Tipo mignon, toda torneadinha, com seios de menina e pequinha carequinha e bonitinha, apertadinha. Fi-la gozar com meu linguão e depois ela pediu vagar no momento de penetrar... Fodemos loucamente até meu primeiro gozo. Após o orgasmo mútuo, fomos para o chuveiro e ela me pagou o segundo boquete. Então fodemos sob a água quente e a bundinha durinha ensaboada. Ela não tardou a gozar de novo e foi minha vez de gozar de novo, desta vez na boquinha dela. Engoliu tudinho. Que loirinha bem safadinha, que adora beber leitinho. Agora falta completarmos nossa foda total, ou seja, com um bom e inédito (para ela) anal. Mas isso fica para o próximo conto...
Mais um conto proibido do Marquesinho de Sade Gaúcho.
quinta-feira, 24 de novembro de 2016
UMA LOIRA BEM SAFADA
> Meus leitores sabem que prefiro as bem fornidas, opulentas, tipo PCB, de preferência da cor do pecado, sabor de chocolate... etc. Mas a Daphne atraiu-me não pela opulência das formas corporais, tipo mulherão, e sim pelo envolvimento tal qual uma aranha faz com sua teia. Tímida, mas inteligente e envolvente, essa loirinha bem safadinha sabe usar as palavras para envolver. Ou seja, provei do meu próprio veneno. Após trocarmos muitas letrinhas, começas a ficar íntimos e o tesão virtual chegou a um nível de desejo incontrolável.
Então marcamos de nos conhecer pessoalmente. Ela é discreta, elegante, educada, de alto nível pessoal. Creio que discrição é sua maior característica. Sem maiores delongas fugimos para um lugar para ficarmos à sós entre quatro paredes. Então vi a transformação que os britânicos recomendam. A dama em sociedade virou uma devassa na intimidade. Atracou-se num beijo de tirar o fôlego, com nossas línguas se digladiando dentro de nossas bocas locas, ávidas de desejo e tesão...
As roupas ficaram ali, espalhadas pelo chão e nos atracamos num oral "interminal". Nossa, que baixinha boa de boquete; quase me tirou todo o leitinho de imediato, tive de me segurar.
Tipo mignon, toda torneadinha, com seios de menina e pequinha carequinha e bonitinha, apertadinha. Fi-la gozar com meu linguão e depois ela pediu vagar no momento de penetrar... Fodemos loucamente até meu primeiro gozo. Após o orgasmo mútuo, fomos para o chuveiro e ela me pagou o segundo boquete. Então fodemos sob a água quente e a bundinha durinha ensaboada. Ela não tardou a gozar de novo e foi minha vez de gozar de novo, desta vez na boquinha dela. Engoliu tudinho. Que loirinha bem safadinha, que adora beber leitinho. Agora falta completarmos nossa foda total, ou seja, com um bom e inédito (para ela) anal. Mas isso fica para o próximo conto...
Mais um conto proibido do Marquesinho de Sade Gaúcho.
Tipo mignon, toda torneadinha, com seios de menina e pequinha carequinha e bonitinha, apertadinha. Fi-la gozar com meu linguão e depois ela pediu vagar no momento de penetrar... Fodemos loucamente até meu primeiro gozo. Após o orgasmo mútuo, fomos para o chuveiro e ela me pagou o segundo boquete. Então fodemos sob a água quente e a bundinha durinha ensaboada. Ela não tardou a gozar de novo e foi minha vez de gozar de novo, desta vez na boquinha dela. Engoliu tudinho. Que loirinha bem safadinha, que adora beber leitinho. Agora falta completarmos nossa foda total, ou seja, com um bom e inédito (para ela) anal. Mas isso fica para o próximo conto...
Mais um conto proibido do Marquesinho de Sade Gaúcho.
terça-feira, 18 de janeiro de 2011
A MULATA DOS SONHOS
Sempre tive verdadeiro desejo incontrolável por mulatas & negras. De preferência PCBs (Peitudas, Coxudas e Bundudas). Por isso quando vi casualmente o perfil da Paola no Orkut pirei. Ela é, além de linda, maravilhosa e com um corpaço de atrair até puto.
Ela também é completinha, pois adora exatamente aquilo que eu mais gosto: sodomia. Adicionei-a aos meus amigos, ela aceitou, mas no começo foi pouco receptiva. Em seu perfil constava seu e-mail de acesso ao MSN Messenger. Trocamos algumas letrinhas, mas ela sempre dando pouco retorno. Eu era apenas um macho a mais no pé...
Mas aí ela engravidou e teve que se voltar quase que exclusivamente a gravidez, deixando de lado os relacionamentos. Até porque o pai da criança tinha ido embora para outra cidade. Eu sempre insisti para conhecê-la pessoalmente. Contei minhas viagens, e as vantagens que tinha... Desnudei-me de corpo & alma até que ela entendeu que sou um carinha legal, socialmente correto, ou seja, um devasso na intimidade, mas um lorde na sociedade. Por isso aceitou apenas conhecer-me.
Então em uma tórrida tarde de primavera ela aceitou-se que eu a acompanhasse no trajeto de seu trabalho até o Centro, de onde seguiria de ônibus até sua residência. Adorei o que vi: um rosto lindo e um sorriso encantador, uma grávida linda e feliz. O trajeto até o Centro durou menos de meia-hora. Sentamo-nos em uma Lotação e conversamos animadamente como velhos bons amigos.
Nunca mais nos vimos. O tempo passou, ela teve de entrar em licença maternidade e nesse período eu procurava telefonar periodicamente para saber como ela estava. Então nasceu sua linda filha. Eu sempre me preocupando com o estado de ambas. E assim foi até ela retornar ao trabalho e ao mundinho fashion virtual da Web.
Retomamos o contato pelo Messenger, mas ela mostrava-se arredia ao meu assédio. Então desisti e teclávamos apenas assuntos de amigos. Até o dia que ela postou fotos sensuais. Então confessei que era louco por ela, o que gerou sua revolta. Retomei minha atitude de amigo ideal, etc. e tal. Sempre queria saber notícias dela e da filhinha. Ajudava-a como amigo, na medida do possível. Até que um dia, após uma ajuda considerável, ela enviou-me um torpedo revelando que queria ver-me e me ter por inteiro.
Marcamos o encontro em um local adequado. Endoidei quando vi, pela primeira vez, seu belíssimo corpo nu ao vivo ali, tão perto, tão real e não mais distante. Abracei-a, beijei-a, lambia-a todinha e a chupei como um lobinho cansado e faminto.
Linda, simpática, maravilhosa, com o par de coxas mais apetitosos que já vi, um bundão colossal que eu mesmo medi: 121cm. E a bocetinha de chocolate bem carequinha, como eu prefiro. Chupei-a até ela gozar na minha boca. Ela retribuiu com um perfeito boquete, o qual não resisti e inundei sua bela boca com minha porra quente e viscosa.
A partir desse primeiro encontro tornarmo-nos amigos-amantes. Num próximo encontro finalmente penetrei-a maravilhosamente. Que boceta gostosa, quente, molhada! Deliciosa. Não resisti o calor daquele corpão e gozei gostoso.
Mas ainda faltava o prato principal. Adoro enrabar um bundão de chocolatão. E ela adora tomar no cuzinho. Então em nosso terceiro encontro, finalmente ganhei as profundezas daquele belo rabo. Em uma tarde com mais tempo, após a primeira gozada na boquinha, nos recompomos após um bom banho e partimos para um gosto 69. Minha piça endureceu novamente com aquela chupeta deliciosa e ela se virou de quatro em cima da cama, implorando para que eu a enrabasse. Beijei, lambi e chupei aquele bundão lindão com cor e sabor de chocolate e lubrifiquei bem seu cuzinho gostoso com meu linguão colossal, descomunal, fantástico... Então com ele piscando e ela rebolando, comecei a penetração. Primeiro a cabeçorra avermelhada, inchada... Seu cuzinho se abriu receptivo e ela pediu mais, mais: “Isso, assim, seu safadinho, taradinho, vai, mete mais, soca tudo no meu cuzinho. Ai, adoro tomar no cu... me enraba... me come... me come... todinha. Não para, continua, mete forte, fode gostoso esse cu que tu sempre sonhou... come esse bundão que tu sempre quis... agora ele é teu, todo teu. Esse rabo é só teu”. Respondi que minha piça é só dela.
Não me fiz de rogado e comi. Enrabei gostoso a mulata dos meus sonhos e não resisti muito tempo. Enchi o cuzinho de porra. Desde então, continuamos como amigos e amantes que se amam. Meu pau é só dela e aquele rabo é só meu. [E-mail do contista: comicuzinho_RS@hotmail.com]
Ela também é completinha, pois adora exatamente aquilo que eu mais gosto: sodomia. Adicionei-a aos meus amigos, ela aceitou, mas no começo foi pouco receptiva. Em seu perfil constava seu e-mail de acesso ao MSN Messenger. Trocamos algumas letrinhas, mas ela sempre dando pouco retorno. Eu era apenas um macho a mais no pé...
Mas aí ela engravidou e teve que se voltar quase que exclusivamente a gravidez, deixando de lado os relacionamentos. Até porque o pai da criança tinha ido embora para outra cidade. Eu sempre insisti para conhecê-la pessoalmente. Contei minhas viagens, e as vantagens que tinha... Desnudei-me de corpo & alma até que ela entendeu que sou um carinha legal, socialmente correto, ou seja, um devasso na intimidade, mas um lorde na sociedade. Por isso aceitou apenas conhecer-me.
Então em uma tórrida tarde de primavera ela aceitou-se que eu a acompanhasse no trajeto de seu trabalho até o Centro, de onde seguiria de ônibus até sua residência. Adorei o que vi: um rosto lindo e um sorriso encantador, uma grávida linda e feliz. O trajeto até o Centro durou menos de meia-hora. Sentamo-nos em uma Lotação e conversamos animadamente como velhos bons amigos.
Nunca mais nos vimos. O tempo passou, ela teve de entrar em licença maternidade e nesse período eu procurava telefonar periodicamente para saber como ela estava. Então nasceu sua linda filha. Eu sempre me preocupando com o estado de ambas. E assim foi até ela retornar ao trabalho e ao mundinho fashion virtual da Web.
Retomamos o contato pelo Messenger, mas ela mostrava-se arredia ao meu assédio. Então desisti e teclávamos apenas assuntos de amigos. Até o dia que ela postou fotos sensuais. Então confessei que era louco por ela, o que gerou sua revolta. Retomei minha atitude de amigo ideal, etc. e tal. Sempre queria saber notícias dela e da filhinha. Ajudava-a como amigo, na medida do possível. Até que um dia, após uma ajuda considerável, ela enviou-me um torpedo revelando que queria ver-me e me ter por inteiro.
Marcamos o encontro em um local adequado. Endoidei quando vi, pela primeira vez, seu belíssimo corpo nu ao vivo ali, tão perto, tão real e não mais distante. Abracei-a, beijei-a, lambia-a todinha e a chupei como um lobinho cansado e faminto.
Linda, simpática, maravilhosa, com o par de coxas mais apetitosos que já vi, um bundão colossal que eu mesmo medi: 121cm. E a bocetinha de chocolate bem carequinha, como eu prefiro. Chupei-a até ela gozar na minha boca. Ela retribuiu com um perfeito boquete, o qual não resisti e inundei sua bela boca com minha porra quente e viscosa.
A partir desse primeiro encontro tornarmo-nos amigos-amantes. Num próximo encontro finalmente penetrei-a maravilhosamente. Que boceta gostosa, quente, molhada! Deliciosa. Não resisti o calor daquele corpão e gozei gostoso.
Mas ainda faltava o prato principal. Adoro enrabar um bundão de chocolatão. E ela adora tomar no cuzinho. Então em nosso terceiro encontro, finalmente ganhei as profundezas daquele belo rabo. Em uma tarde com mais tempo, após a primeira gozada na boquinha, nos recompomos após um bom banho e partimos para um gosto 69. Minha piça endureceu novamente com aquela chupeta deliciosa e ela se virou de quatro em cima da cama, implorando para que eu a enrabasse. Beijei, lambi e chupei aquele bundão lindão com cor e sabor de chocolate e lubrifiquei bem seu cuzinho gostoso com meu linguão colossal, descomunal, fantástico... Então com ele piscando e ela rebolando, comecei a penetração. Primeiro a cabeçorra avermelhada, inchada... Seu cuzinho se abriu receptivo e ela pediu mais, mais: “Isso, assim, seu safadinho, taradinho, vai, mete mais, soca tudo no meu cuzinho. Ai, adoro tomar no cu... me enraba... me come... me come... todinha. Não para, continua, mete forte, fode gostoso esse cu que tu sempre sonhou... come esse bundão que tu sempre quis... agora ele é teu, todo teu. Esse rabo é só teu”. Respondi que minha piça é só dela.
Não me fiz de rogado e comi. Enrabei gostoso a mulata dos meus sonhos e não resisti muito tempo. Enchi o cuzinho de porra. Desde então, continuamos como amigos e amantes que se amam. Meu pau é só dela e aquele rabo é só meu. [E-mail do contista: comicuzinho_RS@hotmail.com]
AS TRÊS IRMÃS
Imagino que a maioria dos homens tem a fantasia de comer a cunhada. Mas agora pensem em comer três irmãs! No meu caso, não foi exatamente a cunhada e nem as cunhadas, pois não tinha compromisso com nenhuma delas. Eram irmãs e diferentes fisicamente, mas com algo em comum: gostavam de uma boa sacanagem.
A primeira conheci casualmente. Era amiga da bundudinha que adorava leitinho com chocolate (confira o meu conto com ela). Vi-as no Centro da Capital. A bundudinha, que já me conhecia, parou para cumprimentar-me e apresentou a amiga. Apesar de casa, era bem safada. Na época era ruiva e relativamente magra, com curvas escondidas por roupas bem comportadas. Como o marido estava carente e eu morando sozinho, acabamos na minha cama, na alcova do lobinho. Era muito faminta por sexo e me devorava todo, me chupando e dando o cuzinho bem gostosinho. Numa de suas visitas ao meu ap levou a irmã morena clara (cabelos castanhos bem claros, quase loiros) que também era casada. Um pouco mais corpulenta, com seios médios e firmes, coxas roliças e bumbum arrebitado. Estava de saia ou vestido (nunca sei reparar muito bem nisso). Então enquanto a irmã aguardava-me no meu quarto, flagrei-a no banheiro com a porta entreaberta. Entrei e vi sua bela bunda, a qual elogiei. Com direito a passar a mão e dar uma lambida nas polpas. Ela ficou arrepiadinha e resmungou que “sou casada, não posso permitir isso. Além do mais, minha irmã ta ali na cama esperando”.
Fui pro quarto e descarreguei meu tesão na maninha casadinha e safadinha. A outra na sala, vendo TV, pacientemente aguardando a mama ser devorada pelo lobinho safadinho e taradinho por cuzinho.
Ao se despedirem, a irmã mais recatada piscou o olho e demonstrou um olhar carente de sexo e todo o desejo despertado pela boa foda que a mana ganhou no quarto. Como tinha meu número, claro, ligou-me e perguntou se poderia visitar-me sozinha. Claro que concordei. Então no dia combinado ela chegou toda tímida, linda e cheirosa. Nos atracamos num abraço apertado e trocamos um beijo linguado e bem molhado. Desnudei-a e beijei-a todinha, lambi todo aquele belíssimo corpo de jovem senhora carente e mal comida, chupei a bocetinha bem depiladinha, fazendo com que tivesse o primeiro orgasmo. Depois ela retribuiu me chupando timidamente. Por fim penetrei-a com carinho, com o cuidado de “plastificar” o brutinho, para não corrermos nenhum risco de uma gravidez indesejada. Trepamos em todas as posições conhecidas, mas ela não cedeu o cuzinho. Não quis tomar no cu em hipótese alguma!
Foi a única vez que a comi. Talvez culpada pela traição ao marido, nunca mais quis fornecer pra mim. Foi então que conheci a terceira irmã, a qual a primeira tecia rasgados elogios. “Vais adorar a M., pois ela é bem como tu gostas: alta, bonita, corpulenta, PCB (Peituda, Coxuda e Bunduda)”, detalhou a ruiva.
Então, depois de muita insistência marcamos um encontro no centro histórico da capital mais meridional deste nosso país tropical. Ela estava altiva e elegante, de óculos de grau, parecendo uma advogada ou empresária. Fomos direto para meu apartamento e conversamos animadamente por horas e horas. Nem percebemos a tarde cair e a noite chegar. Então ela alegou que tinha de ir embora. O desejo era indisfarçável, mas nenhum dos dois tomou a iniciativa de fazer o que ambos queríamos: foder.
O tempo passou e não conseguíamos nunca marcar um encontro. O destino conspirou contra nós e ela nunca estava disponível. Nesse período de quase meia década só falávamos por telefone. E sempre trocando conversas, mensagens e fotos quentes. Até que finalmente o dia chegou. Ela me pegou de carro no Centro e nos tocamos para um motelzinho mais próximo. Tínhamos pouco tempo. Ela estava mais linda do que nunca, bronzeadíssima, com belos cabelos loiros emoldurando aquela escultura de corpo. Alta, Bonita, Charmosa, Desejável, Fantástica, Gostosa, Irresitível... Era uma tarde quente e estávamos suados. Trocamos um beijo ardente, represado por mais de cinco anos. Mas ela quis primeiro tomar uma ducha. Voltou nua e linda. Eu esperando-a na cama, peladinho e com a piça duríssima. Ela caiu de boca e chupou vorazmente. Retribui chupando aquela boceta carequinha, gostosinha. Até que gozou na minha boca. Virei-a de quatro e beijei e lambi aquele bundão descomunal de 112cm. Detive-me no cuzinho e chupei gostoso. Então enfiei meu caralho naquela boceta deliciosa. Mas não consegui segurar para comer aquele cuzinho apetitoso e inundei suas costas com minha porra apressada. Depois disso ela se casou e nunca mais nos vimos. Mas ficou o prazer de ter comido três irmãs. Vós também quereis?
by Condinho tarAdinho de satoleP.


A primeira conheci casualmente. Era amiga da bundudinha que adorava leitinho com chocolate (confira o meu conto com ela). Vi-as no Centro da Capital. A bundudinha, que já me conhecia, parou para cumprimentar-me e apresentou a amiga. Apesar de casa, era bem safada. Na época era ruiva e relativamente magra, com curvas escondidas por roupas bem comportadas. Como o marido estava carente e eu morando sozinho, acabamos na minha cama, na alcova do lobinho. Era muito faminta por sexo e me devorava todo, me chupando e dando o cuzinho bem gostosinho. Numa de suas visitas ao meu ap levou a irmã morena clara (cabelos castanhos bem claros, quase loiros) que também era casada. Um pouco mais corpulenta, com seios médios e firmes, coxas roliças e bumbum arrebitado. Estava de saia ou vestido (nunca sei reparar muito bem nisso). Então enquanto a irmã aguardava-me no meu quarto, flagrei-a no banheiro com a porta entreaberta. Entrei e vi sua bela bunda, a qual elogiei. Com direito a passar a mão e dar uma lambida nas polpas. Ela ficou arrepiadinha e resmungou que “sou casada, não posso permitir isso. Além do mais, minha irmã ta ali na cama esperando”.
Fui pro quarto e descarreguei meu tesão na maninha casadinha e safadinha. A outra na sala, vendo TV, pacientemente aguardando a mama ser devorada pelo lobinho safadinho e taradinho por cuzinho.
Ao se despedirem, a irmã mais recatada piscou o olho e demonstrou um olhar carente de sexo e todo o desejo despertado pela boa foda que a mana ganhou no quarto. Como tinha meu número, claro, ligou-me e perguntou se poderia visitar-me sozinha. Claro que concordei. Então no dia combinado ela chegou toda tímida, linda e cheirosa. Nos atracamos num abraço apertado e trocamos um beijo linguado e bem molhado. Desnudei-a e beijei-a todinha, lambi todo aquele belíssimo corpo de jovem senhora carente e mal comida, chupei a bocetinha bem depiladinha, fazendo com que tivesse o primeiro orgasmo. Depois ela retribuiu me chupando timidamente. Por fim penetrei-a com carinho, com o cuidado de “plastificar” o brutinho, para não corrermos nenhum risco de uma gravidez indesejada. Trepamos em todas as posições conhecidas, mas ela não cedeu o cuzinho. Não quis tomar no cu em hipótese alguma!
Foi a única vez que a comi. Talvez culpada pela traição ao marido, nunca mais quis fornecer pra mim. Foi então que conheci a terceira irmã, a qual a primeira tecia rasgados elogios. “Vais adorar a M., pois ela é bem como tu gostas: alta, bonita, corpulenta, PCB (Peituda, Coxuda e Bunduda)”, detalhou a ruiva.
Então, depois de muita insistência marcamos um encontro no centro histórico da capital mais meridional deste nosso país tropical. Ela estava altiva e elegante, de óculos de grau, parecendo uma advogada ou empresária. Fomos direto para meu apartamento e conversamos animadamente por horas e horas. Nem percebemos a tarde cair e a noite chegar. Então ela alegou que tinha de ir embora. O desejo era indisfarçável, mas nenhum dos dois tomou a iniciativa de fazer o que ambos queríamos: foder.
O tempo passou e não conseguíamos nunca marcar um encontro. O destino conspirou contra nós e ela nunca estava disponível. Nesse período de quase meia década só falávamos por telefone. E sempre trocando conversas, mensagens e fotos quentes. Até que finalmente o dia chegou. Ela me pegou de carro no Centro e nos tocamos para um motelzinho mais próximo. Tínhamos pouco tempo. Ela estava mais linda do que nunca, bronzeadíssima, com belos cabelos loiros emoldurando aquela escultura de corpo. Alta, Bonita, Charmosa, Desejável, Fantástica, Gostosa, Irresitível... Era uma tarde quente e estávamos suados. Trocamos um beijo ardente, represado por mais de cinco anos. Mas ela quis primeiro tomar uma ducha. Voltou nua e linda. Eu esperando-a na cama, peladinho e com a piça duríssima. Ela caiu de boca e chupou vorazmente. Retribui chupando aquela boceta carequinha, gostosinha. Até que gozou na minha boca. Virei-a de quatro e beijei e lambi aquele bundão descomunal de 112cm. Detive-me no cuzinho e chupei gostoso. Então enfiei meu caralho naquela boceta deliciosa. Mas não consegui segurar para comer aquele cuzinho apetitoso e inundei suas costas com minha porra apressada. Depois disso ela se casou e nunca mais nos vimos. Mas ficou o prazer de ter comido três irmãs. Vós também quereis?
by Condinho tarAdinho de satoleP.


A VIZINHA "PROFI$$IONAL"
Quem não sonha em comer as vizinhas gostosas? Ainda mais quando são lindas e maravilhosas, plenas e absolutas, simplesmente irresistíveis? Pois eu sempre tive vizinhas assim, mas com esta minha carinha e corpinho de pedir desculpas é claro que nunca logrei êxito. Até que conheci Lena, a deusa morena de longas melenas. Era um sonho: altura mediana, rosto belíssimo, lindos lábios que eram verdadeiros contornos de uma apetitosa boca. Cabelos longos e lisos, pretos como a asa da graúna. Coxas grossas e roliças, bem torneadas... E um bundão colossal, que ela nunca deixou eu medir, mas que deveria ter uns 117 cm. Os seios eram pequenos, mas firmes, durinhos e empinados como de uma púbere, apesar de já beirar o quarto de século de idade.
Ela morava no prédio ao lado do meu, mas no mesmo quarto andar. As janelas do meu quarto e da minha área de serviço ficavam bem em frente ao dormitório dela. Chegávamos em nossos apartamentos mais ou menos nos mesmos horários, ou seja, sempre após a meia-noite. Às vezes ela chegava antes, às vezes eu... O boxe do carro dela era pertinho do meu prédio. Então sempre ouvia o sinal do alarme de seu Corsinha quando ela chegava. Então eu apagava as luzes e a espiava. Ela normalmente andava de saia ou vestido curto, com os coxões bronzeadas de fora. Puta que pariu, como era coxuda! E bunduda! Muito tesuda!
O tempo passava e eu não tinha a menor chance de abordá-la, até porque era muito séria e de pouco papo com vizinhos. Ninguém sabia nada a respeito dela. Eu imaginava que fosse enfermeira, pois nunca trabalhava pelas manhãs e sempre chegava tarde... Numa das noites quentes espiei-a subir... A janela de seu quarto estava aberta. Ela entrou, acendeu a luz e sumiu. Minutos depois voltou nua, com a toalha enrolada nos longos e lindos cabelos negros. Deparei-me com um dos corpos mais lindos que já vi. Tudo como descrevi antes. Os peitinhos eram muito lindinhos, com os biquinhos bem salientes. E ralos pelos pubianos muito bem aparados. E os coxões, e o bundão? Indescritíveis.
Até que um dia comentei sobre minha misteriosa vizinha com uma amiga “profissional” — uma mulatinha PCB que me fazia visitinhas. Descrevi a minha musa e ela perguntou: “Ela não tem um Corsa azul esverdeado, com placas de SC?” Respondi que sim ela, então matou a charada: “Ah, então é a Lena. Ela trabalha em uma sauna que eu vou de vez em quando”. Bah, tchê, pois combinei com minha amiguinha de irmos à referida sauna no sábado seguinte para que ele me apresentasse minha musa. Lá nos encontramos em uma sábado particularmente quente. Minha amiga chamou-a e me apresentou. Ela não me reconheceu (ou fez de conta que não) e agiu profissionalmente, toda simpática e solícita. Nos afastamos do grupo e fomos para a sauna a vapor. Eficientemente fez-me carinhos nos lugares certos e busquei seus lábios. Beijamo-nos gulosamente e já pronto para a batalha ela sugeriu que subíssemos para uma das suítes. Então descarreguei todo o tesão represado durante meses, quiçá mais de um ano. Abracei aquele corpão lindo e perfeito, beijei, chupei e lambi tudinho, cada centímetro quadrada. Fi-la gozar com meu linguão colossal e descomunal para que nunca mais esquecesse de mim. Chupei aquela boceta linda, gostosa e cheirosa até tomar um fartão! Ela retribuiu me “pagando” um gostoso boquete até quase eu gozar. Então se virou de quatro em cima da cama e mandou: “Vem, come a bunda da tua morena, Adinho, vem”. Eu nem me dera por conta, mas com habilidade ela já havia “plastificado” meu brutinho com a própria boca.
Minha gente fui com tudo! Penetrei minha piça naquela boceta gostosa, sentindo contra minha barriguinha enxutinha aquele bundão maravilhoso e gostoso. Ele pediu para que puxasse seus lindos cabelos longos e pretos e rebolou alucinada. Não resisti muito tempo...
Na segunda-feira seguinte enviei para a sauna, à tarde, um lindo buquê de 12 rosas vermelhas e meu cartão de apresentação. Mal recebeu e me ligou, agradecida. Fiquei com seu número registrado com o meu e marcamos para o sábado seguinte. Fui lá novamente e repetimos a dose, com uma longa sessão de chupação e fodemos de todas as formas, jeitos e posições. Mas quando ela ficava de quatro pedindo pica eu não suportava: “Isso, vem Adinho, mete esse pau gostoso na bunda da tua morena. Isso, assim, vai, mata teu desejo, tua vontade...” Não conseguia controlar o gozo com aquele bundão rebolando no meu caralho.
Claro que sempre deixava o “pré$entinho” pré-estipulado no caixa, ao sair. E não era barato não! Ela era uma puta cara! Mas eu estava podendo na época, ganhava bem e não tinha com o que gastar...
Eu continuava espiando-a e ela sempre com as janelas abertas, pois àquelas altas horas só nós dois estávamos acordados. Liguei durante a semana para marcar no sábado seguinte. Então ela sugeriu-me: “Ah, Adinho, pra que ires lá na sauna gastar? Vamos nos encontrar no meu ou no teu apartamento mesmo. Afinal, é tão pertinho”. Puta que pariu, então ela sabia que eu era seu vizinho. Ao que ela brincou: “Bobinho, te reconheci desde a primeira vez”.
Evoluímos, então, de meros e casuais vizinhos para amantes e por fim para amigos-amantes. Passei a pagar o aluguel dela, ajudava no rancho e até nas prestações do carro. Fodíamos quase todas as noites. Numa no meu ap, noutra no dela. Sempre fazendo-a gozar com meu linguão. Ela sempre garantia: “Ah, só você, Adinho, pra me fazer gozar”. Ela só não deixava eu meter naquela cuzinho lindo, cheiroso e gostoso...
Apaixonei-me loucamente por aquela deusa morena e pedi-a várias vezes em casamento. Mas ela disse que não gostava de mim o suficiente para casar comigo. Além do mais, alegava que “o que vão comentar, Adinho, você é um cara conhecido na cidade. Melhor continuarmos assim, vizinhos, amigos e amantes”. E foi o que continuamos...
Até que ela conheceu na sauna um lindo louro forte, do Interior, com dinheiro e um Escort. Apaixonaram-se e ele a levou para a cidadezinha que morava. Casaram-se e vivem felizes para sempre.
Mudou-se e nunca mais a vi. Desconfio que ela me lê no jornal, me ouve na rádio e me vê na TV. E que deixou o maridão comer seu bundão. Paciência, depois disso já ganhei muitos cuzinhos por aqui e ali. Alguma leitora aí está afim de compensar?
Mais um conto proibido do Condinho tarAdinho de satoleP.
Ela morava no prédio ao lado do meu, mas no mesmo quarto andar. As janelas do meu quarto e da minha área de serviço ficavam bem em frente ao dormitório dela. Chegávamos em nossos apartamentos mais ou menos nos mesmos horários, ou seja, sempre após a meia-noite. Às vezes ela chegava antes, às vezes eu... O boxe do carro dela era pertinho do meu prédio. Então sempre ouvia o sinal do alarme de seu Corsinha quando ela chegava. Então eu apagava as luzes e a espiava. Ela normalmente andava de saia ou vestido curto, com os coxões bronzeadas de fora. Puta que pariu, como era coxuda! E bunduda! Muito tesuda!
O tempo passava e eu não tinha a menor chance de abordá-la, até porque era muito séria e de pouco papo com vizinhos. Ninguém sabia nada a respeito dela. Eu imaginava que fosse enfermeira, pois nunca trabalhava pelas manhãs e sempre chegava tarde... Numa das noites quentes espiei-a subir... A janela de seu quarto estava aberta. Ela entrou, acendeu a luz e sumiu. Minutos depois voltou nua, com a toalha enrolada nos longos e lindos cabelos negros. Deparei-me com um dos corpos mais lindos que já vi. Tudo como descrevi antes. Os peitinhos eram muito lindinhos, com os biquinhos bem salientes. E ralos pelos pubianos muito bem aparados. E os coxões, e o bundão? Indescritíveis.
Até que um dia comentei sobre minha misteriosa vizinha com uma amiga “profissional” — uma mulatinha PCB que me fazia visitinhas. Descrevi a minha musa e ela perguntou: “Ela não tem um Corsa azul esverdeado, com placas de SC?” Respondi que sim ela, então matou a charada: “Ah, então é a Lena. Ela trabalha em uma sauna que eu vou de vez em quando”. Bah, tchê, pois combinei com minha amiguinha de irmos à referida sauna no sábado seguinte para que ele me apresentasse minha musa. Lá nos encontramos em uma sábado particularmente quente. Minha amiga chamou-a e me apresentou. Ela não me reconheceu (ou fez de conta que não) e agiu profissionalmente, toda simpática e solícita. Nos afastamos do grupo e fomos para a sauna a vapor. Eficientemente fez-me carinhos nos lugares certos e busquei seus lábios. Beijamo-nos gulosamente e já pronto para a batalha ela sugeriu que subíssemos para uma das suítes. Então descarreguei todo o tesão represado durante meses, quiçá mais de um ano. Abracei aquele corpão lindo e perfeito, beijei, chupei e lambi tudinho, cada centímetro quadrada. Fi-la gozar com meu linguão colossal e descomunal para que nunca mais esquecesse de mim. Chupei aquela boceta linda, gostosa e cheirosa até tomar um fartão! Ela retribuiu me “pagando” um gostoso boquete até quase eu gozar. Então se virou de quatro em cima da cama e mandou: “Vem, come a bunda da tua morena, Adinho, vem”. Eu nem me dera por conta, mas com habilidade ela já havia “plastificado” meu brutinho com a própria boca.
Minha gente fui com tudo! Penetrei minha piça naquela boceta gostosa, sentindo contra minha barriguinha enxutinha aquele bundão maravilhoso e gostoso. Ele pediu para que puxasse seus lindos cabelos longos e pretos e rebolou alucinada. Não resisti muito tempo...
Na segunda-feira seguinte enviei para a sauna, à tarde, um lindo buquê de 12 rosas vermelhas e meu cartão de apresentação. Mal recebeu e me ligou, agradecida. Fiquei com seu número registrado com o meu e marcamos para o sábado seguinte. Fui lá novamente e repetimos a dose, com uma longa sessão de chupação e fodemos de todas as formas, jeitos e posições. Mas quando ela ficava de quatro pedindo pica eu não suportava: “Isso, vem Adinho, mete esse pau gostoso na bunda da tua morena. Isso, assim, vai, mata teu desejo, tua vontade...” Não conseguia controlar o gozo com aquele bundão rebolando no meu caralho.
Claro que sempre deixava o “pré$entinho” pré-estipulado no caixa, ao sair. E não era barato não! Ela era uma puta cara! Mas eu estava podendo na época, ganhava bem e não tinha com o que gastar...
Eu continuava espiando-a e ela sempre com as janelas abertas, pois àquelas altas horas só nós dois estávamos acordados. Liguei durante a semana para marcar no sábado seguinte. Então ela sugeriu-me: “Ah, Adinho, pra que ires lá na sauna gastar? Vamos nos encontrar no meu ou no teu apartamento mesmo. Afinal, é tão pertinho”. Puta que pariu, então ela sabia que eu era seu vizinho. Ao que ela brincou: “Bobinho, te reconheci desde a primeira vez”.
Evoluímos, então, de meros e casuais vizinhos para amantes e por fim para amigos-amantes. Passei a pagar o aluguel dela, ajudava no rancho e até nas prestações do carro. Fodíamos quase todas as noites. Numa no meu ap, noutra no dela. Sempre fazendo-a gozar com meu linguão. Ela sempre garantia: “Ah, só você, Adinho, pra me fazer gozar”. Ela só não deixava eu meter naquela cuzinho lindo, cheiroso e gostoso...
Apaixonei-me loucamente por aquela deusa morena e pedi-a várias vezes em casamento. Mas ela disse que não gostava de mim o suficiente para casar comigo. Além do mais, alegava que “o que vão comentar, Adinho, você é um cara conhecido na cidade. Melhor continuarmos assim, vizinhos, amigos e amantes”. E foi o que continuamos...
Até que ela conheceu na sauna um lindo louro forte, do Interior, com dinheiro e um Escort. Apaixonaram-se e ele a levou para a cidadezinha que morava. Casaram-se e vivem felizes para sempre.
Mudou-se e nunca mais a vi. Desconfio que ela me lê no jornal, me ouve na rádio e me vê na TV. E que deixou o maridão comer seu bundão. Paciência, depois disso já ganhei muitos cuzinhos por aqui e ali. Alguma leitora aí está afim de compensar?
Mais um conto proibido do Condinho tarAdinho de satoleP.
A MULATA SAFADA E TARADA
A gente sempre acha que já conheceu a melhor amante possível. Mas sempre a próxima é melhor. Eu até já estava sem esperança de que fosse encontrar uma mulata ou negra tão boa e gostosa quanto às anteriores. E que fosse completinha. Afinal, não sou mais menino. Embora ainda esteja longe da terceira idade. Mas vamos ao que interessa: o conto da foda.
Eu a tinha visto só uma vez. E fora suficiente. Foi no Cento de nossa Capital. Em um dia qualquer, isso é o que menos importa. A vi, logo ali, ao meu alcance. Estava acompanhada de uma amiga e o que me chamou a atenção foi a cor e o traseiro, até porque estava de costas. Apressei o passo e a alcancei, confirmando minhas suspeitas: era uma negra linda e gostosa, com bundão grande, como eu gosto. Segui-a por uns dez quarteirões, mais ou menos, até que pintasse uma chance de abordá-la. O que não estava fácil, pois a acompanhante dela tinha cara de poucas amigas... Surgiu, então, minha chance: pararam em um bar para tomar uma cerveja, o que apetecia, pois o começo de tarde estava quente. Aproximei-me, puxei uma conversa qualquer e diante da pouca receptividade da amiga dela, limitei-me a dar meu cartão e trocar números telefônicos com a deusa de ébano.
Ela nunca me ligou e durante mais de um semestre enviei-lhe mensagens, liguei algumas vezes para convidá-la pra sair. Até que passados alguns meses ela finalmente aceitou nos encontrarmos, só nós dois. Sentamos e conversamos, mostrei-lhe um dos meus contos – de uma história parecidíssima com a nossa... Ela pelo visto gostou... Estávamos ambos atraídos e arrisquei um convite para irmos para um local apropriado. Ela relutou, pensou e... Topou. Em minutos estávamos em um motelzinho do Centro mesmo. Ela, então, terminou o conto e para minha surpresa revelou que gosta de dar o que mais gosto de ganhar: o cuzinho. Então já enlouquecidamente atraídos e excitados nos atracamos num beijo tipo arranca-língua. Livrei os seios bicudos e mamei-os com vontade, ao que ela respondeu com gemidos e sussurros de tesão. Não resisti e tirei a piça pra fora da calça. Ele se encantou e abocanhou, sem antes comentar: “Como tu é safado mesmo, né tarAdinho!” Nem precisei confirmar, pois a essas alturas estávamos ambos nos chupando alucinadamente. Ela tem a bocetinha carequinha, com cor e gosto de chocolate, o que me enlouquece. Não resistimos e após ela ter o primeiro gozo graças ao meu ágil linguão, “plastificou” o pequeno 14 e sentou-se nele, murmurando que sou gostoso, tesudo, tarado... “Tu é muito gostoso, desgranido, desgraçado... isso, assim, me come, me fode, tesudo, tarado...”.
Como eu estava muito atrasado não resisti muito tempo e enchi a camisinha de leitinho light. Mas ela queria mais, queria tomar no cu. Tomamos uma ducha e voltamos nus pra cama. Recomeçamos. Primeiro um beijo, depois mamadas nos peitos gostosos, depois uma nova chupada na bocetinha peladinha... ela pagou novo boquete pra deixar minha piça nem dura e finalmente meti no seu cuzinho. Ao que ela passou a murmurar, bem tarada: “Isso tarAdinho... mete no meu cuzinho... bota essa piça linda e gostosa bem no fundo... assim... me come toda... seu desgraçado, desgranido... assim... me fode... me come... me arromba... ai... me fode... come esse cu... agora ele é todo teu... fode como quiser... continua... tá gostoso... não pára... me bate... forte... bate na minha bunda... vou dar sempre esse cuzinho prá ti... tesudo... tarado... gostoso... coloca tudo... come essa bunda que tu tanto olhava naquele dia... ai, que gostoso tomar no cu... isso... assim... tá gostoso... vai... mais forte... me machuca... eu adoro tomar no cu... esse cu agora é teu, todo teu, só teu... come tudo... me fode...” E eu comi, enfiei e soquei com força, bombei muito até não agüentar mais... Daí inundei a bunda dela com minha porra quente.
Passamos a repetir nossos encontros seguidamente.
Mais um conto do comeCUzinho, o tarAdinho por cuzinho.
Eu a tinha visto só uma vez. E fora suficiente. Foi no Cento de nossa Capital. Em um dia qualquer, isso é o que menos importa. A vi, logo ali, ao meu alcance. Estava acompanhada de uma amiga e o que me chamou a atenção foi a cor e o traseiro, até porque estava de costas. Apressei o passo e a alcancei, confirmando minhas suspeitas: era uma negra linda e gostosa, com bundão grande, como eu gosto. Segui-a por uns dez quarteirões, mais ou menos, até que pintasse uma chance de abordá-la. O que não estava fácil, pois a acompanhante dela tinha cara de poucas amigas... Surgiu, então, minha chance: pararam em um bar para tomar uma cerveja, o que apetecia, pois o começo de tarde estava quente. Aproximei-me, puxei uma conversa qualquer e diante da pouca receptividade da amiga dela, limitei-me a dar meu cartão e trocar números telefônicos com a deusa de ébano.
Ela nunca me ligou e durante mais de um semestre enviei-lhe mensagens, liguei algumas vezes para convidá-la pra sair. Até que passados alguns meses ela finalmente aceitou nos encontrarmos, só nós dois. Sentamos e conversamos, mostrei-lhe um dos meus contos – de uma história parecidíssima com a nossa... Ela pelo visto gostou... Estávamos ambos atraídos e arrisquei um convite para irmos para um local apropriado. Ela relutou, pensou e... Topou. Em minutos estávamos em um motelzinho do Centro mesmo. Ela, então, terminou o conto e para minha surpresa revelou que gosta de dar o que mais gosto de ganhar: o cuzinho. Então já enlouquecidamente atraídos e excitados nos atracamos num beijo tipo arranca-língua. Livrei os seios bicudos e mamei-os com vontade, ao que ela respondeu com gemidos e sussurros de tesão. Não resisti e tirei a piça pra fora da calça. Ele se encantou e abocanhou, sem antes comentar: “Como tu é safado mesmo, né tarAdinho!” Nem precisei confirmar, pois a essas alturas estávamos ambos nos chupando alucinadamente. Ela tem a bocetinha carequinha, com cor e gosto de chocolate, o que me enlouquece. Não resistimos e após ela ter o primeiro gozo graças ao meu ágil linguão, “plastificou” o pequeno 14 e sentou-se nele, murmurando que sou gostoso, tesudo, tarado... “Tu é muito gostoso, desgranido, desgraçado... isso, assim, me come, me fode, tesudo, tarado...”.
Como eu estava muito atrasado não resisti muito tempo e enchi a camisinha de leitinho light. Mas ela queria mais, queria tomar no cu. Tomamos uma ducha e voltamos nus pra cama. Recomeçamos. Primeiro um beijo, depois mamadas nos peitos gostosos, depois uma nova chupada na bocetinha peladinha... ela pagou novo boquete pra deixar minha piça nem dura e finalmente meti no seu cuzinho. Ao que ela passou a murmurar, bem tarada: “Isso tarAdinho... mete no meu cuzinho... bota essa piça linda e gostosa bem no fundo... assim... me come toda... seu desgraçado, desgranido... assim... me fode... me come... me arromba... ai... me fode... come esse cu... agora ele é todo teu... fode como quiser... continua... tá gostoso... não pára... me bate... forte... bate na minha bunda... vou dar sempre esse cuzinho prá ti... tesudo... tarado... gostoso... coloca tudo... come essa bunda que tu tanto olhava naquele dia... ai, que gostoso tomar no cu... isso... assim... tá gostoso... vai... mais forte... me machuca... eu adoro tomar no cu... esse cu agora é teu, todo teu, só teu... come tudo... me fode...” E eu comi, enfiei e soquei com força, bombei muito até não agüentar mais... Daí inundei a bunda dela com minha porra quente.
Passamos a repetir nossos encontros seguidamente.
Mais um conto do comeCUzinho, o tarAdinho por cuzinho.
A RECEPCIONISTA RECEPTIVA
Eu já havia saído da emissora de rádio que comecei minha carreira havia uns dois anos. Pouco mais de um ano trabalhando na capital (mais meridional do Brasil tropical) fiz uma visita para rever antigos colegas e velhos amigos. Fui recebido por uma nova recepcionista (ao mesmo tempo telefonista, o que é comum nas rádios de interior) muito atraente, bonita, simpática e receptiva. Era loira, olhos verdes e um belo corpo: seios médios e firmes, acinturada, com coxas grossas e bem torneadas e com bela bunda.
Ela não era do meu tempo. Mas foi atenciosa, até porque todos me conheciam na emissora. Ela mostrou-se particularmente simpática pelo fato de eu ser um nativo que havia arriscado a sorte na capital. Com relativo sucesso. Sorriu-me receptiva e trocamos olhares cúmplices. Terminada a visita aos velhos colegas e amigos, fui embora e voltei para a Capital. Mas nos dias seguintes ligava para a emissora (ela sempre que atendia, claro) e me derramava em elogios, tipo “que pena que não tive o prazer de sermos colegas nos tempos que eu trabalhava aí”, etc. Ela correspondia lamentando também e comentando que “sempre que vieres à tua terra natal avisa-me, para nos vermos” e “se me convidares vou até a Capital te visitar”, etc. Trocamos endereços e passamos a nos comunicar por cartas, pois na época (segunda metade da década de 1980) não havia Internet no Sul do Brasil e, por conseguinte, e-mails...
Modéstia às favas, sou bom de trololó, tanto escrevendo quanto falando (o que Deus não me deu de beleza me deu de talento e uma voz aveludada, bonita, charmosa, doce, etc.). Derramava-me em elogios, ao que ela retribuía. Em uma das cartas escreveu o seguinte: “Estou louca para ficar contigo, te sentir todinho, te amar loucamente. Sabe, estou sentindo o que te escrevo, um tesão imenso. Sinto isso agora, neste momento. Queria estar contigo agora, em vez de escrever. Queria estar te amando... Ah, por que está longe daqui? Se estivesses aqui te telefonaria para sairmos hoje e ficarmos juntos à noite inteira. Seria maravilhoso. Não acha que isso poderia acontecer... Mas tudo bem, o nosso dia vai chegar, e logo! E o mundo inteiro que se dane, para não dizer (que se foda)!... Sabe, Adinho, não aguentei. Parei de escrever para me masturbar. Meu coração ainda está batendo forte e to no alívio de ter acabado de gozar... queria que tu tivesse feito isso, ou que juntos tivéssemos acabado... seria tão bom, tão gostoso, tão gratificante. Nunca pensei que eu fosse sentir o que senti só pensando em TUDO que poderemos fazer juntos”.
Pois o nosso dia (ou melhor, noite) chegou e ficamos juntos. Muito juntos, juntinhos. Numa de minhas idas e vindas, liguei para a casa dela (morava com a mãe e uma filha pequena) e marcamos para nos encontrar à noite. Após algumas bebidas, beijos e arretos dentro do carro, estacionado numa avenida central da minha cidade, rumamos para um motel perto da casa da minha mãe. Mal entramos no quarto nossos corpos se fundiram num só. Nossos beijos foram muito ardentes, com nossas línguas se digladiando em nossas bocas.
Arranquei sua roupa e deixei-a nua. Corpo bonito e desejável. Apesar de já ter sido mãe, mantinha os peitos perfeitos (médios, firmes, duros e empinados), a cintura fina, as coxas grossas e a bunda grande. Beijei-a, chupei-a e a lambi todinha. Detive-me em seus belos seios, com mamilos róseos, mamado-os alternadamente. Depois de dar-lhe um banho de gato, direcionei minha chupada para a sua bocetinha linda e cheirosa, contornada por belos pelinhos loiros. Chupei-a longamente com meu linguão colossal, descomunal e fantástico até ela se contorcer e urrar de prazer e gozo.
Então ela retribuiu e me chupou até quase eu gozar. Alertei-a para isso e então ela sentou-se na minha pica, engolindo-a por inteiro. Deitado na cama redonda eu acompanhava pelo espelho do teto ela cavalgar no meu caralho duríssimo. Não resisti seu rebolado alucinante e inundei-a com minha porra abundante. Naquela época não era necessário usar-se camisinhas, até porque ela tomava pílulas anticoncepcionais. Óbvio que ela teve um segundo orgasmo.
Fomos para o “intervalo” do primeiro para o segundo tempo. Após um banho juntos, cheio de beijos e carinhos, voltamos pra cama e fizemos um 69 inesquecível. Ela gozou de novo e pediu pra ser penetrada novamente, mas desta vez onde eu mais gosto: no cuzinho. Ela se virou, ficou de quatro com o bundão empinado. Com a piça em riste, comecei a penetrar com vagar... Primeiro a cabeçorra e depois aos pouquinhos, com ela implorando pra ser enrabada: “mete tudo logo. Adoro tomar no cu. Amo dar meu rabo. Isso, assim, me come... fode meu cu seu safadinho gostosinho... Nossa, que caralho gostoso! Mete tudo, não para, fode esse cu...”
Claro que eu fodi. E muito. Soquei com força naquela bunda bonita e carnuda. Até não resistir e inundar aquele cuzinho com meu leitinho quentinho e viscoso. Ela teve, então, seu quarto orgasmo naquela noite. E o melhor, porque foi múltiplo.
Passamos o resto da noite trapando e quase ao amanhecer deixei-a em casa. Depois daquela vez, foram muitas idas & vindas. Tanto minha até minha cidade. Quanto dela até a Capital. Dois anos depois reencontrei uma velha colega de Escola que morava em Porto Alegre, como eu, começas a sair e acabei casando-me com ela. Então fui obrigado a deixar a recepcionista receptiva para outro...
Mais um conto proibido do Condinho safAdinho de satoleP (RS)
Ela não era do meu tempo. Mas foi atenciosa, até porque todos me conheciam na emissora. Ela mostrou-se particularmente simpática pelo fato de eu ser um nativo que havia arriscado a sorte na capital. Com relativo sucesso. Sorriu-me receptiva e trocamos olhares cúmplices. Terminada a visita aos velhos colegas e amigos, fui embora e voltei para a Capital. Mas nos dias seguintes ligava para a emissora (ela sempre que atendia, claro) e me derramava em elogios, tipo “que pena que não tive o prazer de sermos colegas nos tempos que eu trabalhava aí”, etc. Ela correspondia lamentando também e comentando que “sempre que vieres à tua terra natal avisa-me, para nos vermos” e “se me convidares vou até a Capital te visitar”, etc. Trocamos endereços e passamos a nos comunicar por cartas, pois na época (segunda metade da década de 1980) não havia Internet no Sul do Brasil e, por conseguinte, e-mails...
Modéstia às favas, sou bom de trololó, tanto escrevendo quanto falando (o que Deus não me deu de beleza me deu de talento e uma voz aveludada, bonita, charmosa, doce, etc.). Derramava-me em elogios, ao que ela retribuía. Em uma das cartas escreveu o seguinte: “Estou louca para ficar contigo, te sentir todinho, te amar loucamente. Sabe, estou sentindo o que te escrevo, um tesão imenso. Sinto isso agora, neste momento. Queria estar contigo agora, em vez de escrever. Queria estar te amando... Ah, por que está longe daqui? Se estivesses aqui te telefonaria para sairmos hoje e ficarmos juntos à noite inteira. Seria maravilhoso. Não acha que isso poderia acontecer... Mas tudo bem, o nosso dia vai chegar, e logo! E o mundo inteiro que se dane, para não dizer (que se foda)!... Sabe, Adinho, não aguentei. Parei de escrever para me masturbar. Meu coração ainda está batendo forte e to no alívio de ter acabado de gozar... queria que tu tivesse feito isso, ou que juntos tivéssemos acabado... seria tão bom, tão gostoso, tão gratificante. Nunca pensei que eu fosse sentir o que senti só pensando em TUDO que poderemos fazer juntos”.
Pois o nosso dia (ou melhor, noite) chegou e ficamos juntos. Muito juntos, juntinhos. Numa de minhas idas e vindas, liguei para a casa dela (morava com a mãe e uma filha pequena) e marcamos para nos encontrar à noite. Após algumas bebidas, beijos e arretos dentro do carro, estacionado numa avenida central da minha cidade, rumamos para um motel perto da casa da minha mãe. Mal entramos no quarto nossos corpos se fundiram num só. Nossos beijos foram muito ardentes, com nossas línguas se digladiando em nossas bocas.
Arranquei sua roupa e deixei-a nua. Corpo bonito e desejável. Apesar de já ter sido mãe, mantinha os peitos perfeitos (médios, firmes, duros e empinados), a cintura fina, as coxas grossas e a bunda grande. Beijei-a, chupei-a e a lambi todinha. Detive-me em seus belos seios, com mamilos róseos, mamado-os alternadamente. Depois de dar-lhe um banho de gato, direcionei minha chupada para a sua bocetinha linda e cheirosa, contornada por belos pelinhos loiros. Chupei-a longamente com meu linguão colossal, descomunal e fantástico até ela se contorcer e urrar de prazer e gozo.
Então ela retribuiu e me chupou até quase eu gozar. Alertei-a para isso e então ela sentou-se na minha pica, engolindo-a por inteiro. Deitado na cama redonda eu acompanhava pelo espelho do teto ela cavalgar no meu caralho duríssimo. Não resisti seu rebolado alucinante e inundei-a com minha porra abundante. Naquela época não era necessário usar-se camisinhas, até porque ela tomava pílulas anticoncepcionais. Óbvio que ela teve um segundo orgasmo.
Fomos para o “intervalo” do primeiro para o segundo tempo. Após um banho juntos, cheio de beijos e carinhos, voltamos pra cama e fizemos um 69 inesquecível. Ela gozou de novo e pediu pra ser penetrada novamente, mas desta vez onde eu mais gosto: no cuzinho. Ela se virou, ficou de quatro com o bundão empinado. Com a piça em riste, comecei a penetrar com vagar... Primeiro a cabeçorra e depois aos pouquinhos, com ela implorando pra ser enrabada: “mete tudo logo. Adoro tomar no cu. Amo dar meu rabo. Isso, assim, me come... fode meu cu seu safadinho gostosinho... Nossa, que caralho gostoso! Mete tudo, não para, fode esse cu...”
Claro que eu fodi. E muito. Soquei com força naquela bunda bonita e carnuda. Até não resistir e inundar aquele cuzinho com meu leitinho quentinho e viscoso. Ela teve, então, seu quarto orgasmo naquela noite. E o melhor, porque foi múltiplo.
Passamos o resto da noite trapando e quase ao amanhecer deixei-a em casa. Depois daquela vez, foram muitas idas & vindas. Tanto minha até minha cidade. Quanto dela até a Capital. Dois anos depois reencontrei uma velha colega de Escola que morava em Porto Alegre, como eu, começas a sair e acabei casando-me com ela. Então fui obrigado a deixar a recepcionista receptiva para outro...
Mais um conto proibido do Condinho safAdinho de satoleP (RS)
segunda-feira, 5 de fevereiro de 2007
A RUIVINHA LINDINHA E MEIGUINHA
Aquela tarde prenunciava-se mais uma de rotina enfadonha e modorrenta na Câmara Municipal da Capital. Mas eis que flagro um veterano colega no mais puro estilo gardelón cercando de gentilezas duas mulheres. Uma casa e a outra jovem e bonita, aparentando não mais de 20 anos. Era ruiva, com lindos olhos verdes e toda torneada. Parecidíssima com a atriz que faz o papel da namoradinha do Homem Aranha nos filmes mais recentes da série.
Como meu colega estava um tanto quanto atrapalhado e tergiversando muito, aproximei-me para socorrê-lo. E para ver de perto aquele jovem linda e tímida. Então dei a informação sobre a localização do gabinete do vereador que procuravam. Foram pelo corredor e eu fiquei observando atentamente o belíssimo corpo da ruivinha. Não fiquei sabendo sequer seu nome e nem peguei seu número.
Ela virou-se e agradeceu sorrindo com um olhar tímido. Meu colega exclamou com sua voz gasguita característica: “Que linda!”.
Algum tempo depois ambas voltaram à Colenda e então nos falamos um pouco mais. Fiquei sabendo que ela tinha vindo do interior gaúcho para tentar a vida. Morava com o irmão e a cunhada (que mais uma vez a acompanhava). Desta vez deixei-lhe meu cartão de visitas.
Tempos depois ela me ligou e conversamos. Marcamos de nos encontrar pra sentar e conversar. A simpatia foi mútua. Algumas conversas depois, convidei-a para ir até meu apartamento, pois na época eu estava separado e morava sozinha. Ela foi numa manhã de sexta, pois eu tinha mais tempo livre. Conversamos animadamente e pedi licença para tomar um banho, pois estava na hora de sair. Tomei meu banho, vesti-me e convidei-a para sairmos juntos. Ela estava sentada no sofá e sentei-me ao seu lado. Nossos olhares se buscaram e o primeiro beijo inevitável. Sei beijo ótimo excitou-me e ela percebeu o volume na minha calça. Percebi seu olhar pra minha braguilha e comentei: “Viu o jeito que me deixaste?”. Então abri a braguilha e tirei minha piça pra fora. Havia tomando banho há pouco e ela estava limpinha e cheirosa. Então ela deu um beijo cálido na glande, seguindo-se com uma lambidinha na chapeleta. Então, gulosamente, abocanhou meu caralho e chupou de forma faminta e gulosa. Fê-lo sumir totalmente dentro de sua linda boquinha e ferozmente começou a acelerar. Então ressalvei que naquele ritmo eu não iria resistir e acabaria gozando. Ela não me deu ouvidos e continuou, acelerando e chupando cada vez mais forte. Então não resisti e inundei aquela boquinha gulosa com minha porra quente e viscosa. Engoliu tudo. Foi o melhor boquete que já ganhei até hoje.
Então, como ambos tínhamos compromissos, resolvemos sair e deixar minha retribuição para um próximo encontro. “Na próxima sexta eu te retribuirei com juros e correção, em dobro, ok?”. Assentiu.
Na semana seguinte ela foi lá na alcova do lobinho e então pude retribuir com uma de minhas especialidades. Chupei-a ardorosamente, como um lobo faminto. Ah, minha gente, que delicia de bocetinha. Na idade perfeita (19 aninhos) e com ralos pelinhos ruivos. Chupei-a com muito prazer por um tempo incomensurável. Até fazê-la contorcer-se de prazer em cima de minha cama. Mais uma vez tínhamos compromissos fora e tivemos de deixar uma foda mais completa para a semana seguinte.
Já muito atraídos, no nosso próximo encontro pudemos ter uma trepada digna de um quarentão com uma linda ruivinha de 19 aninhos. Mamei seus peitinhos de menina, chupamo-nos muito e fodemos muito gostoso, com direito a gozar na boca um do outro. Nossa, que delícia de trepada! Como é bom comer uma ruivinha meiguinha de 19 aninhos!
Mas ainda faltava a foda completa. Então, na semana seguinte, depois de muitas chupadas mútuas e muita piça na bocetinha, virei-a de bundinha pra cima e chupei aquele lindo cuzinho. Beijei, chupei e lambi até ele se abrir. Então, com ele abertinho, encostei a cabeçorra da piça, que nessas alturas estava inchada e avermelhada. Aquele cuzinho apertadinho, mesmo resistindo, foi se abrindo pra receber meu “pequeno 14” duríssimo, com 100% de ereção, ideal para anal. E como se sabe, depois que a cabeça passa, o resto entra fácil.
Ah, minha gente, que bundinha linda, que cuzinho gostoso! Soquei muito, num vai-e-vem gostoso, com ela gemendo e sussurrando: “Isso, assim, vai tarAdinho, come meu cuzinho... Isso, vai, não pára, mete, bota mais, coloca tudo no meu rabinho... Ai, Ui, que delícia. Assim, come meu cu, me fode, me come, me arromba, coloca tudinho no meu cuzinho... ai, assim, vai, bota essa piça gostosa no meu cu...”.
Bem, resisti o quanto pude e então, já não me agüentando mais, inundei aquele cuzinho gostoso com minha porra quente. A partir dali, todas as semanas nos encontrávamos para uma fode completa. Foi uma das melhores parceiras que já tive. Depois ela arrumou um namoradinho ciumentinho e ficamos algum tempo sem nos vermos. Mas de vez em quando nos reencontramos para matarmos a saudade mútua...
Como meu colega estava um tanto quanto atrapalhado e tergiversando muito, aproximei-me para socorrê-lo. E para ver de perto aquele jovem linda e tímida. Então dei a informação sobre a localização do gabinete do vereador que procuravam. Foram pelo corredor e eu fiquei observando atentamente o belíssimo corpo da ruivinha. Não fiquei sabendo sequer seu nome e nem peguei seu número.
Ela virou-se e agradeceu sorrindo com um olhar tímido. Meu colega exclamou com sua voz gasguita característica: “Que linda!”.
Algum tempo depois ambas voltaram à Colenda e então nos falamos um pouco mais. Fiquei sabendo que ela tinha vindo do interior gaúcho para tentar a vida. Morava com o irmão e a cunhada (que mais uma vez a acompanhava). Desta vez deixei-lhe meu cartão de visitas.
Tempos depois ela me ligou e conversamos. Marcamos de nos encontrar pra sentar e conversar. A simpatia foi mútua. Algumas conversas depois, convidei-a para ir até meu apartamento, pois na época eu estava separado e morava sozinha. Ela foi numa manhã de sexta, pois eu tinha mais tempo livre. Conversamos animadamente e pedi licença para tomar um banho, pois estava na hora de sair. Tomei meu banho, vesti-me e convidei-a para sairmos juntos. Ela estava sentada no sofá e sentei-me ao seu lado. Nossos olhares se buscaram e o primeiro beijo inevitável. Sei beijo ótimo excitou-me e ela percebeu o volume na minha calça. Percebi seu olhar pra minha braguilha e comentei: “Viu o jeito que me deixaste?”. Então abri a braguilha e tirei minha piça pra fora. Havia tomando banho há pouco e ela estava limpinha e cheirosa. Então ela deu um beijo cálido na glande, seguindo-se com uma lambidinha na chapeleta. Então, gulosamente, abocanhou meu caralho e chupou de forma faminta e gulosa. Fê-lo sumir totalmente dentro de sua linda boquinha e ferozmente começou a acelerar. Então ressalvei que naquele ritmo eu não iria resistir e acabaria gozando. Ela não me deu ouvidos e continuou, acelerando e chupando cada vez mais forte. Então não resisti e inundei aquela boquinha gulosa com minha porra quente e viscosa. Engoliu tudo. Foi o melhor boquete que já ganhei até hoje.
Então, como ambos tínhamos compromissos, resolvemos sair e deixar minha retribuição para um próximo encontro. “Na próxima sexta eu te retribuirei com juros e correção, em dobro, ok?”. Assentiu.
Na semana seguinte ela foi lá na alcova do lobinho e então pude retribuir com uma de minhas especialidades. Chupei-a ardorosamente, como um lobo faminto. Ah, minha gente, que delicia de bocetinha. Na idade perfeita (19 aninhos) e com ralos pelinhos ruivos. Chupei-a com muito prazer por um tempo incomensurável. Até fazê-la contorcer-se de prazer em cima de minha cama. Mais uma vez tínhamos compromissos fora e tivemos de deixar uma foda mais completa para a semana seguinte.
Já muito atraídos, no nosso próximo encontro pudemos ter uma trepada digna de um quarentão com uma linda ruivinha de 19 aninhos. Mamei seus peitinhos de menina, chupamo-nos muito e fodemos muito gostoso, com direito a gozar na boca um do outro. Nossa, que delícia de trepada! Como é bom comer uma ruivinha meiguinha de 19 aninhos!
Mas ainda faltava a foda completa. Então, na semana seguinte, depois de muitas chupadas mútuas e muita piça na bocetinha, virei-a de bundinha pra cima e chupei aquele lindo cuzinho. Beijei, chupei e lambi até ele se abrir. Então, com ele abertinho, encostei a cabeçorra da piça, que nessas alturas estava inchada e avermelhada. Aquele cuzinho apertadinho, mesmo resistindo, foi se abrindo pra receber meu “pequeno 14” duríssimo, com 100% de ereção, ideal para anal. E como se sabe, depois que a cabeça passa, o resto entra fácil.
Ah, minha gente, que bundinha linda, que cuzinho gostoso! Soquei muito, num vai-e-vem gostoso, com ela gemendo e sussurrando: “Isso, assim, vai tarAdinho, come meu cuzinho... Isso, vai, não pára, mete, bota mais, coloca tudo no meu rabinho... Ai, Ui, que delícia. Assim, come meu cu, me fode, me come, me arromba, coloca tudinho no meu cuzinho... ai, assim, vai, bota essa piça gostosa no meu cu...”.
Bem, resisti o quanto pude e então, já não me agüentando mais, inundei aquele cuzinho gostoso com minha porra quente. A partir dali, todas as semanas nos encontrávamos para uma fode completa. Foi uma das melhores parceiras que já tive. Depois ela arrumou um namoradinho ciumentinho e ficamos algum tempo sem nos vermos. Mas de vez em quando nos reencontramos para matarmos a saudade mútua...
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