segunda-feira, 5 de fevereiro de 2007

A RUIVINHA LINDINHA E MEIGUINHA

Aquela tarde prenunciava-se mais uma de rotina enfadonha e modorrenta na Câmara Municipal da Capital. Mas eis que flagro um veterano colega no mais puro estilo gardelón cercando de gentilezas duas mulheres. Uma casa e a outra jovem e bonita, aparentando não mais de 20 anos. Era ruiva, com lindos olhos verdes e toda torneada. Parecidíssima com a atriz que faz o papel da namoradinha do Homem Aranha nos filmes mais recentes da série.
Como meu colega estava um tanto quanto atrapalhado e tergiversando muito, aproximei-me para socorrê-lo. E para ver de perto aquele jovem linda e tímida. Então dei a informação sobre a localização do gabinete do vereador que procuravam. Foram pelo corredor e eu fiquei observando atentamente o belíssimo corpo da ruivinha. Não fiquei sabendo sequer seu nome e nem peguei seu número.
Ela virou-se e agradeceu sorrindo com um olhar tímido. Meu colega exclamou com sua voz gasguita característica: “Que linda!”.
Algum tempo depois ambas voltaram à Colenda e então nos falamos um pouco mais. Fiquei sabendo que ela tinha vindo do interior gaúcho para tentar a vida. Morava com o irmão e a cunhada (que mais uma vez a acompanhava). Desta vez deixei-lhe meu cartão de visitas.
Tempos depois ela me ligou e conversamos. Marcamos de nos encontrar pra sentar e conversar. A simpatia foi mútua. Algumas conversas depois, convidei-a para ir até meu apartamento, pois na época eu estava separado e morava sozinha. Ela foi numa manhã de sexta, pois eu tinha mais tempo livre. Conversamos animadamente e pedi licença para tomar um banho, pois estava na hora de sair. Tomei meu banho, vesti-me e convidei-a para sairmos juntos. Ela estava sentada no sofá e sentei-me ao seu lado. Nossos olhares se buscaram e o primeiro beijo inevitável. Sei beijo ótimo excitou-me e ela percebeu o volume na minha calça. Percebi seu olhar pra minha braguilha e comentei: “Viu o jeito que me deixaste?”. Então abri a braguilha e tirei minha piça pra fora. Havia tomando banho há pouco e ela estava limpinha e cheirosa. Então ela deu um beijo cálido na glande, seguindo-se com uma lambidinha na chapeleta. Então, gulosamente, abocanhou meu caralho e chupou de forma faminta e gulosa. Fê-lo sumir totalmente dentro de sua linda boquinha e ferozmente começou a acelerar. Então ressalvei que naquele ritmo eu não iria resistir e acabaria gozando. Ela não me deu ouvidos e continuou, acelerando e chupando cada vez mais forte. Então não resisti e inundei aquela boquinha gulosa com minha porra quente e viscosa. Engoliu tudo. Foi o melhor boquete que já ganhei até hoje.
Então, como ambos tínhamos compromissos, resolvemos sair e deixar minha retribuição para um próximo encontro. “Na próxima sexta eu te retribuirei com juros e correção, em dobro, ok?”. Assentiu.
Na semana seguinte ela foi lá na alcova do lobinho e então pude retribuir com uma de minhas especialidades. Chupei-a ardorosamente, como um lobo faminto. Ah, minha gente, que delicia de bocetinha. Na idade perfeita (19 aninhos) e com ralos pelinhos ruivos. Chupei-a com muito prazer por um tempo incomensurável. Até fazê-la contorcer-se de prazer em cima de minha cama. Mais uma vez tínhamos compromissos fora e tivemos de deixar uma foda mais completa para a semana seguinte.
Já muito atraídos, no nosso próximo encontro pudemos ter uma trepada digna de um quarentão com uma linda ruivinha de 19 aninhos. Mamei seus peitinhos de menina, chupamo-nos muito e fodemos muito gostoso, com direito a gozar na boca um do outro. Nossa, que delícia de trepada! Como é bom comer uma ruivinha meiguinha de 19 aninhos!
Mas ainda faltava a foda completa. Então, na semana seguinte, depois de muitas chupadas mútuas e muita piça na bocetinha, virei-a de bundinha pra cima e chupei aquele lindo cuzinho. Beijei, chupei e lambi até ele se abrir. Então, com ele abertinho, encostei a cabeçorra da piça, que nessas alturas estava inchada e avermelhada. Aquele cuzinho apertadinho, mesmo resistindo, foi se abrindo pra receber meu “pequeno 14” duríssimo, com 100% de ereção, ideal para anal. E como se sabe, depois que a cabeça passa, o resto entra fácil.
Ah, minha gente, que bundinha linda, que cuzinho gostoso! Soquei muito, num vai-e-vem gostoso, com ela gemendo e sussurrando: “Isso, assim, vai tarAdinho, come meu cuzinho... Isso, vai, não pára, mete, bota mais, coloca tudo no meu rabinho... Ai, Ui, que delícia. Assim, come meu cu, me fode, me come, me arromba, coloca tudinho no meu cuzinho... ai, assim, vai, bota essa piça gostosa no meu cu...”.
Bem, resisti o quanto pude e então, já não me agüentando mais, inundei aquele cuzinho gostoso com minha porra quente. A partir dali, todas as semanas nos encontrávamos para uma fode completa. Foi uma das melhores parceiras que já tive. Depois ela arrumou um namoradinho ciumentinho e ficamos algum tempo sem nos vermos. Mas de vez em quando nos reencontramos para matarmos a saudade mútua...

A MÃE DA CANDIDATA A RAINHA


Muito se comenta em uma roda qualquer quem incomoda mais? A mãe da miss, ou o pai do candidato a jogador de futebol? Cronista esportivo gaúcho há muito tempo, sei o quanto pai de jogador – ou candidato a tal – incomoda. À direção e à mídia. Para os pais, os filhos são sempre os melhores, os craques... Quanto à mãe de miss, ou candidata de concurso de beleza, não tenho muita experiência, embora já tenha sido jurado várias vezes. A vivência mais próxima é a que relato a seguir.No final do século XX (ou Segundo Milênio), ou seja, pouco antes do fatídico (para mim) ano 2000, fui um dos jurados do concurso A Rainha do Esporte Gaúcho. Eram umas 50 garotas. De todo o Rio Grande do Sul, representando clubes sociais e esportivos. Todas muito bonitas. Uma, em particular, chamou-me à atenção não só pela beleza, mas pelo charme, empatia e personalidade. Era morena, magra, bem torneada, cabelos pretos e lisos, mas a força do olhar marcou-me muito. E tinha apenas 16 aninhos. Votei nela para as dez finalistas. Mas infelizmente fui voto vencido. Os meus colegas de júri preferiram as loiras altas e opulentas.Finalizado o concurso, fiz uma gentileza com uma amiga dela e sua mãe, dando-lhe dinheiro para voltarem de táxi. Passado algum tempo, essa amiguinha ligou-me para agradecer a gentileza e dizer que eu precisava conhecer a mãe da sua amiga, que combinava comigo, etc. Consegui seu endereço e escrevi. Demorou muito tempo, mas um dia a mãe da minha candidata preferida ligou-me. Conversamos animadamente e após algum tempo, combinamos um encontro. Quase fiquei sem ar ao vê-la. Era uma morena linda, deslumbrante, maior que eu – o que não é difícil, pois tenho apenas 1m62cm e 57kg -, coxas grossas e bunda grande. Bem como eu gosto. Jantamos, tomamos sorvete, conversamos animadamente sobre a vida, nossas experiências, nossas solidões, etc. Ficou apenas nisso. Outros encontros vieram até que rolou o primeiro beijo. No carro da família. Já atraídos violentamente um pelo outro, fomos a um drive, pois estava com familiares no meu apartamento. Os beijos foram intensos, fortes, com nossas línguas se digladiando dentro de nossas bocas. Já não nos agüentando mais, abocanhei seus pequenos e firmes seios de menina e suguei-os muito. Já quase explodindo de tesão, tirei a pica pra fora e dei para ela mamar. Estava faminta e mamou muito, com fúria. Não suportei e gozei forte e intensamente. Ela sorveu até a última gota. Não pudemos completar o coito porque tinha de levá-la de volta a uma cidade vizinha.Mas no fim de semana seguinte ela foi me visitar. E aí, já sozinhos no ap, pode rolar quase tudo. Retribui a gentileza e chupei muito sua apertada bocetinha. Até ela gozar na minha boca, coisa que – aliás – adoro. Depois ela sentou-se em cima do “pequeno 14” que, pra ela, era grande, pois sua vulva realmente é apertadinha, fruto de cirurgia. Aquela amazona cavalgou com muita vontade este petiço e gozou de novo. Mas desta vez foi um gozo mútuo. O fim de semana foi de muitas trepadas. Domingo no final da tarde foi-se, prometendo voltar no próximo. E voltou. Desta vez disse que queria “tomar injeção” na bunda. Como sou um Mestre da Sodomia, um sodomita inveterado, um tarAdinho por cuzinho, não me fiz de rogada. Após muita chupada mútua, bastantes estocadas naquela bocetinha apertadinha, ela se virou de bruços e implorou: “Vem, meu machinho, come meu cuzinho. Bota devagarinho...”. Seguindo meu manual de comecuzinho, beijei aquele anelzinho apertadinho e redondinho, cheiroso, chupei, lambi e deixei-a louca. Ela rebolava alucinava, empinava cada vez mais o bundão de mais de metro e, com o cuzinho piscando, implorava: “Come meu cuzinho pelo amor de Deus. Coloca essa piça gostosa aí, malvado”. Forcei a cabeçorra dura, inchada e avermelhada na portinha molhada pela minha saliva e fui forçando... O cu cheio de tesão se abriu e recebeu a chapeleta. Ela rebolou faminta e quis mais, tudo dentro. “Isso, assim, vai, mete mais... vai botando... enfia esse caralho gostoso no meu cu, vai seu taradinho. Isso, assim, coloca tudo, vai... mete, bota tudo, me arromba...”.Claro que fiz meu pau sumir naquele cuzinho apertadinho, escondido nos recônditos de um bundão fenomenal. Ela tinha 38 anos na época, mas aparentava muito menos idade. Como eu, aliás. Por isso, ela tinha pele lisa e sem nenhuma celulite. Era muito malhada. Fodi muito aquele bundão. Naquela e em muitas vezes seguida. Nosso caso durou um ano e após isso, por causa do desgaste proporcionado pela incompatibilidade de modus vivendi, terminamos. Por iniciativa minha. Mas jamais esquecerei a morena que foi uma das melhores amantes que tive. Porque adorava tomar no cu e de engolir tudinho.

by Condinho tarAdinho de satoleP

Uma amante perfeita (parte I)

Incontestavelmente perfeita. Assim é Elis, uma deusa de ébano que faz qualquer um feliz. Uma verdadeira pantera negra. Perfeita fisicamente – como relatarei a seguir – mas antes e acima de tudo uma pessoa encantadora. Linda, maravilhosa, mas nem por isso vaidosa e esnobe. Inteligente, mas humilde e simpática. Figuraça simpaticíssima, uma pessoa com quem todos gostam de conviver. Fisicamente irresistível. Atraente, bonita, charmosa, desejável, envolvente, formosa, gostosa, interessantíssima... etc. Sem falar que tem um corpo perfeito: coxas grossas e torneadas, cintura fina, peitos perfeitos (firmes, duros e empinados) e bunda ma medida certa: 101cm cravados. Ou seja, nem bundinha pequena, nem bundão grande de camponesa... E a cinturinha? Meus amigos, fininha, torneadinha, como um violão. Por isso perfeita! Uma linda sereia deitada na areia. Com seus 1m62 e 57kg. Aliás, mesma altura e peso que eu.Conhecemo-nos ao acaso, pelo fato de sermos conterrâneos e desgarrados. Longe de nossas famílias e de nossa terra, isso nos aproximou. Então combinamos que viajaríamos sempre juntos para nossa cidade natal. Normalmente nos sábados de manhã. Em meio a leituras dos jornais do dia, conversa sobre a semana, o mês, os problemas comezinhos de nossos trabalhos... Sobre carências, dificuldades de relacionamentos, etc. Até bater o sono e dormirmos encostadinhos...Até que na véspera de um feriado resolvemos viajar no madrugadão, um ônibus que sai da Capital às 2 horas da madrugada. Pra chegar em nossa terra natal ao amanhecer. Normalmente não tem lotação máxima, pelo horário. Então, naquela madrugada quente, enquanto os poucos passageiros dormiam, aproveitamos para ficarmos um pouco mais “juntinhos” do que nas viagens anteriores... Mãos dadas, coxas coladas, abraços apertados, beijos linguados e molhados... Carícias se intensificando... Até que resolvemos “fugir” para o fundo do ônibus, onde não tinha nenhum passageiro – a maioria prefere a parte da frente. Ela aproveitou para ir ao banheiro do ônibus, ali bem ao lado, pra trocar de roupa – retirar a calça jeans e colocar uma mini-saia curtíssima, que mal cobria a virilha... E voltou para o meu lado. Fiquei louco, já estava de piça duríssima havia algum tempo. Ela estava com um decote ousadíssimo e sem sutiã... Minhas mãozinhas acariciavam aqueles peitos perfeitos... com os bicos túrgidos... Nossas bocas babavam pela intensidade de nossos beijos e pelo tesão violento que nos dominava... Então minha mãe percorreu, desbravadoras, suas coxas grossas, firmes e roliças... Foram subindo até chegar ao portal do paraíso. Surpresa: estava sem calcinha. Wow, enlouqueci: minhas mãos acariciavam aquela boceta avolumada, inchada, quentíssima e melecadinha... acariciei o grelinho durinho, enfiei um dedo, depois outro, mais outro e fui fazendo um gostoso vai-e-vem. Ela retribui retirando meu pau pra fora das calças e ficou acariciando-o... Estava duríssimo, parecia madeira de lei. Vermelho, inchado, pulsando, com as veias latejando...Não resisti e me abaixei, ajoelhei-me e... “rezei”. Ou seja, caí de boca naquela boceta linda, perfeita: vermelhinha por dentro, cor do mais delicioso chocolate por fora. E totalmente peladinha, lisinha, depiladinha. Como gosto. Beijei, chupei e lambi por muitos minutos até que ela apertou as coxas contra minha cabeça e quase urrou de gozo, soltando aquele néctar dos deuses na minha boca...Então foi a vez dela retribuir. Sentei-me de volta no banco e ela abaixou-se e abocanhou o pequeno 14, pagando-me o maior e melhor boquete da minha vida. Chupou com muita voracidade, tão forte e intensamente que não resisti. Gozei abundantemente em sua boca linda. E ela engoliu tudinho, sem deixar escapar uma só gotinha... Recompomo-nos, até porque a viagem estava quase acabando. E nossa história mal começando. Descemos e avistamos um motel próximo à rodoviária de nossa cidade. Olhamo-nos e decidimos ir pra lá continuar aquele não ficou completo, ou seja, uma foda total, com tudo que se tem direito, inclusive muito anal. Afinal, eu sou o gauchinho tarAdinho por cuzinho... E ela tem uma bunda perfeita. Mas nossa primeira foda completa, no motel, até o meio da manhã, fica para o próximo conto... Aguardem!


Uma amante perfeita (parte II)


Após o sexo oral no ônibus que nos conduziu da Capital, mas desembarcamos em nossa cidade natal e fomos direto para um motel que fica pertíssimo da rodoviária. Tão perto que dá pra ir à pé... Entramos com nossas bolsas de viagem e fomos direto para a suíte mais próxima. Mal chegamos e já nos atracamos num beijo ardente, com nossas línguas duelando dentro das bocas. Largamos as bolsas de qualquer jeito e fomos nos desnudando. Ela ainda estava só de vestidinho curto, de alcinhas e decote generoso, que deixam mais da metade dos peitos perfeitos (fartos, firmes, duros e empinados_ – busto tamanho 92cm – à mostra. Entorpecido de tesão, abaixei as alças e o vestido caiu ao chão acarpetado. Beijei com volúpia o pescoço, baixei até os ombros desci pelos seios e abocanhei-os com voracidade, alternando, ora um, ora outro. Beijei e lambi os bicos duros, grandes, marrons, dois sorvetões de chocolate. Ela gemia baixinho, mas às vezes urrava de prazer. Acho que a fiz gozar só com a mamada que dei naqueles peitões.Depois de 15 minutos em cada um, abaixei-me até seus pés de rainha e beijei-os, chupei-lhe os dedos. Fui subindo até atingir os coxões de 68cm. Beijei, chupei e lambi aquelas coxas firmes e bem torneadas em horas de academia. Ela é simplesmente uma negra perfeita, linda, maravilhosa, plena, absoluta, incomparável. Sua respiração era muito forte e podia sentir em seu barriguinha saradinha. Ela arfava de desejo e tesão e implorou para eu chegar até sua bocetinha peladinha, que latejava, pulsava de tesão. Então beijei em volta, lambi, até chegar à fenda, que beijei como se fosse uma boca. Beijo de língua. Enfiei tudo dentro e senti seu gosto delicioso. O grelinho duríssimo pediu pra ser chupado. Ela então implorou: “Me chupa, seu taradinho, chupa. Suga essa boceta que tu tanto queria e sonhava. Chupa gostosa, vai, assim, ui, ai, que delícia. Não pára, não pára... assim vou gozar, ai, ui, que bom. Vai, não pára, continua... Vou gozar, tesão. Ai, que homem gostoso, que língua, como chupa bem. Não to mais resistindo, vou gozar... ai... ui... to gozaaaaandooooooo.... Seguiu-se a respiração do novo orgasmo. Que culminou com o néctar dos deuses na minha barba.Então foi sua vez. E retribuiu-me com juros e correção. Enquanto ela descansava um pouco tirei minha roupa e tomei uma ducha rápida, pois era uma manhã quente de verão e tínhamos viajado a madrugada toda. E eu ainda estava “sujo” do nosso sexo oral no ônibus... Voltei do banho e ela estava nua e lânguida na cama redonda. Mal cheguei, com a piça duríssima e ela começou o boquete com um beijo cálido na cabeçorra vermelha e inchada. Depois beijou-o todo, lambeu e por fim aboncanhou-o, fazendo-o sumir em sua boca carnuda.Chupou-me com tanta fome que quase gozei de novo. Mas me segurei. Ela então, novamente enlouquecida de tesão ela “plastificou” o brutinho e sentou-se nele. Sua bocetinha estava muito molhadinha e entrou fácil. Era uma fendinha apertadinha e pequena. Nem parecia que já é mãe. Alternamos as posições com ela sempre repetindo: “Isso, me fode taradinho, me come gostos, devora tua negra. Vai, mete forte, enfia essa piça dura nessa bocetinha safada, vai, assim, não pára, mete, enfia... Alternamos e variamos todas as posições possíveis e imagináveis, quase passamos a limpo o Kama Sutra. Até que ela se virou de quatro. Não resisti e caí de boca naquele bundão de 101cm. Beijei, chupei e lambi muito aquele cuzinho de chocolate. Ela rebolava de tanto tesão. Meu linguão descomunal e fantástico deixou-a tão enlouquecida que ela não resistiu e implorou: “Ai, taradinho, vai, come meu cuzinho, vai, fura meu buraquinho. Vai comicuzinho, fode meu cuzinho virgem, isso, assim, mete... Devagar. Ai, ui, devagar que nunca entrou nada aí.” Não me fiz de rogado e comecei a operação come cuzinho virgem: lubrifiquei bem com o caldinho que ainda escorria da boceta com o dedo e fui forçando, aos poucos, em movimentos circulares... Quando ele se abriu como um botão de flor, enfiei devagar... Ela foi se abrindo aos poucos, e o dedo ganhando espaço dentro daquele buraco apertado. Até que ela pediu mais: “Chega, não quero mais esse dedinho. Quero mais, enfia teu pau aí, vai. Tirei o dedo e troquei pelo meu caralho duro. Coloquei a cabeçorra na entrada e ele foi ganhando espaço aos poucos. “Devagar, tarado, cuidado, esse cuzinho é virgem”, alertava ela. Forcei um pouco e a cabeça entrou. Parei. Fiquei por alguns instantes paralisado. Até que ela não suportou o tesão e mandou: “Vai, porra, enfia essa merda aí, bota mais”. Forcei um pouco mais. Ela pediu vagar: “Devagar, calma, cuidado”. Parei de novo. Enlouquecida por ter perdido o cabaço anal, ela forçou o bundão de encontro ao meu pau. Aos poucos, até entrar tudo. Senti aquela bunda macia e perfeita de encontro ao meu corpo e o prazer é indescritível. Foi então que ela se soltou: “põe tudo, põe... isso... assim... me arromba... não pára... continua... tá gostoso... come esse cu todinho... ai... me fode... que gostoso tomar no cu... to adorando ser enrabada... é bom... isso é que é homem... gostoso... tesudo... tarado... coloca tudo... me come toda... me arromba... que piça... usufrui desse cu que é só teu... come meu rabo... fode essa bunda gostosa...”.Meus amigos, então eu fodi aquele cuzinho maravilhoso. E de todas as formas. De todas as posições. Até que não resisti mais. Falei que não tava suportando ela pediu: “Então goza na minha barriguinha; adoro.” Retirei o pequeno 14 daquele cuzinho delicioso, livrei-o da camisinha e soltei mais uma porção do meu leitinho light naquela barriguinha sarada. Caímos um pra cada lado, exaustos. Trocamos um beijo de paixão e fomos para o banho, onde recomeçamos mais uma foda. Mas essa eu conto depois. Foi o começo de um grande caso. Tornamo-nos amantes, pois ela é realmente a AMANTE PERFEITA.

Uma amante quase ideal


Todos sabemos que amor à primeira vista não existe. Mas tesão e paixão sim, com efeito. Eu já tive muitas e o conto a seguir começou com uma atração à primeira vista. Quando a vi pela primeira vez, logo ali, tão perto, tão ao meu alcance, tão real, paixão assim não acontece todo o dia... Era um desejo proibido, pois ela era o caso de um colega de serviço. Mas como não desejar aquela bela mulata clara, opulenta e com o par de coxas mais perfeito que eu já vira?
Sabedor da minha fama de “taradinho”, meu colega ameaçou: “Não arrasta a asa, seu garnisé safado, pois essa franga é minha”. Recado dado, ameaça feita, o máximo que me permitia era cumprimenta-la formalmente, mas discretamente dando uma rápida olhadinha naquele belíssimo par de coxas grossas e roliças sempre cruzadas na recepção enquanto aguardava seu “dono”, como ele se intitulava. Ela, sempre muito simpática e sorridente, apenas retribuía meus cumprimentos.
O tempo passou e numa tarde, ao atender casualmente o telefone, pude conversar com ela pela primeira vez. Sincera e simpática, ela ligara para agradecer o cartão de aniversário que havíamos enviado alguns dias antes. Felicitei-a também e, após a devida identificação, perguntei se ela havia recebido muitos presentes do seu “macho”. Em tom de lamentação ela respondeu que nada ganhou e que nunca recebera flores em seus 21 aniversários, a não ser do seu pai quando fez 15 anos. Respondi que, se ela quisesse, eu poderia enviar-lhe um buquê em nome dos colegas de seu “querido”. Ela assentiu e mandei-lhe, então, meia dúzia de rosas amarelas, como bem convinha para o momento. As flores seriam entregues no sábado seguinte. Como não recebi nenhum telefonema de agradecimento, liguei para ela à noite. Respondeu que ainda não tinha chegado em casa ainda. Logo que chegou me ligou para agradecer. Como estava feliz e receptiva, arrisquei um convite para ela almoçar comigo no dia seguinte (domingo). Ela aceitou e no horário combinado ela chegou, sorridente como sempre, e belíssima em um vestido branco.O almoço transcorreu normalmente e eu sempre agindo com o maior cavalheirismo, como recomendam os manuais de boas maneiras. Em determinado momento contei-lhe que escrevia crônicas e contos (de podas com H). Ela quis ler algumas crônicas e alguns contos, ficando visivelmente excitada com um que contava uma penetração anal. A coxuda acabou confessando que também gostava de sodomia, como eu. Antes de ler o tal conto, excitada também porque víamos o canal à cabo Sexy Hot ela havia comentado que estava menstruada. Visivelmente excitado, perguntei-lhe pelo seu “namorado” e ela infirmou que ele já não lhe dava a devida atenção. Foi o gancho para eu confessar que sentia o maior tesão por ela e que me atraía muito. Surpreendentemente ela disse que também sentia atração por mim e nos atracamos num beijo ardente e em abraço apertado, em que ela pode sentir toda a minha ereção. Já irreversivelmente atracados, ponderei que ela estava menstruada, ao que ela respondeu: “Cu não menstrua”. Sinal verde, levei-a para o meu quarto e coloquei-a de quatro em cima de minha cama. Levantei sua saia, baixei a calcinha e caí de boca naquele cuzinho limpinho, cheiroso e muito saboroso. Depois foi a vez dela retribuir e me pagar o melhor boquete que já recebi. Por fim, já não agüentando mais, fiz desaparecer meu “pequeno 14” naquele cu colossal. Ela não tardou a ter um, dois, três, ene orgasmos anais. E confessou que adorava e preferia tomar no cu, Hosanas, aleluia! Eu havia encontrado, finalmente, uma mulher que preferia tomar no cu. Nossa trepada foi tão perfeita que no domingo seguinte ela foi almoçar comigo novamente. Com a mesma sobremesa: cu ao creme. Mas sem antes saborear sua linda pepequinha, toda carequinha (eu tinha dito que prefiro boceta depilada). As nossas trepadas passaram a ser periódicas e perfeitas, porque há uma sintonia muito grande entre a gente e não precisamos nos esforçar para satisfazer o outro e não temos pressa de gozar. Além disso, ela também é boa fora da cama: alegre, simpática, querida, carinhosa. E não é mala... Só não é uma amante perfeita porque não gosta que de tomar “leitinho”...


E-mail do contista: komecuzinho@hotmail.com



A bunduda tarada por chocolate com leitinho


Quantas vezes os homens se deparam com mulheres irresistíveis em qualquer lugar, nas ruas, avenidas, bares, restaurantes, praias, praças, parques, jardins, mas principalmente na noite? Daquelas que deixam-nos embriagados de tesão, daquelas paixões que anestesiam a calma e dilaceram a alma... Pois foi exatamente isso que aconteceu quando eu a vi, por acaso, numa rua central da Capital. Ela vinha, eu ia, mesma direção, sentido contrário... Quando ela se aproximou e a vi, logo ali, tão perto, tão real e ao mesmo tempo tão distante, não vacilei e investi tudo num olhar, “aquele” olhar, de desejo explícito, que as mulheres de cara identificam, tipo assim: “estou te comendo com os olhos”. De repente ela parou e se virou. Mas não foi para me olhar ou dar-me atenção. Foi para telefonar num “orelhão”. E ficou telefonando por um período que me parecia longuíssimo e interminável...
Mas não desisti. Porque ela atraente demais, bem o “meu número”. Era jovem, com cerca de 20 anos, morena, baixinha, mas coxudinha, peitudinha e – principalmente – bundudinha. Minha gente! Que bunda! Grande e “descomunalmente” (sic) empinada, tipo daquelas aranhas, percebem? Não resisti. Esqueci tudo o que tinha de fazer e parei. Esperei ela terminar o telefonema retomar seu caminho. Passei a segui-la como os selvagens cães de guerra seguem as cadelas no cio. E ela andou, andou, umas dez quadras... Enquanto segui-a, pedia a Deus que ela entrasse num dos muitos puteiros do centro da capital mais alegre do país.
O Todo Poderoso atendeu meu pedido e ela, de fato, entrou num bordelzinho discretíssimo instalado no segundo andar de um edifício comercial. Entrei e fui logo perguntando pela moreninha de cabelos crespos que entrara havia pouco. Pouco depois, meio tímida, um pouco encabulada, veio me atender. Eu a queria e ela não tinha como negar – foi obrigada a me aceitar. Busquei dinheiro em espécie num caixa eletrônico mais próximo e fomos para o quarto... Ela quis banhar-se, pois estava suada, como eu. Banhei-me a seguir e quando retornei da ducha ela estava deitada nua na cama, com aquele bundão descomunal para cima. Não perdi tempo. Caí de boca e chupei aquele rabo maravilhoso. Ela se empinou, ficou de quatro, de frente para o espelhão... Continuei chupando, ora a pequinha delicioso, ora o cuzinho apetitoso... Depois ela virou-se e “engoliu” meu pequeno 14. Por fim, “plastificou” o “brutinho” e pediu para eu meter tudo. Meti e não tardei a gozar, tal meu grau de excitação.
Depois daquele dia voltei algumas vezes lá, até que ela sumiu. Tudo bem passara, mas não ficou uma paixão bem resolvida, pois faltou completar o “crime”, ou seja, matar meu maior desejo: comer aquele o cuzinho escondido naquele bundão fantástico de mais de 100 centímetros de circunferência...
Tudo bem me resignei. Levaria para o túmulo aquela phoda não totalmente completada. Até que um dia ela ligou-me. Marcamos um reencontro no meu apartamento. Estava mais magra, mas continuava bundudinha. Depois de uns “chimas”, nos atracamos e nos chupamos voluptuosamente... Como ela adoro chocolate, pediu-me que eu lambuzasse meu bilau com leitinho condensado com esse sabor. Ela lambeu tudinho, sorveu cada gota do leite sabor chocolate... Chupou meu pau como se fosse um picolé com recheio sabor carne... Já quase mais não resistindo, ela colocou uma camisinha sabor morango no meu caralho e sentou aquela bunda maravilhosa nele. Cavalgou por longos minutos. Eu aproveitava para chupar aqueles peitos perfeitos (médios, duros e empinados). Tentei me segurar para comer-lhe, finalmente, seu cuzinho. Mais uma vez não resisti e gozei. Mas ainda faltava enraba-la para completar minha phoda. Então marcamos um novo encontro, num outro dia. Daí fui mais cauteloso, me controlei e, finalmente, comi aquele cuzinho apertadinho, quase inexplorado... Em poucas estocadas naquele bundãozinho fantástico e “ensaquei” mais uma boa porção de leitinho light (sou magrinho)...Ela confessou que não gostava de tomar no cu. Até aquele dia, porque adorou me dar o cuzinho. Afinal, sou um sodomita inveterado, um especialista em comer cuzinhos de mulheres. Por isso, sempre que nos encontramos ela me dá aquele rabo delicioso.

by Condinho tarAdinho por cuzinho

FAZENDO SEXO EXPLÍCITO NO SOFAZÃO (casa de swing)

Minha gente! Foi curiosidade à primeira vista conhecer o Sofazão depois de ler uma matéria na Zero Hora, há alguns anos. Então, como sou separado e não tinha quem levar, fui obrigado a escolher uma ensolarada tarde de quinta-feira. Cheguei pouco depois das 15h e o show ainda não começara. E a casa não estava cheia, ainda. Aos poucos foram chegando alguns homens sozinhos, a maioria gordos, barrigudos e carecas. Senti-me atraente, porque apesar de contar, na oportunidade, com quase 40 anos, aparentava no máximo 30. Afinal, tenho corpo de toureiro español e uma belíssima cabeleira castanho-escura. As atrações foram se desenrolando e a que mais gostei foi o banho na pequena banheira colocada no meio da sala. Naquele dia só observei como funcionava a coisa. Fiquei até 18h, porque tinha que trabalhar a partir das 19h. Voltei numa outra tarde quente daquele final de ano disposto a participar do show. Então, quando Mestre Peter convidou um dos presentes para banhar-se com a linda morena de bunda grande e coxas grossas eu saltei. Até porque estava quente e um banho naquelas alturas era uma boa pedida. Tirei a camisa e a calça e fiquei apenas com uma cueca-tanga verde-limão fosforescente. À morena juntou-se uma magrinha e ambas molharam-me todo. Depois, enquanto a morena ensaboava-me, a magrinha tirou minha cueca e ambas, já nuas, passaram a dançar e se esfregar em mim. Naturalmente que aquilo me deixou em ponto de bala e não me preocupei com o fato de que eu estava nu na frente de outras pessoas. Minha ereção ficou tão acentuada que a cabeça do meu pau tocava em meu umbigo. Em determinado momento, a magrinha começou a masturbar-me. As duas revezarem-se na punheta. O tempo foi passando e nada de eu ejacular num dos dois corpos nus delas. Então a morena, visivelmente impaciente, sussurrou para a magrinha: "Vou dar um jeito nisso". Abaixou-se e abocanhou o "pequeno 14". Ela pagou um extraordinário boquete e acelerou o vai-e-vem e a sucção até que eu inundei sua garganta profunda com um jato quente de esperma. Satisfeita, ela levantou-se e sumiu pelo corredor que dá acesso às suites. A magrinha tratou de se recompor e eu voltei a realidade. Realidade de ator de sexo explícito pelo menos durante aquele show. Nunca mais voltei ao Sofazão devido ao excesso de trabalho. Mas espero voltar em breve.