Ela não era do meu tempo. Mas foi atenciosa, até porque todos me conheciam na emissora. Ela mostrou-se particularmente simpática pelo fato de eu ser um nativo que havia arriscado a sorte na capital. Com relativo sucesso. Sorriu-me receptiva e trocamos olhares cúmplices. Terminada a visita aos velhos colegas e amigos, fui embora e voltei para a Capital. Mas nos dias seguintes ligava para a emissora (ela sempre que atendia, claro) e me derramava em elogios, tipo “que pena que não tive o prazer de sermos colegas nos tempos que eu trabalhava aí”, etc. Ela correspondia lamentando também e comentando que “sempre que vieres à tua terra natal avisa-me, para nos vermos” e “se me convidares vou até a Capital te visitar”, etc. Trocamos endereços e passamos a nos comunicar por cartas, pois na época (segunda metade da década de 1980) não havia Internet no Sul do Brasil e, por conseguinte, e-mails...
Modéstia às favas, sou bom de trololó, tanto escrevendo quanto falando (o que Deus não me deu de beleza me deu de talento e uma voz aveludada, bonita, charmosa, doce, etc.). Derramava-me em elogios, ao que ela retribuía. Em uma das cartas escreveu o seguinte: “Estou louca para ficar contigo, te sentir todinho, te amar loucamente. Sabe, estou sentindo o que te escrevo, um tesão imenso. Sinto isso agora, neste momento. Queria estar contigo agora, em vez de escrever. Queria estar te amando... Ah, por que está longe daqui? Se estivesses aqui te telefonaria para sairmos hoje e ficarmos juntos à noite inteira. Seria maravilhoso. Não acha que isso poderia acontecer... Mas tudo bem, o nosso dia vai chegar, e logo! E o mundo inteiro que se dane, para não dizer (que se foda)!... Sabe, Adinho, não aguentei. Parei de escrever para me masturbar. Meu coração ainda está batendo forte e to no alívio de ter acabado de gozar... queria que tu tivesse feito isso, ou que juntos tivéssemos acabado... seria tão bom, tão gostoso, tão gratificante. Nunca pensei que eu fosse sentir o que senti só pensando em TUDO que poderemos fazer juntos”.
Pois o nosso dia (ou melhor, noite) chegou e ficamos juntos. Muito juntos, juntinhos. Numa de minhas idas e vindas, liguei para a casa dela (morava com a mãe e uma filha pequena) e marcamos para nos encontrar à noite. Após algumas bebidas, beijos e arretos dentro do carro, estacionado numa avenida central da minha cidade, rumamos para um motel perto da casa da minha mãe. Mal entramos no quarto nossos corpos se fundiram num só. Nossos beijos foram muito ardentes, com nossas línguas se digladiando em nossas bocas.
Arranquei sua roupa e deixei-a nua. Corpo bonito e desejável. Apesar de já ter sido mãe, mantinha os peitos perfeitos (médios, firmes, duros e empinados), a cintura fina, as coxas grossas e a bunda grande. Beijei-a, chupei-a e a lambi todinha. Detive-me em seus belos seios, com mamilos róseos, mamado-os alternadamente. Depois de dar-lhe um banho de gato, direcionei minha chupada para a sua bocetinha linda e cheirosa, contornada por belos pelinhos loiros. Chupei-a longamente com meu linguão colossal, descomunal e fantástico até ela se contorcer e urrar de prazer e gozo.
Então ela retribuiu e me chupou até quase eu gozar. Alertei-a para isso e então ela sentou-se na minha pica, engolindo-a por inteiro. Deitado na cama redonda eu acompanhava pelo espelho do teto ela cavalgar no meu caralho duríssimo. Não resisti seu rebolado alucinante e inundei-a com minha porra abundante. Naquela época não era necessário usar-se camisinhas, até porque ela tomava pílulas anticoncepcionais. Óbvio que ela teve um segundo orgasmo.
Fomos para o “intervalo” do primeiro para o segundo tempo. Após um banho juntos, cheio de beijos e carinhos, voltamos pra cama e fizemos um 69 inesquecível. Ela gozou de novo e pediu pra ser penetrada novamente, mas desta vez onde eu mais gosto: no cuzinho. Ela se virou, ficou de quatro com o bundão empinado. Com a piça em riste, comecei a penetrar com vagar... Primeiro a cabeçorra e depois aos pouquinhos, com ela implorando pra ser enrabada: “mete tudo logo. Adoro tomar no cu. Amo dar meu rabo. Isso, assim, me come... fode meu cu seu safadinho gostosinho... Nossa, que caralho gostoso! Mete tudo, não para, fode esse cu...”
Claro que eu fodi. E muito. Soquei com força naquela bunda bonita e carnuda. Até não resistir e inundar aquele cuzinho com meu leitinho quentinho e viscoso. Ela teve, então, seu quarto orgasmo naquela noite. E o melhor, porque foi múltiplo.
Passamos o resto da noite trapando e quase ao amanhecer deixei-a em casa. Depois daquela vez, foram muitas idas & vindas. Tanto minha até minha cidade. Quanto dela até a Capital. Dois anos depois reencontrei uma velha colega de Escola que morava em Porto Alegre, como eu, começas a sair e acabei casando-me com ela. Então fui obrigado a deixar a recepcionista receptiva para outro...
Mais um conto proibido do Condinho safAdinho de satoleP (RS)
13 comentários:
ADOREI SEU BLOG CONDINHO, BEIJOS DA MANHOSA SEDUTORA!!!
OLÁ MENINOS, ALGUÉM AÍ ESTÁ AFIM DE ME VER...
OLÁ MENINOS, ALGUÉM AÍ ESTÁ AFIM DE ME VER...
OLÁ MENINOS, ALGUÉM AÍ ESTÁ AFIM DE ME VER...
oi, teus contos! são maravilhosos, amei todos! posta mais bjos clarice de Pelotas!!!
amei teus contos bjos
Uauuuu seus contos são de tirar o fôlego... adorei!
Bjs doces como mel Condinho...
hummmmm
humm
Delícia de contos
uau deu até tesão!
uau deu até tesão!
Muito bom gostei
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