Aquilo foi um recado direto e só aí percebi que aquela morena maravilhosa tava doidona para dar um pouquinho daquela bundona (mais de 100cm, com certeza!) para mim. Puxei-a pelos cabelos pretos, lisos e compridos e apliquei-lhe um ardente beijo nos finos lábios. Combinamos um encontro em sua casa à noite. Mal pude esperar o momento de lá chegar. Minha aula ia até 23h e ainda tinha que trabalhar das 23h às 24h. Por isso só cheguei em sua casa quase a 1h da madrugada. Mal ultrapassei a porta e nos atracamos num beijo furioso que quase nos machucou a boca. Ela estava apenas de baby-doll, sem nada por baixo, deixando à mostra aquelas coxas grossas e apetitosas. Dos lábios baixei para os seios que se já não estavam tão firmes assim, eram muito saborosos. Melhor ainda era a resposta às minhas chupadas. Acho que o primeiro orgasmo ela atingiu com minhas mamadas alternadas. Depois, baixei mais os lábios e beijei-lhe o ventre, as virilhas, as coxas, com ela implorando que eu chupasse sua boceta de pentelhos pretos bem aparados. Quando minha língua tocou seus lábios vulvares, ela estremeceu. Por fim detive-me no seu avantajado clitóris: beijei, chupei, lambi, suguei, demoradamente, até que ela me inundou com seu gostoso líquido de gozo. Foi o segundo orgasmo dela. Já não resistindo mais, ela sentou aquele bundão no meu catzo, fazendo-o sumir em suas profundezas numa foda desproporcional, pois sua vagina era muito profunda — era boceta demais para o meu 'pequeno 14'. Depois de algumas estocadas, insatisfeita, ela virou-se de bruços e suplicou: 'bota um pouquinho na minha bundinha, bota'. Ironia, porque aquilo não era bundinha e sim um bundão. Não titubeei e forcei a cabeça da minha piça naquele cuzinho delicioso. Não houve resistência. Logo que a glande sumiu naquela caverna quente, fétida e úmida, ela pediu mais: 'bota mais, bota... põe tudo... me arromba... tesudo... gostoso... tarado... come essa bunda que tu tanto olhava e desejada... agora ela toda tua... isso... assim... não pára... adoro tomar no cu... assim... vou gozar de novo... ahhhhhhh...' Quando ela gritou de gozo, inundei-a com a minha porra quente. Foi o início de uma relação que nos proporcionou muitas e variadas trepadas, sempre finalizadas com sodomia. Foi ela que me tornou um sodomita. E é por isso que hoje eu sou um taradinho por cuzinho (de mulheres, que fique bem claro!)...
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