. Aqueles banhos de sol viraram rotina. E lá ia eu fazer-lhe companhia e tomar chimarrão na praça. Um dia, como estava muito quente, ela se convidou para tomar uma ducha no meu apê. Como pretexto para mostrar a evolução do bronzeado, exibiu os seios pequenos e firmes. Fiquei de piça dura na hora, mas me fiz de bobo. Afinal, éramos apenas “bons amigos”, como ela fazia questão de enfatizar.O tempo foi passado e nós cada vez mais íntimos. Saíamos para almoçar, jantar, para dançar, mas trepar que era bom nada. Até que chegou o verão e, numa tarde escaldante, de sol senegalesco, ela perguntou seu eu tinha barbeador. Respondi que sim, até porque uso cavanhaque. Ela pediu emprestado para depilar-se. Concordei e ela foi até meu apê para pegá-lo. Mas como estava suada e melada pelo bronzeador, pediu para tomar um banho antes. Depois de ficar quase meia-hora tentando depilar-se, ela me chamou e perguntou se eu não topava depilá-la. Topei, mas com todo o cuidado e zelo. Foi difícil, porque estava muito quente e, por isso, ela suava. Naturalmente que o contato dos meus dedos deixaram-na toda melecadinha de tesão. Não suportando mais, ela pediu que eu a chupasse. Atendi e mandei língua até ela gozar. Então ela me convidou para entrar no box. Abraçamo-nos e beijamo-nos voluptuosamente, culminando com uma trepada alucinante. Foi a primeira de uma série. Até que ela foi despejada e resolveu se instalar “provisoriamente” no meu apê. Foi aí que fiquei sabendo que ela, além de linda, era louca. Depois de três meses, não suportando seu temperamento terrível, mandei-a embora. Ela não foi e tive que despejá-la. Foi o fim de uma relação que começou bem e terminou muito mal. Mas foi uma das pepecas mais gostosas que já chupei na vida: linda, cheirosa, de pentelhos loiros e muito saborosa. Pena que a dona era louca.

A ruiva devassa

Ela apareceu do nada e mexeu demais com a minha libido. Fiquei taradão logo na primeira olhada. Na verdade, desde a primeira vez que vi seu bundão descomunal. Era uma ruiva de cerca de 1m60cm e tinha uma bunda que realmente chamou a atenção de todos no meu serviço – até mesmo dos viados. Tinha 104cm de quadris, como pude comprovar mais tarde. Ela viera de outro estado, junto com o homem com quem vivia. Como todos olhavam para sua bunda, ela não dava atenção para ninguém. Até que um dia polemizei um assunto qualquer. Ela estava perto e retrucou. Discutimos, mas era o gancho que eu precisava para me insinuar. Dali em diante passamos a conversar amiúde.
Nossas conversas foram ficando picantes e desandaram para o mundo do sexo. Sempre que podíamos nos encontrávamos para conversar. Como o homem dela era, digamos, um tanto afetado, as más línguas começaram a espalhar que, com ela, era só “venda casada”, sou seja, para levá-la para a cama teria que levar o marido junto. Naturalmente que eu sabia a real. E não tinha nada de marido na nossa história. Num dia, numa conversa mais picante, ela descobriu que sou um sodomita inveterado. E ficou excitadíssima com a descoberta e confessou que adorava “tomar no cu”. Disse-lhe, então, que fechava todas, pois ambos gostávamos da mesma coisa: ela de dar o cu e eu de comer cu de mulheres. Convidei-a para me fazer uma visita numa manhã qualquer (eu tinha as manhãs livres). Mas ela alegou falta de tempo.
Numa certa noite, todavia, ela estava triste e abatida. Abordei-a e ela confessou que brigara com seu homem, que ele fumava, cheirava e a maltratava. Confortei-a e nos abraçamos e nos beijamos no cantinho escuro de uma das sacadas do prédio onde trabalhávamos. Fiquei de pau duríssimo ao sentir aquele corpão violão. Mas tínhamos de voltar ao trabalho. Na manhã seguinte, ela me ligou dizendo que tinha passado a noite fora porque seu homem, numa crise de overdose, correu-a de casa. Mandei que ela pegasse um taxi e viesse para o meu apartamento. Ao chegar, ela atirou-se chorando nos meus braços. Confortei-a e trocamos um longo a ardente beijo. Depois, mais calma, aceitou minhas carícias mais íntimas. Primeiro suguei alternadamente cada peitão. Depois baixei até a barriga, o ventre e finalmente enfiei meu linguão na sua fenda molhada, coberta de pentelhos ruivos. Chupei-lhe tão violentamente que ela não tardou a gozar. Fomos para o box tomar uma ducha. Ela, então, abaixou-se e me retribuiu, pagando um boquete fantástico. Sugou até eu inundar sua garganta profunda. Ela sorveu até a última gota. Como tínhamos que ir para o trabalho, deixamos a penetração para um outro dia. No final de semana seguinte ela passou a noite de sábado comigo. Primeiro meu deu uma chupetinha gostosinha. Eu tentava retribuir e ela ordenava: “Fica quieto, não te mexe, não fala”. Quando eu já não aguentava mais segurar o gozo, ela se virou e sentou aquele bundão enorme no meu pau. Cavalgou até gozar, enquanto eu chupava-lhe os peitões. No outro dia ela foi embora bem cedo, sem me dar tempo de comer-lhe o rabão.Alguns dias depois ela voltou ao nosso ninho de amor. E aí finalmente comi aquele cuzinho apertadinho cercado de uma bunda colossal. “Era isso que você queria, não era?”, ronronava ela enquanto eu fazia o vai-e-vem. Gozamos profundamente. Dias depois eles foram demitidos e se mandaram para um outro estado. Nunca mais a vi, mas jamais esquecerei daquele bundão fantástico.
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A deusa negra e o lobinho tarAdinho

Ela era definitivamente a negra dos sonhos de todos os brasileiros: alta (+-1m75), bonita, opulenta (+- 65kg), bem fornida de nádegas (mais de 100cm de quadris), coxas grossas e peitos perfeitos (fartos, firmes e empinados), com lindos olhos verdes. E ela tem o mesmo vício que eu: sodomia. Fechou todas. Quando nos vimos, o tesão foi mútuo. Aproximei-me, abordei-a e houve receptividade. Sem perda de tempo, dirigimo-nos à um motel e fomos à luta.
Eu estava limpinho e cheirosinho. Então, como ela estava suada, foi banhar-se. Voltou toda nua, como uma escrava no cio louca para entregar-se de corpo e alma para o seu dono. Abraçou-me voluptuosamente. Desceu os lábios pelo meu peito e parou no caralho. Primeiro beijou docemente a glande. Depois lambeu toda sua extensão. Terminou abocanhando-o completamente. Então começou a sugar num vai-e-vem alucinante. Quase gozei. 'Ai... ui... isso... chupa... mais... enfia tudo nessa boquinha linda... já vou... comer... esse cuzinho gostoso...'
Quando ela sentiu que eu já não agüentava mais segurar, que estava por um fio para explodir meu néctar em sua garganta, parou de me chupar e 'plastificou' o brutinho, que naquelas alturas estava duro como um pau. Minha ereção era tão acentuada e violenta que a cabeça batia furiosamente no meu umbigo.
Então ela sentou aquele bundão de mais de metro em cima da minha piça, direto, sem frescura, de costas para mim, para que eu pudesse ver meu pequeno 14 ser engolido por aquele buraco quente e apertado. Aí ela começou um sobe-e-desce alucinante. Sentido que eu novamete não agüentava mais segurar o gozo, ela virou-se para mim permitindo que eu pudesse mamar aqueles peitões espetaculares. E eu mamei-os gulosamente e alternadamente.
Sempre com o intento de evitar que eu gozasse logo, ela alternou inúmeras posições, em sua maioria deixando aquele bocetão todo depiladinho escancarado para mim. Por fim, depois de mais de meia-hora de muitas variações, ela retornou a posição inicial. E aumentou o ritmo dizendo aquelas tradicionais obscenidades que as mulheres dizem quando estão fodendo: 'Isso Adinho... bota no meu cuzinho... enfia essa piça linda e gostosa bem no fundo... assim... me come toda... seu taradinho... assim... me fode... me come... me arromba... ai... me fode... come esse cu... agora ele é todo teu... fode como quiser... continua... tá gostoso... não pára... nunca... vou dar sempre esse cuzinho prá ti... tesudo... tarado... gostoso... coloca tudo... come essa bunda gostosa... ai, que gostoso tomar no cu... isso... assim... tá gostoso... vai... mais forte... me machuca... adoro tomar no cu... esse cu é só teu... come tudo... me fode...
Minha gente! Ela implorou prá ser comida e eu comi. Fodi todinho o cuzinho perdido no fundo daquela bundona enorme e redonda daquela negra de conturbar no trânsito. Era gostoso demais atolar o pau naquele cu apertado e sentir aquela bunda tesuda de encontro ao meu abdome. E como ela gosta de tomar no cu. Comi aquele bundão não agüentar mais e expoldir num gozo alucinante (o melhor da minha vida). Foi, sem dúvida, a melhor trepada da minha vida. Acho que dificilmente encontrarei outra mulher melhor do que ela. Porque ela adora tomar no cu. E eu sou viciado em cu (de mulheres, que fique bem claro)..."


by lobinho gauchinho taradinho por cuzinho



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UMA TREPADA CAFÉ COM LEITE

Quem não sonhou em comer duas mulheres ao mesmo tempo? Pois eu só fui realizar este sonho ao completar 30 anos. Para comemorar, resolvi convidar duas amigas, que eram muito íntimas entre si. Uma delas, a Míriam, uma atraente mulata de conturbar o trânsito, estilo Sargentelli, nota 10 mesmo (1m75cm de altura, 65 kg de peso, 105 cm de quadril e 95cm de busto)! A outra, Vera, uma linda loura de 1m70cm e 60 kg, com 95 cm de quadril e 90 cm de busto (eu ando com uma fita métrica na pasta para medir as fêmeas que como).
Eu já comia a Míriam e ela comentou minhas habilidades para a amiga, principalmente minha maior especialidade: chupar peitinhos. A loura, que adorava ser mamada, não resistiu e quis me conhecer. Quando me viu, acho que se decepcionou um pouco, pois não sou atraente fisicamente (não sou alto, nem atlético, nem bonito, nem jovem e nem rico). Mas a curiosidade de provar aquele que a amiga dizia que era muito gostoso falou mais alto. Então ela topou. E depois de uns chima (o nosso tradicional chimarrão), parti para o ataque, como bom camisa 11 que sou.
Primeiramente abracei e beijei a mulata. Formávamos um casal desproporcional, pois tenho só 1m62cm e peso 57 kg. De seus lábios carnudos, baixei para os seios e fui engolindo-os e sugando-os alternadamente. A cena excitou a louraça, que desnudou seus lindos e firmes seios, oferecendo-os a mim. Era apenas um bocão e 4 mamonas. Uma loucura! Vera pediu vagar, pois tinha mais sensibilidade em seus empinados seios.
Fomos para o meu quarto e nos desnudamos. Minha ereção era tão violenta que a cabeça do meu pau tocava meu umbigo. Enquanto Vera e eu sugávamos a língua um do outro, Míriam fazia meu pau sumir em sua boca, num vai-e-vem alucinante. Lúcia também resolveu provar o fruto do pecado e ficaram me chupando ao mesmo tempo. Indescritível! Míriam não gostava de ser chupada. Então dediquei para Vera uma outra especialidade minha: chupar xoxota. Ela delirou, literalmente subindo pelas paredes do quarto. Era eu chupando a bocetinha (de pentelhos dourados) de Vera e Míriam engolindo meu pau. Não suportando mais, Vera ficou de quatro e pediu para ser penetrada. Coloquei uma camisinha sabor morango e mandei brasa. Enquanto penetrava Vera, beijava a boca carnuda de Míriam e mamava seus peitos perfeitos. Vera estava enlouquecida e exclamava frases típicas: ‘Ai que caralho gostoso; que homem gostoso que tu arrumaste, Nega!’ E não tardou a gozar. Foi, então, a vez de Míriam, que adorava tomar no cu. Troquei a camisinha - optei por uma mais resistente. Lúcia incentivou: ‘come o cu dessa Nega, come, seu taradinho!’ Obedeci. Primeiro chupei bem seu cuzinho — é a chave para se abrir qualquer esfíncter. Ela gemia e suspirava. Quanto mais eu forçava a ponta do meu línguão, mais ela ficava com tesão; e mais seu cuzinho se abria. Até que chegou um momento em que ela não agüentou mais e implorou que eu a penetrasse: ‘Põe o teu pau no meu cu, põe...isso, Adinho, come meu cuzinho, come... devagar... põe mais... põe tudo, põe... isso... assim... me arromba... não pára... continua... tá gostoso... come esse cu todinho... ai... me fode... que gostoso tomar no cu... adoro ser enrabada... é bom... isso é que é homem... gostoso... tesudo... tarado... me come toda... me arromba... que piça... usufrui desse cu que é só teu... come meu rabo... fode essa bunda gostosa...’
E eu fodi. De todas as formas. Até que ela sentou na minha pica. E enquanto meu ‘pequeno 14’ era engolido pelo bundão gostoso da mulatona, a loiraça pediu-me para chupar-lhe a xaninha dourada. E sentou na minha cara. Daí, ao mesmo tempo em que a mulata era enrabada pelo Adinho, o taradinho por cuzinho feminino, a loura era servida pelo meu línguão. Acabamos gozando juntos. E só aí que percebemos que a janela estava aberta e operários de um edifício em obras, defronte, haviam parado de trabalhar para assistir o espetáculo de sexo explícito ao vivo. Em plena luz do dia... Bem, agora que estou com beirando os 50, minha fantasia é comer três mulheres ao mesmo tempo. Quem se habilita?

E-mail do contista: comiCUzinho_RS@hotmail.com

A virgem e o radialista safAdinho

Contam-se muitas histórias de fãs e famosos. Muitas não passam de ficção e outras tantas são muito “aumentadas”. Mas a que aconteceu comigo é pura realidade. Ela tinha apenas 16 anos e era pura & virgem. Mas como toda jovem colegial, muito romântica. Humilde, vivia com o pai em uma colônia de pescadores às margens da Lagoa dos Patos, bem ao Sul... Sua única alegria era torcer pelo clube de futebol mais popular da cidade. E era fã de dois jovens irmãos que jogavam no ataque desse time. Seu pai não a deixava ir ao estádio. Motivo óbvio: era perigoso, ainda mais que se tratava de uma jovem atraente e bonita. Por isso seu contato com os dois ídolos era pela imprensa. Ouvia todos os jogos pela rádio líder de audiência da cidade.
Mas não lhe bastava mais apenas ouvir as partidas, ver fotos de ambos nos jornais e suspirar vendo-os dar entrevistas na emissora de tevê local. Queria conhecê-los pessoalmente, ter um contato... Foi então que resolveu ligar para a emissora de rádio que ouvia sempre e pedir ao setorista do clube que fizesse o que se chamava à época naquela cidade tradicional dos Pampas de “ponte”. Inicialmente enviou cartas para a emissora para que o setorista levasse aos dois jogadores. Claro que os dois não deram muita atenção, pois “boleiros” têm centenas de mulheres à disposição. Por que dariam atenção à uma jovem humilde, de uma colônia de pescadores afastada, ainda mais “de menor”. Seria complicação certa. O máximo que fizeram foi responder as cartas.
Mas de tanto trocar telefonemas com o setorista, a jovem ficou sua amiga. E se sentia íntima, pois ouvia-o sempre. Ela elogiava sua voz. Dizia que era linda e aveludada e que também ouvia-o na emissora de FM da mesma rede da meia-noite às 3h. Com o tempo ela foi trocando a idolatria dos jogadores ao repórter, que também era narrador e locutor. Ligava para ele todas as noites, ficam horas conversando. Até que um dia ela se convidou para conhecê-lo pessoalmente. Ele tentou dissuadi-la, alegando que vozes enganam e que não era nada atraente fisicamente. Mesmo assim ela insistiu. Ele tinha idéia de como ela era, pois enviara fotos para os jogadores. Tanto ela insistiu que ele aceitou que se conhecessem. Sempre com a ressalva de que “não sou um cara bonito. Minha voz é linda, mas eu não sou”.
Então ela um dia foi até a sucursal de um grande jornal estadual onde ele também trabalhava. Ela chegou quase ao final do expediente e apenas ele estava lá. Visivelmente nervosa, suada e trêmula, ela confessou que há muito estava apaixonada. “E não és nada feio, como dizias ao telefone”, comentou. Ele ainda tentou dissuadi-la mais uma vez alegando que era bem mais velho (10 anos), ao que ela rebateu: “coração não vê idade”. Chegando-se cada vez mais a ele, a jovem sentou-se ao seu colo e beijou-o fervorosamente... Já era noite e nosso protagonista precisa ir para a faculdade de jornalismo. Recompôs-se e disse-lhe que precisa ir para a aula. Visivelmente decepcionada, a jovem acompanhou-o até a saída. Mais tarde, após a aula, ela ligou para ele novamente na emissora e conversaram. Ela era decidida e insistente. Então marcaram um novo encontro no Sábado, na sucursal, pois nesse dia não havia ninguém lá. Ele já não podia mais conter a atração que sentia pela jovem com corpo de mulher: coxas grossas, bunda grande e seios fartos, redondos, firmes e empinados. Era uma realmente uma bela morena de cabelos crespos e longos. Dessa vez sem maiores compromissos, ele correspondeu seus beijos... Beijaram-se muito e ardentemente... os beijos foram cada vez mais fortes e íntimos, culminando por fazerem sexo oral... Ela confessou que nunca tinha feito aquilo. Era virgem, portanto, completamente. Mas a atração, tesão e paixão que sentia por ele faziam-na vulnerável e pronta para ser possuída... Os encontros, a partir dali, viram rotina nas tardes dos sábados.
Nosso herói é bem safAdinho, mas ainda assim o senso de responsabilidade era mais forte. Como desvirginar uma mocinha inocente, menor de idade, de apenas 16 anos, sendo que ele contava 26 na época e era um comunicador famosíssimo na cidade. Todos o conheciam: do banqueiro, passando pelo prefeito e até o bispo, que mais tarde viriam ser o presidente da CNBB na virada do milênio. Ele a desejava, faria sexo oral com ela, mas não tiraria o cabacinho, embora sua bocetinha de pelos lisos e pretos clamasse por uma penetração... seu cabacinho estava madurinho, prontinho para ser colhido... E que tesão tinha aquela garota: chupava sua piça com muita vontade e fervor. Ele, em contrapartida, também a chupava com muita volúpia. Fazia-a gozar profundamente com suas linguadas. A ponta de seu linguão tilintava no grelinho dela e leva-a ao paraíso do prazer... Ela retribuía em muitos 69.O sexo oral entre os dois era cada vez mais intenso, sempre encerrado em alto estilo, ou seja, com ela sorvendo toda a sua porra, até a última gota... Mas com o passar do tempo ela não queria só chupar e ser chupada. Queria ser penetrada, possuída. Implorava para ser desvirginada. Ela respondia que “só depois que fizeres 18 anos”. “Não agüento esperar dois anos”, respondia. Então, como é um sodomita inveterado, o nosso comunicador sugeriu que ela se deixasse penetrar “por trás”, pois seu cuzinho já era “aberto” por natureza. Ela topou e ele a enrabou em grande estilo. No começo era um cuzinho muito apertadinho, pois virgem. Mas com o passar do tempo ficou “no ponto”. Mas sempre, no momento de seu gozo, ele retirava o “pequeno 14” daquele cuzinho gostoso e dava-lhe o leitinho na boquinha. Nosso safAdinho tinha uma vida que pediu aos deuses: passava as tardes de sábados comendo aquela virgenzinha. E à noite curtia a efervescente noite da cidade mais aristocrática do Sul. Aos domingos, claro, transmitia os jogos de futebol do time da sua amante virgem. E ela, obviamente, escutando seu amado. O caso durou até ele formar-se e mudar-se para a Capital. Antes de se mudar, se despediu de sua amante, mas deixou-a virgem para o felizardo que a conhecesse depois que ela completasse a maior idade. Portanto, minha gente, virgens podem ter muito prazer e ainda assim continuar intactas: basta um pouco de criatividade...

A AMIGA DE MINHA MÃE

Minha mãe sempre foi muito comunicativa. Por isso cativa muitas amizades. É de conversa fácil. Numa viagem de volta da Capital ela dividiu o banco do ônibus com uma jovem (+- 20 anos) porto-alegrense muito simpática. E muito gostosa também, como pude descobrir mais tarde. Conversaram as 3 horas da viagem e ficaram amigas. Por coincidência, Rose (esse era o nome da gostosa) ia para o mesmo bairro que morávamos na época, início dos anos 80 —ela ia passar as férias na casa de sua avó. Minha mãe, então, deu carona para ela. E convidou-a para visitá-la. Muito despachada, ela foi. Era verão e ela estava vestida de acordo com a temperatura: uma miniblusa que mal cobria os peitinhos médios e firmes e um short sumaríssimo, que deixava à mostra as polpas. Eu estava em casa naquela tarde e me embriaguei de tesão por aquele par de coxas grossas e roliças e o belo bundão de mais de metro. Era uma morena clara de 1m60, bunda grande, coxas grossas e cintura fina. Ela não me deu muita trela, até porque não sou um tipo que atrai pelo físico. Além do mais sou arrogante como todo gênio.
Depois da visita, ela se mandou para casa de uma tia na praia, curtir o sol senegalesco daquele verão. Não mais a vi naquele ano. No verão seguinte, ela visitou novamente minha mãe. Tivemos uma conversa rápida, em que ela pôde comprovar todo o meu talento de intelectual. Gostou do meu jeito que une a arrogância dos lordes britânicos e a simpatia típica dos geminianos. Convidei-a para apresentar-lhe a ótima noite da minha doce cidade. Com efeito ela recusou, mas deixou no ar a brecha para um novo convite. Que só foi possível no ano seguinte. Sem maiores delongas, vamos ao que interessa. Peguei-a de carro na casa da tia, na praia. Fomos para um barzinho à beira da Lagoa dos Patos. Ela me desafiou para uma disputa: quem tomaria mais caipirinhas. Naturalmente que aquilo acabou com a inibição dela. Parei de jogar charme nas conversas e fui para o atraque. Abracei-a, beijei-a, meti a mão nos seios duros... Em ponto de bala, propus dar uma volta de carro, para ficarmos mais à vontade. Estacionei num canto escuro da praia e fomos à luta. Era madrugada alta e não tinha ninguém para testemunhar. Chupei os seios, tirei a calça de jeans e dei-lhe uma chupada naquela bocetinha cheirosa que a levou a um orgasmo oral. Tirei minha roupa, deitei o banco e passamos a fazer um 69. Totalmente enlouquecida de tesão, ela não suportou mais, virou aquele bundão bronzeadíssimo, e suplicou para ser penetrada. Não me fiz de rogado e toquei ferro. Sim, porque meu catzo estava realmente duro como o nobre metal. Depois de meia-hora de estocadas, inundei-a como o meu néctar dos anjos. Ele deve tido vários orgasmos, porque pediu bis nos dias seguintes. Até o final de janeiro daquele ano, era trepada todo o dia. Ela voltou para a capital me fazendo jurar que a procuraria assim que me mudasse para cá. No final do ano me formei em Comunicação Social e de fato vim para a o porto + alegre do Brasil. Procurei-a e namoramos por três meses. Foi um tempo de muitas e boas fodas. Só não consegui comer seu cuzinho virgem. Atualmente ela está separada. E continua virgem anal. Por isso não perco a esperança de, um dia, desvirginar aquele cuzinho. Quem sabe um dia?

A VIZINHA GOSTOSA

"Quem não tem vizinhas gostosas? E quem que não deseja comer as vizinhas boazudas? Pois quando eu estava com 25 anos, não tinha quase tempo de prestar atenção nas 'vizinhas gostosas', que eram várias. Afinal, eu trabalhava em dois empregos e fazia faculdade de jornalismo. Mas havia uma das vizinhas, a mais boazuda de todas, que era muito amiga de minha mãe e vivia lá em casa. Acabamos, por isso, tornando-nos amigos. E passei a chorar as pitangas para ela, especialmente as minhas frustrações amorosas. Cansada de ser confidente, e já num atraso do caralho (era desquitada), ela abriu o jogo e disparou: ‘Por que não procuras reparar nas que te querem e pára de chorar pelas que não te dão bola?’
Aquilo foi um recado direto e só aí percebi que aquela morena maravilhosa tava doidona para dar um pouquinho daquela bundona (mais de 100cm, com certeza!) para mim. Puxei-a pelos cabelos pretos, lisos e compridos e apliquei-lhe um ardente beijo nos finos lábios. Combinamos um encontro em sua casa à noite. Mal pude esperar o momento de lá chegar. Minha aula ia até 23h e ainda tinha que trabalhar das 23h às 24h. Por isso só cheguei em sua casa quase a 1h da madrugada. Mal ultrapassei a porta e nos atracamos num beijo furioso que quase nos machucou a boca. Ela estava apenas de baby-doll, sem nada por baixo, deixando à mostra aquelas coxas grossas e apetitosas. Dos lábios baixei para os seios que se já não estavam tão firmes assim, eram muito saborosos. Melhor ainda era a resposta às minhas chupadas. Acho que o primeiro orgasmo ela atingiu com minhas mamadas alternadas. Depois, baixei mais os lábios e beijei-lhe o ventre, as virilhas, as coxas, com ela implorando que eu chupasse sua boceta de pentelhos pretos bem aparados. Quando minha língua tocou seus lábios vulvares, ela estremeceu. Por fim detive-me no seu avantajado clitóris: beijei, chupei, lambi, suguei, demoradamente, até que ela me inundou com seu gostoso líquido de gozo. Foi o segundo orgasmo dela. Já não resistindo mais, ela sentou aquele bundão no meu catzo, fazendo-o sumir em suas profundezas numa foda desproporcional, pois sua vagina era muito profunda — era boceta demais para o meu 'pequeno 14'. Depois de algumas estocadas, insatisfeita, ela virou-se de bruços e suplicou: 'bota um pouquinho na minha bundinha, bota'. Ironia, porque aquilo não era bundinha e sim um bundão. Não titubeei e forcei a cabeça da minha piça naquele cuzinho delicioso. Não houve resistência. Logo que a glande sumiu naquela caverna quente, fétida e úmida, ela pediu mais: 'bota mais, bota... põe tudo... me arromba... tesudo... gostoso... tarado... come essa bunda que tu tanto olhava e desejada... agora ela toda tua... isso... assim... não pára... adoro tomar no cu... assim... vou gozar de novo... ahhhhhhh...' Quando ela gritou de gozo, inundei-a com a minha porra quente. Foi o início de uma relação que nos proporcionou muitas e variadas trepadas, sempre finalizadas com sodomia. Foi ela que me tornou um sodomita. E é por isso que hoje eu sou um taradinho por cuzinho (de mulheres, que fique bem claro!)...

SUDUZIDO PELA BABÁ DO MANINHO

“Comido pela empregada aos 5 anos, aos 8 fui suduzido por uma babá de apenas 13 anos. Ela cuidava do meu irmãozinho recém-nascido. Chamava-se Maria Dalva e era de origem extremamente humilde. Era órfã de pai, que fora assassinado por engano - a vítima era para ser meu pai. Para compensar, minha família contratou-a para cuidar de meu segundo irmão, que nascera havia pouco. É que minha mãe tinha eu e outro irmão para preocupar-se. Num dos quartos dormíamos eu e meu irmão de 5 anos. Noutro, dormiam meu irmãozinho de 1 aninho e a Maria Dalva, que apesar de ter apenas 13 anos, possuía um corpo de mulher, com ancas de potranca, coxas grossas e seios avantajados. Numa fria noite de inverno, acordei-me no meio da madrugada com a presença de Maria Dalva na minha cama, por sob a coberta de plumas de ganso. Surpreso, senti seus lábios carnudos pressionando os meus e sua língua tentando furiosamente introduzir-se em minha boca. Ao mesmo tempo, suas mãos macias envolveram meu pauzinho, que à essas alturas estava completamente entumecido. Ela retirou a camisola e pude sentir aqueles seios firmes tocando meu peito. Pude apenas senti-los, porque era uma noite muito escura e não havia luz elétrica naquela época - década de 60 - na zona rural do Rio Grande do Sul. Completamente embriagada de tesão, ela baixou a calça de meu pijama e forçou sua xoxotinha cabeludinha contra meu pintinho. Tanto forçou que conseguiu atingir seu objetivo. Alternadamente, ela me beijava nos lábios e, sussurrando para não acordar meu irmão de 5 que estava na cama ao lado, pedia que mamasse suas tetinhas. Como meninos não gozam, ela ficou muito tempo (em torno de 1 hora, eu creio) fazendo aqueles movimentos característicos que as mulheres fazem quando estão em cima de um homem. Como eu tinha 8 anos e muitos quilos menos que ela, naturalmente que chegou um momento que cansei. E também porque aquela fendinha virginal apertava sobremaneira minha ferramentinha. Creio que ela gozou, porque em determinado momento gemeu baixinho e relaxou. Recolocou a camisola e sumiu do mesmo modo que aparecera. Na noite seguinte não consegui pegar no sono, esperando a repetição daquele momento sublime. Que nunca mais aconteceu, porque pouco tempo depois ela não foi mais trabalhar lá em casa.

E-mail do contista: comicuzinho_rs@hotmail.com

MINHA PRIMEIRA VEZ

Sempre que, numa roda qualquer, rola o papo sobre ‘primeira vez’, tergiverso. Porque me parece pouco crível a minha primeira vez. Mas agora que passei dos 40, resolvi torná-la pública. E escolhi o Fórum porque sou assíduo leitor há anos. E perdoem-me se realmente parecer inverossímil.
Fui um guri criado no mato, solto das patas, como se diz aqui nos pampas, até os 10 anos de idade. Quando estava com 5 anos, tínhamos uma empregada de mais ou menos uns 20. Chamava-se Irena e era uma morena jambo bem fornida: coxas grossas, quadris largos para mais de metro e seios abundantes. Ela cuidava de mim e do meu irmãozinho de 2 anos.
Um dia, após dar-me banho, enquanto secava-me, meu pintinho vermelhinho ficou durinho. Aquilo a excitou, fazendo com que ela brincasse com ele. Não preciso dizer que aquela mão de mulher deu-me um prazer intenso; era muito melhor, obviamente, do que minha própria mãozinha, já que eu vivia brincando com meu próprio pintinho desde os 4 anos. Era um dia quente e ela estava com um vestidinho simples e curto, como era comum nos anos 60. Acho que ela também ficou com tesão e, não agüentando, resolveu provar o meu pirulitinho, chupando-o ardorosamente (eu estava em pé em cima da cama, o que facilitava seu boquete). Em seguida ela baixou as alças do vestidinho e deixou-o cair até os pés. Ficou totalmente nua, pois não usava calcinha e nem sutiã. Alucinada, com um dedo na xana já totalmente melada, ela ordenou que mamasse aqueles seios espetaculares. Por puro instinto, atendi a ordem e passei a chupar aqueles peitos fartos & firmes alternadamente, certamente estranhando que não saia leite. Não agüentando mais, ela deitou-se e colocou-me sobre seu corpo, tendo o cuidado de introduzir o meu pintinho durinho naquela fenda macia e melada, ao mesmo tempo em que eu continuava a mamá-la, pois minha cabeça ficava à feição.
O prazer que senti foi indescritível. Não sei quanto tempo aquilo durou, se uns 5 ou 10 minutos. Só me lembro que ela parou assim que ouviu minha mãe chamando-a. Levantou-se, recolocou o vestido e terminou de secar-me. Para minha decepção, ela nunca mais repetiu a operação. Até porque se demitiu pouco tempo depois. Pelo que me lembro, casou-se logo em seguida. Depois disso, só fui sentir o prazer de ser ‘engolido’ por uma racha 3 anos mais tarde, quando eu já tinha 8 anos. Foi com uma babá de 13 que cuidava de meu outro irmão. Mas isto é papo para o próximo conto...

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A FOTO ABAIXO NÃO É DA PERSONAGEM DESTE CONTO, MAS SIM DO MEU PRIMEIRO, QUE ESTÁ EM UMA PÁGINA SEPARADA, AO LADO DA ABERTURA DESTE BLOG