terça-feira, 21 de março de 2017

O SEGREDO DA (boa) SODOMIA

A maioria das mulheres tem curiosidade a respeito do assunto. Mas praticar, jamais. Primeiro a intransigência: “Nem pensar, nunca!” Tudo por medo, por receio de que possa doer, de que é nojento. Afinal, são tantos os preconceitos...
Mas é frequente ouvir uma dizer que já tentou, pelo menos uma vez, mas sofreu muito. Para alguns homens a sodomia (sexo anal) é uma obsessão, um desejo louco e incontrolável: o recôndito de prazer perdido nas maçãs carnudas tanto prazer proporciona!... Por isso esses homens, os sodomitas, gostam de beijar bundas, chupar cuzinhos, forçar a ponta da língua no anel anal que, com isso, normalmente abre-se. Desta forma, o homem que tiver competência e paciência para relaxar e estimular a mucosa anal com jeitinho e muito carinho, quem sabe não apenas consiga que elas cedam, mas que passem a implorar para ser penetradas pelo ânus...
Portanto, com jeito, paciência e muita cortesia, qualquer esfíncter se abre para o prazer. Mas, importante: o sodomita nunca deve pedir e/ou forçar a barra. O especialista em cuzinho tem que esperar ser “convidado”. Mais que isso: tem que provocar um tesão tal na região anal, tem que deixar a mulher tão enlouquecida de tesão para que ela implore para ser penetrada pelo ânus. Somente assim a mulher tomará no cu sem sentir dor e, mais do que isso, passará a ter prazer, muito mais do que teria apenas na boceta, ou seja, conhecerá o orgasmo múltiplo.
Sem ser forçada, e adequadamente preparada, a mulher pode, finalmente, entregar-se e experimentar um prazer inigualável. E só aí o sodomita pode agarrar firme os quadris e começar a penetração. Mas tem que ser devagar, devagarzinho: primeiro coloca-se apenas a glande; depois, como a dor inicial vai passando e transformando-se em prazer, então se pode continuar a penetração do tronco; por fim, como terá passado a dor, então se pode penetrar profundamente até o colo chocar-se agradavelmente com as nádegas. E só aí ela vai implorar para que o desejo e o prazer nunca parem...
E depois que uma fêmea conhecer o prazer do orgasmo anal, não haverá apenas a primeira vez. Porque ninguém come bem um cu impunemente...
SODOMIA vem de SODOMA, uma cidade da antiguidade onde seus habitantes gostavam e praticavam o sexo anal. Como essa cidade foi extinta, essa prática perdeu-se no tempo e permanece cercada de preconceitos, repulsa, e é encarada como nojenta e dolorida. Mas felizmente atualmente é só um preconceito...

E-mail do cronista: gaucho.comecuzinho@gtmail.com

22 comentários:

LadySiri disse...

Morro de vontade, mas nunca consegui dar o cuzinho...um dia chego lá, rs.

Lucyana Moraes disse...

realmente amigo vejo q es um estudioso da causa e melhor tens o dom de fazer se presente quem sabe nosssos caminhos nao se cruzam?????

Unknown disse...

Ja dei e dou adoroooo gozar com um safadinho socando em mim.
No sexo n existe nd nojento

Unknown disse...

Ja tentei nossa muito sofrimento.nunka maia tento

Unknown disse...

Ja tentei nossa muito sofrimento.nunka maia tento

Unknown disse...

Adoro dá o cuzinho com jeitinho aí só alegria pra gozar gostoso

Unknown disse...

Adoro dá o cuzinho com jeitinho aí só alegria pra gozar gostoso

Unknown disse...

Muito chocoda,porem muito curiosa enfim,nao sei o que dizer sao muitas emoçoes no momento kk

Anônimo disse...

Já tentei mais não conseguir doeu muito

Unknown disse...

Muito bom eu adoro

Vânia Eustáquio disse...

Com carinho é maravilhoso

Unknown disse...

Muito bom goste

Anita disse...

Muito bom eu adoro muito

Unknown disse...

Muito bom o conto 👏👏👏

Unknown disse...

Nunca jamais

Kaah disse...

Quando a pessoa sabe fazer não é dolorido .
É maravilhoso.
Tudo depende do teu parceiro.

Adeilton Resende ilto Rodrigo escritor disse...

Cu... Levou pau inflamou...
Evite dá o chicote pode viciar...
Cu não se importa com o que vem pela frente.

Unknown disse...

Eu particularmente adoro mas tambem depende muito do parceiro tem que saber fazer

Anônimo disse...

Sabes que eu sei fazer.

Anônimo disse...

Então venha fazer comigo.

Anônimo disse...

Não é conto, é crônica!

Anônimo disse...

Eu sou um bom parceiro!