segunda-feira, 5 de fevereiro de 2007

MINHA PRIMEIRA VEZ

Sempre que, numa roda qualquer, rola o papo sobre ‘primeira vez’, tergiverso. Porque me parece pouco crível a minha primeira vez. Mas agora que passei dos 40, resolvi torná-la pública. E escolhi o Fórum porque sou assíduo leitor há anos. E perdoem-me se realmente parecer inverossímil.
Fui um guri criado no mato, solto das patas, como se diz aqui nos pampas, até os 10 anos de idade. Quando estava com 5 anos, tínhamos uma empregada de mais ou menos uns 20. Chamava-se Irena e era uma morena jambo bem fornida: coxas grossas, quadris largos para mais de metro e seios abundantes. Ela cuidava de mim e do meu irmãozinho de 2 anos.
Um dia, após dar-me banho, enquanto secava-me, meu pintinho vermelhinho ficou durinho. Aquilo a excitou, fazendo com que ela brincasse com ele. Não preciso dizer que aquela mão de mulher deu-me um prazer intenso; era muito melhor, obviamente, do que minha própria mãozinha, já que eu vivia brincando com meu próprio pintinho desde os 4 anos. Era um dia quente e ela estava com um vestidinho simples e curto, como era comum nos anos 60. Acho que ela também ficou com tesão e, não agüentando, resolveu provar o meu pirulitinho, chupando-o ardorosamente (eu estava em pé em cima da cama, o que facilitava seu boquete). Em seguida ela baixou as alças do vestidinho e deixou-o cair até os pés. Ficou totalmente nua, pois não usava calcinha e nem sutiã. Alucinada, com um dedo na xana já totalmente melada, ela ordenou que mamasse aqueles seios espetaculares. Por puro instinto, atendi a ordem e passei a chupar aqueles peitos fartos & firmes alternadamente, certamente estranhando que não saia leite. Não agüentando mais, ela deitou-se e colocou-me sobre seu corpo, tendo o cuidado de introduzir o meu pintinho durinho naquela fenda macia e melada, ao mesmo tempo em que eu continuava a mamá-la, pois minha cabeça ficava à feição.
O prazer que senti foi indescritível. Não sei quanto tempo aquilo durou, se uns 5 ou 10 minutos. Só me lembro que ela parou assim que ouviu minha mãe chamando-a. Levantou-se, recolocou o vestido e terminou de secar-me. Para minha decepção, ela nunca mais repetiu a operação. Até porque se demitiu pouco tempo depois. Pelo que me lembro, casou-se logo em seguida. Depois disso, só fui sentir o prazer de ser ‘engolido’ por uma racha 3 anos mais tarde, quando eu já tinha 8 anos. Foi com uma babá de 13 que cuidava de meu outro irmão. Mas isto é papo para o próximo conto...

e-mail do contista: comicuzinho_rs@hotmail.com



A FOTO ABAIXO NÃO É DA PERSONAGEM DESTE CONTO, MAS SIM DO MEU PRIMEIRO, QUE ESTÁ EM UMA PÁGINA SEPARADA, AO LADO DA ABERTURA DESTE BLOG

4 comentários:

pyryguetes disse...

Oi lembra da gente adinho do telefone.....
Nossa as historias sao muito picantessss,,,, mas nada melhor do q fazer pessoalmente, naum achas????
beijossssssssss das pyryguetes fernanda, camila,patricia, aline.....
nos liga viuuuuuuuuuuuuu
bay,bay

pyryguetes disse...

anota ai nosso msn:pyryguetes@hotmail.com
bjuxxxxxxxxxx

Unknown disse...

nossa da até pra ficar molhada , rsrsrrs um bj na cabeça da sua rola !!

Mineira disse...

Excitante...