segunda-feira, 5 de fevereiro de 2007

A VIZINHA GOSTOSA

"Quem não tem vizinhas gostosas? E quem que não deseja comer as vizinhas boazudas? Pois quando eu estava com 25 anos, não tinha quase tempo de prestar atenção nas 'vizinhas gostosas', que eram várias. Afinal, eu trabalhava em dois empregos e fazia faculdade de jornalismo. Mas havia uma das vizinhas, a mais boazuda de todas, que era muito amiga de minha mãe e vivia lá em casa. Acabamos, por isso, tornando-nos amigos. E passei a chorar as pitangas para ela, especialmente as minhas frustrações amorosas. Cansada de ser confidente, e já num atraso do caralho (era desquitada), ela abriu o jogo e disparou: ‘Por que não procuras reparar nas que te querem e pára de chorar pelas que não te dão bola?’
Aquilo foi um recado direto e só aí percebi que aquela morena maravilhosa tava doidona para dar um pouquinho daquela bundona (mais de 100cm, com certeza!) para mim. Puxei-a pelos cabelos pretos, lisos e compridos e apliquei-lhe um ardente beijo nos finos lábios. Combinamos um encontro em sua casa à noite. Mal pude esperar o momento de lá chegar. Minha aula ia até 23h e ainda tinha que trabalhar das 23h às 24h. Por isso só cheguei em sua casa quase a 1h da madrugada. Mal ultrapassei a porta e nos atracamos num beijo furioso que quase nos machucou a boca. Ela estava apenas de baby-doll, sem nada por baixo, deixando à mostra aquelas coxas grossas e apetitosas. Dos lábios baixei para os seios que se já não estavam tão firmes assim, eram muito saborosos. Melhor ainda era a resposta às minhas chupadas. Acho que o primeiro orgasmo ela atingiu com minhas mamadas alternadas. Depois, baixei mais os lábios e beijei-lhe o ventre, as virilhas, as coxas, com ela implorando que eu chupasse sua boceta de pentelhos pretos bem aparados. Quando minha língua tocou seus lábios vulvares, ela estremeceu. Por fim detive-me no seu avantajado clitóris: beijei, chupei, lambi, suguei, demoradamente, até que ela me inundou com seu gostoso líquido de gozo. Foi o segundo orgasmo dela. Já não resistindo mais, ela sentou aquele bundão no meu catzo, fazendo-o sumir em suas profundezas numa foda desproporcional, pois sua vagina era muito profunda — era boceta demais para o meu 'pequeno 14'. Depois de algumas estocadas, insatisfeita, ela virou-se de bruços e suplicou: 'bota um pouquinho na minha bundinha, bota'. Ironia, porque aquilo não era bundinha e sim um bundão. Não titubeei e forcei a cabeça da minha piça naquele cuzinho delicioso. Não houve resistência. Logo que a glande sumiu naquela caverna quente, fétida e úmida, ela pediu mais: 'bota mais, bota... põe tudo... me arromba... tesudo... gostoso... tarado... come essa bunda que tu tanto olhava e desejada... agora ela toda tua... isso... assim... não pára... adoro tomar no cu... assim... vou gozar de novo... ahhhhhhh...' Quando ela gritou de gozo, inundei-a com a minha porra quente. Foi o início de uma relação que nos proporcionou muitas e variadas trepadas, sempre finalizadas com sodomia. Foi ela que me tornou um sodomita. E é por isso que hoje eu sou um taradinho por cuzinho (de mulheres, que fique bem claro!)...

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