Contam-se muitas histórias de fãs e famosos. Muitas não passam de ficção e outras tantas são muito “aumentadas”. Mas a que aconteceu comigo é pura realidade. Ela tinha apenas 16 anos e era pura & virgem. Mas como toda jovem colegial, muito romântica. Humilde, vivia com o pai em uma colônia de pescadores às margens da Lagoa dos Patos, bem ao Sul... Sua única alegria era torcer pelo clube de futebol mais popular da cidade. E era fã de dois jovens irmãos que jogavam no ataque desse time. Seu pai não a deixava ir ao estádio. Motivo óbvio: era perigoso, ainda mais que se tratava de uma jovem atraente e bonita. Por isso seu contato com os dois ídolos era pela imprensa. Ouvia todos os jogos pela rádio líder de audiência da cidade.
Mas não lhe bastava mais apenas ouvir as partidas, ver fotos de ambos nos jornais e suspirar vendo-os dar entrevistas na emissora de tevê local. Queria conhecê-los pessoalmente, ter um contato... Foi então que resolveu ligar para a emissora de rádio que ouvia sempre e pedir ao setorista do clube que fizesse o que se chamava à época naquela cidade tradicional dos Pampas de “ponte”. Inicialmente enviou cartas para a emissora para que o setorista levasse aos dois jogadores. Claro que os dois não deram muita atenção, pois “boleiros” têm centenas de mulheres à disposição. Por que dariam atenção à uma jovem humilde, de uma colônia de pescadores afastada, ainda mais “de menor”. Seria complicação certa. O máximo que fizeram foi responder as cartas.
Mas de tanto trocar telefonemas com o setorista, a jovem ficou sua amiga. E se sentia íntima, pois ouvia-o sempre. Ela elogiava sua voz. Dizia que era linda e aveludada e que também ouvia-o na emissora de FM da mesma rede da meia-noite às 3h. Com o tempo ela foi trocando a idolatria dos jogadores ao repórter, que também era narrador e locutor. Ligava para ele todas as noites, ficam horas conversando. Até que um dia ela se convidou para conhecê-lo pessoalmente. Ele tentou dissuadi-la, alegando que vozes enganam e que não era nada atraente fisicamente. Mesmo assim ela insistiu. Ele tinha idéia de como ela era, pois enviara fotos para os jogadores. Tanto ela insistiu que ele aceitou que se conhecessem. Sempre com a ressalva de que “não sou um cara bonito. Minha voz é linda, mas eu não sou”.
Então ela um dia foi até a sucursal de um grande jornal estadual onde ele também trabalhava. Ela chegou quase ao final do expediente e apenas ele estava lá. Visivelmente nervosa, suada e trêmula, ela confessou que há muito estava apaixonada. “E não és nada feio, como dizias ao telefone”, comentou. Ele ainda tentou dissuadi-la mais uma vez alegando que era bem mais velho (10 anos), ao que ela rebateu: “coração não vê idade”. Chegando-se cada vez mais a ele, a jovem sentou-se ao seu colo e beijou-o fervorosamente... Já era noite e nosso protagonista precisa ir para a faculdade de jornalismo. Recompôs-se e disse-lhe que precisa ir para a aula. Visivelmente decepcionada, a jovem acompanhou-o até a saída. Mais tarde, após a aula, ela ligou para ele novamente na emissora e conversaram. Ela era decidida e insistente. Então marcaram um novo encontro no Sábado, na sucursal, pois nesse dia não havia ninguém lá. Ele já não podia mais conter a atração que sentia pela jovem com corpo de mulher: coxas grossas, bunda grande e seios fartos, redondos, firmes e empinados. Era uma realmente uma bela morena de cabelos crespos e longos. Dessa vez sem maiores compromissos, ele correspondeu seus beijos... Beijaram-se muito e ardentemente... os beijos foram cada vez mais fortes e íntimos, culminando por fazerem sexo oral... Ela confessou que nunca tinha feito aquilo. Era virgem, portanto, completamente. Mas a atração, tesão e paixão que sentia por ele faziam-na vulnerável e pronta para ser possuída... Os encontros, a partir dali, viram rotina nas tardes dos sábados.
Nosso herói é bem safAdinho, mas ainda assim o senso de responsabilidade era mais forte. Como desvirginar uma mocinha inocente, menor de idade, de apenas 16 anos, sendo que ele contava 26 na época e era um comunicador famosíssimo na cidade. Todos o conheciam: do banqueiro, passando pelo prefeito e até o bispo, que mais tarde viriam ser o presidente da CNBB na virada do milênio. Ele a desejava, faria sexo oral com ela, mas não tiraria o cabacinho, embora sua bocetinha de pelos lisos e pretos clamasse por uma penetração... seu cabacinho estava madurinho, prontinho para ser colhido... E que tesão tinha aquela garota: chupava sua piça com muita vontade e fervor. Ele, em contrapartida, também a chupava com muita volúpia. Fazia-a gozar profundamente com suas linguadas. A ponta de seu linguão tilintava no grelinho dela e leva-a ao paraíso do prazer... Ela retribuía em muitos 69.O sexo oral entre os dois era cada vez mais intenso, sempre encerrado em alto estilo, ou seja, com ela sorvendo toda a sua porra, até a última gota... Mas com o passar do tempo ela não queria só chupar e ser chupada. Queria ser penetrada, possuída. Implorava para ser desvirginada. Ela respondia que “só depois que fizeres 18 anos”. “Não agüento esperar dois anos”, respondia. Então, como é um sodomita inveterado, o nosso comunicador sugeriu que ela se deixasse penetrar “por trás”, pois seu cuzinho já era “aberto” por natureza. Ela topou e ele a enrabou em grande estilo. No começo era um cuzinho muito apertadinho, pois virgem. Mas com o passar do tempo ficou “no ponto”. Mas sempre, no momento de seu gozo, ele retirava o “pequeno 14” daquele cuzinho gostoso e dava-lhe o leitinho na boquinha. Nosso safAdinho tinha uma vida que pediu aos deuses: passava as tardes de sábados comendo aquela virgenzinha. E à noite curtia a efervescente noite da cidade mais aristocrática do Sul. Aos domingos, claro, transmitia os jogos de futebol do time da sua amante virgem. E ela, obviamente, escutando seu amado. O caso durou até ele formar-se e mudar-se para a Capital. Antes de se mudar, se despediu de sua amante, mas deixou-a virgem para o felizardo que a conhecesse depois que ela completasse a maior idade. Portanto, minha gente, virgens podem ter muito prazer e ainda assim continuar intactas: basta um pouco de criatividade...
segunda-feira, 5 de fevereiro de 2007
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Um comentário:
Impossível ser virgem por completa se já for tocada.
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